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O que você acha da política de meritocracia que a Secretaria Estadual de Educação quer implantar, em relação aos professores, na rede pública?
A valorização do magistério deve ser feita por meio de melhores salários
Esse mecanismo fracassou em vários países, não sendo a melhor forma de avaliação
Vai ser uma boa medida, pois valorizará os melhores professores
O sistema dá margens a favoritismo de cunho político
Tudo que represente alguma espécie de ganho financeiro deve ser bem vindo
     
 
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Principais reivindicações do Magistério Público/RJ

Cumprimento da Data-Base (Lei 1608/90) – todo mês de Maio o governo deve proceder à negociação com o sindicato e reajustar o salário do professor. Há anos isso não acontece.

Piso de R$3.000,00 – um estudo feito pela Uppes, aponta este valor como o mínimo para cobrir perdas salariais que a categoria vem sofrendo, desde setembro de 1987.

Pagamento dos atrasados do Plano de Carreira - Em 1998, o governo iniciou o descumprimento da Lei 1614/90, deixando de pagar os 12% interníveis do Plano de Carreira. Com a vitória da Uppes no STF, o pagamento retorna em 2002, mas permanece a dívida dos anos de interrupção.

Pagamento do abono de R$164,08 ao aposentado. Em 1998,o governo Marcello Alencar concedeu ao professor da ativa um abono de R$164,08, excluindo do benefício o aposentado. A Uppes impetrou um Mandado de Segurança que garantiu a inclusão do inativo, que passou a partir de Janeiro de 1999. O Estado ainda é devedor de nove meses do benefício a esses professores.

Garantia de atendimento médico-hospitalar aos professores – os professores públicos estaduais não podem contar com nenhum tipo de serviço no momento de uma doença e, com o salário que recebem, não podem fazer um plano de saúde.


 

 

   
 

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