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Presidente da UPPES critica piso nacional e cortes na Educação

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, criticou o reajuste de 13% no piso nacional do magistério público para o professor de 40h. De acordo com a educadora, o percentual ainda está muito longe do ideal. "O salário de R$1.917 deixa claro que, embora tenha sido anunciada como prioridade, na posse da presidente Dilma Roussef, a educação ainda continua em segundo plano", assinalou.  A sindicalista criticou a postura do governo federal no que diz respeito ao corte das verbas educacionais. "O país tem amargado as últimas posições nos rankings internacionais, no entanto, as autoridades brasileiras insistem em não valorizar o professor e em tirar recursos da educação", frisou.

 A crítica da presidente da UPPES sobre a contenção de despesas se dá mediante o anúncio do corte de R$7 bilhões na verba do setor educacional. "O aumento oferecido aos professores e o corte de verbas mensais contradizem com o slogan lançado pela presidente Dilma: Brasil, Pátria Educadora. Para ser uma Pátria educadora o país precisa, primeiramente, valorizar o magistério público. Nunca o professor foi tão vilipendiado", afirmou.

Segundo a sindicalista, o investimento na escola pública também precisa estar na pauta das prioridades orçamentárias dos governos, em todas as esferas: município, estado e governo federal; pois muitos municípios não conseguem cumprir o piso nacional. "Educação é responsabilidade da União, quando o município não consegue cumprir as metas, é dever dos governos estadual e federal intervir. Estamos cansados de muito discurso e pouca ação", salientou.

Outro ponto ressaltado pela presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, é a carga horária de 40 horas semanais. Segundo ela, é inadequada para o exercício do magistério e prejudicial para a saúde do professor. "Além de ser prejudicial à saúde do docente, também compromete a qualidade do ensino. O que temos, atualmente, no país, é a pouca importância prestada ao magistério. Dessa forma fica difícil atrair os jovens talentos para a profissão", disse.  

A educadora destacou que tem ciência da necessidade de investimentos em outras áreas, como segurança e saúde, no entanto, ressaltou que muitos problemas relativos à segurança pública e saúde também são resultados da falta de educação de qualidade para a população. "A escola é o principal mecanismo de formação cidadã. Países desenvolvidos começaram seu avanço investindo em educação e valorizando o professor".

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O Brasil e a pena de morte
 
  O Brasil assistiu, de forma apreensiva, o caso do brasileiro condenado à morte na Indonésia. As opiniões se dividiram. A presidente Dilma Roussef mobilizou a diplomacia brasileira, em busca de clemência. No entanto, nenhuma das tentativas de livrar o brasileiro do corredor da morte obteve sucesso. Em nota, a presidente do Brasil  disse estar consternada e indignada.
 
  No primeiro mês de 2015, 37 pessoas foram vítimas de bala perdida no Rio de Janeiro, seis delas morreram. Embora não exista oficialmente no Brasil, a pena de morte se faz presente diariamente  diante dos cidadãos brasileiros.  A população tem clamado, todos os dias, para que as autoridades governamentais se mobilizem a fim de garantir a segurança da sociedade.
 
  Quando as autoridades brasileiras irão se consternar e indignar com o cidadão de bem que morre vítima da violência diária em nosso país?
O investimento em Educação é um dos principais pilares de uma sociedade justa, segura e igualitária. Quando um país investe em educação, economiza em segurança pública.

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Presidente da UPPES defende mais investimento em educação para 2015

Ao participar da última Audiência Pública da Comissão de Educação da Alerj, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, defendeu que, em 2015, o magistério possa receber o devido reconhecimento das autoridades governamentais. Em seu pronunciamento, a sindicalista destacou avanços obtidos através da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) e as dificuldades encontradas em relação à Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag). De acordo com a educadora, o Estado do Rio de Janeiro precisa voltar a ser referência educacional para o país. "É preciso entender que o principal investimento para o desenvolvimento é a educação", frisou.

A presidente da UPPES  relembrou a fala recente do senador Cristovam Buarque, em entrevista. "O país tem condições de estabelecer um piso de R$9.500,00 para os professores. Essa afirmativa é do senador Cristovam Buarque. Segundo ele, isso seria possível sem precisar mexer no percentual do PIB (Produto Interno Bruto) de 10%. Nós só iremos reverter os índices de analfabetismo e tantos outros problemas, quando investirmos em educação e valorizarmos o professor", destacou.

A sindicalista destacou que o piso salarial oferecido aos educadores ainda figura como um dos mais baixos dentre as categorias com nível superior. "O salário do professor não atrai as novas gerações. Poucos são os que ainda buscam o magistério. Um salário inicial de R$1.179,35 não é atrativo. Ainda lutamos pelo piso inicial de R$3 mil. Precisamos valorizar o magistério público", assinalou.

A realização da Audiência Pública é em respeito à Lei 5451/2009, que estabelece a apresentação, na Comissão de Educação, do relatório anual que contém os indicadores educacionais da Rede Estadual de Ensino. Durante a reunião, o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, afirmou que o Governo do Estado deve ser solidário aos municípios. "70% dos municípios têm orçamentos fracos, não é viável que a Secretaria não colabore com essas redes, se eximindo de certas obrigações".

A audiência contou com a participação da equipe técnica da Seeduc, na apresentação dos relatórios, além do deputado estadual Paulo Ramos.
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Professores recebem Prêmio de Educação Científica

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva participou da cerimônia de entrega do Prêmio de Educação Científica da BG Brasil, realizada no Museu de Arte do Rio (MAR). A iniciativa é uma parceria entre o governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), BG Brasil e Fundação Victor Civita e tem como objetivo estimular o ensino de Ciências nas unidades da rede estadual de ensino.  O primeiro lugar foi conquistado pelo professor de biologia Leandro Costa, do Colégio Estadual Edmundo Bittencourt, em Teresópolis. O segundo lugar foi para a professora de biologia Luciana Baptista, do Ciep 117 - Carlos Drummond de Andrade, em Nova Iguaçu e a terceira colocação ficou com o professor de química, Cristiano Maciel, do Colégio Estadual José Francisco de Salles, em Campos dos Goytacazes.  De acordo com os organizadores da premiação, o projeto recebeu 43 inscrições em todo estado. Os três ganhadores, além de prêmio em dinheiro, foram contemplados com uma viagem educativa de oito dias a Londres, com todas as despesas pagas.
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A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, e a secretária geral do sindicato, Lucinda Bezerra de Menezes, marcaram presença na palestra realizada pelo escritor Augusto Cury, no Centro de Convenções de Vitória - Espírito Santo.

Augusto Cury dedica livro aos jovens 

A obra que faz parte do primeiro trabalho do escritor Augusto Cury na literatura juvenil estimula tanto a inteligência quanto a capacidade de preservar os recursos naturais e emocionais dos adultos e principalmente dos jovens.O mais recente livro "PETRUS LOGUS: O GUARDIÃO DO TEMPO" narra a história que aconteceu cem anos depois de uma grande catástrofe, a 3ª Grande Guerra, a humanidade ressurgiu das cinzas, mas ao invés de corrigir os erros, os perpetuou.

Na fascinante história, o príncipe ousado é filho do poderoso rei Apolo. Petrus rejeita o poder e as práticas do pai. Por isso, é ferido, caluniado, preso e condenado à Câmara dos Loucos. Petrus tem um enorme leão, e se ele se acalma, o leão aquieta e torna-se seu amigo, se ele é dominado pela raiva e vingança, o leão torna-se violento. 

E você domina a fera que está dentro de si? Embarque nessa aventura. 

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A professora Ruth Farah Nacif Lutterback é filiada à UPPES desde 1953. Atualmente reside no município de Cantagalo, Região Serrana do Rio de Janeiro. É membro do Colégio Eleitoral da FD e ABI para a escolha da Personalidade Educacional do Ano. A educadora é responsável pelo Departamento Cultural da ASSEXCA (Associação dos Experientes de Cantagalo), e Delegada da UBT (União Brasileira de Trovadores) de Cantagalo, que promove anualmente os Jogos Florais.  Confira  a poesia da professora.
 

Ligeiro Confronto 

Confirmando a opinião do que o poeta dizia,
"o Sol é homem machão e a Lua, mulher vadia".
Desde o começo do mundo, o Sol nos dá seu clarão.
A Lua, em sono profundo, nos deixa na escuridão.
O Sol é respeitador;  jamais teve a ousadia  de ver da noite o esplendor,
ou mesmo fazer espia.
Mas a Lua, audaciosa, anda pelo céu de dia;
não se importa a curiosa assim faltar com a harmonia.    
Das manchas que a Lua tem, a Ciência diz: talvez...  
Desconfia o Sol, porém, que alguma coisa ela fez.
Ele próprio desconfia  que ela tem um outro amor,
pois bem sabe que a vadia não vai aonde ele for.  
A verdade bem sabida, pela falta, se diria: 
Sem o Sol não temos vida e , sem  a Lua,  poesia.
Comparando essa aliança de sonho e realidade, 
o Sol é pai da Esperança e a Lua, mãe da Saudade! 
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Artigo da presidente da UPPES vira questão de vestibular

O artigo "Bibliotecas Escolares: Força Para o Livro" da presidente Teresinha Machado da Silva fez parte do processo seletivo da faculdade de medicina Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada na cidade de Barbacena em Minas Gerais.  

Perguntas relacionadas aos padrões da língua portuguesa e trechos do texto foram transformadas em questões da avaliação.  O artigo foi retirado do caderno de educação do jornal Folha Dirigida. 
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Reajuste Salarial:  Secretaria informa que mensagem de reajuste será encaminhada à Alerj em junho


Insatisfeita com a demora no envio da mensagem do Projeto de Lei, de reajuste salarial para o magistério público estadual, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), para cobrar a posição da pasta em relação a demora do envio. A sindicalista conversou com o secretário de educação, Wilson Risolia e narrou a decepção dos professores. "Temos recebido mensagens que mostram a total decepção da categoria em relação ao descaso do governo com tão importante causa, o reajuste dos professores", afirmou.


De acordo com a educadora, o secretário de Educação confirmou que, a mensagem do reajuste salarial será encaminha no mês junho para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O Projeto de Lei deverá ser votado juntamente com o dos policiais do estado. Ela ressaltou que irá exigir o pagamento retroativo, pois, mais uma vez, o Governo do Estado deixa de cumprir a lei da data-base (1608/90), que estabelece o mês de maio como referência para pagamento dos servidores. "A UPPES tem travado uma batalha com o governo, por meio do diálogo, pois não queremos prejudicar nem alunos, nem professores, no entanto, temos que entender a indignação dos educadores. Os preços subiram tudo está mais caro, porém o salário do professor continua o mesmo, sem aumento", salientou.


A presidente da UPPES destacou que, desde a divulgação do reajuste salarial, a diretoria do sindicato tem feito contatos constantes com as autoridades governamentais, para reivindicar o cumprimento da lei da data-base e garantir o envio da mensagem de reajuste salarial para o legislativo. "Estamos cansados desse jogo de empurra, onde Seeduc joga a responsabilidade para a Secretaria de Planejamento e a mesma afirma que depende da Casa Civil. Tal situação prejudica, principalmente, os professores e, deixa mal a imagem do secretário de Educação que havia prometido aumento aos professores antes de maio".

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UPPES participa de Audiência sobre o cumprimento das metas do Plano Estadual de Educação
 
A Audiência Pública da Comissão de Educação, onde se discutia o cumprimento das metas do Plano Estadual de Educação, a presidente da UPPE-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, ressaltou a situação salarial dos professores públicos da rede estadual de ensino. Segundo a sindicalista, o salário da categoria é baixo, devido a isso, muitos desistem do magistério. "O professor está com um salário irrisório, o que não motiva esse docente a permanecer no magistério", afirmou.  Outro ponto destacado pela presidente da UPPES foi a questão da jornada de 40 horas para professores. "A Organização Internacional do Trabalho (OIT), não preconiza essa carga horária. Tomando por base as características do trabalho do professor, esta carga horária é elevadíssima", assinalou.
 
A saúde do professorado fluminense também foi destaque, no pronunciamento da educadora. "Estamos reivindicando auxílio saúde para o professor, com foco especial sobre o aposentado. Pois a categoria, não tem condições de custear um Plano de Saúde. O salário não dá condições dos educadores buscarem um plano". A professora Teresinha também criticou o Plano de Saúde instituído pelo governo do estado. "Recentemente fomos surpreendidos por essa oferta do governo do plano de saúde, administrado pela Aliança. Vele ressaltar que planos coletivos, os reajuste não são supervisionados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), são negociações diretas com os beneficiários, portanto, quando forem reajustar, quem responderá por esses servidores".  De acordo com a sindicalista, o plano oferecido pelo governo será na modalidade de débito em conta, o que, na visão da educadora, pode ser um risco para o servidor público.  
 
A secretária geral da UPPES, Lucinda Pereira Bezerra de Menezes, apontou para a necessidade de investimento em educação. "Para que a educação se desenvolva e assim, contribua para o desenvolvimento da sociedade, é necessário que o educador seja respeitado e principalmente, tenha um salário digno. O cumprimento das metas do Plano Estadual de Educação é de suma importância para o avanço educacional, mas o salário do educador ainda está longe do ideal",frisou.
 
A Comissão de Educação da Alerj, presidida pelo deputado Comte Bittencourt, contou com a participação de representantes da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), membros do Fórum Estadual de Educação, de representantes do Conselho Estadual de Educação e dos deputados, Paulo Ramos e Inês Pandeló.
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Processo R$164,08: depósitos
começam a ser efetuados pelo estado

Estado começa a depositar, em juízo, o valor de aproximadamente R$ 5 mil, referente ao processo do abono de R$ 164,08 para os professores do magistério estadual aposentados em 1998

O Departamento Jurídico da União dos Professores Públicos no Estado-sindicato (UPPES) informou, no dia 9 de abril, o início dos depósitos efetuados pelo estado em juízo, referente ao processo movido pela entidade, para o pagamento do abono de R$ 164,08 devidos desde 1998. Com as correções, os professores que deram entrada ao processo pela UPPES irão receber aproximadamente R$ 5 mil.

De acordo com o advogado da instituição, Alexandre Bezerra, ainda existem muitos professores que têm o direito, pois estão no processo, mas não sabem ou ainda não procuraram a UPPES para obter informações.  Os filiados  que não aderiram ao acordo proposto pelo estado, em 2011(o acordo previa o pagamento de R$ 1.640, ou seja, sem juros e correções), terão a possibilidade de receber o valor integral. Segundo o Departamento Jurídico da UPPES, a presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargadora Leila Maria Carrilo, já começou a determinar o pagamento dos processos, ajuizados no prazo legal. Os professores que aceitaram o acordo, mas não receberam, também podem exigir o valor integral. Os professores que possuem duas matrículas na rede e receberam apenas por uma, também podem receber o valor de aproximadamente R$5 mil. 

Atendimento deve ser agendado

Os interessados devem entrar em contato com o Departamento Jurídico da UPPES pelo telefone (21) 2717-6025. É importante ressaltar que, devido à grande demanda de processos, é necessário agendar o dia e o horário de atendimento. O Departamento Jurídico da sede da UPPES atende de segunda a quinta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h.
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CSB inaugura Sede no Rio

A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) inaugurou, no dia 31 de março, a sua sede no Rio de Janeiro. A solenidade contou com a participação da secretária geral da UPPES, Lucinda Bezerra de Menezes e a diretora de Biblioteca e Criatividades Neuza Caldas Maia. O presidente nacional da entidade, Antônio Neto ressaltou que o objetivo geral da central é fortalecer os sindicatos e conquistar nas esferas governamentais as metas traçadas junto com trabalhadores. Já Maria Barbara, presidente da CSB-RJ, destacou que a principal missão será ampliar a filiação de entidades sindicais no estado. "Seremos uma base de qualificação profissional e de apoio aos sindicatos. Desejamos criar uma assessoria jurídica para o movimento sindical".
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               ATENÇÃO PROFESSORES!

A UPPES convoca todos os filiados para a Assembleia Geral Ordinária de Prestação de Contas que acontecerá no dia 10 de abril, às 15h30min na Casa do Professor. 

Publicado segunda - feira 31 de março de 2014
Diário Oficial Ano XL - N° 058
Página 155 (coluna esquerda) 
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UPPES participa de debate sobre lei que reserva vaga para alunos com transtorno do espectro autista nas escolas do estado

A presidente da UPPE-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, mais uma vez, defendeu o investimento em educação, ao participar da Audiência Pública da Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. No debate, onde se discutia o projeto de lei  2592/2013, que reserva vagas nas redes públicas e privada para alunos com transtorno do espectro autista. A sindicalista se colocou em apoio aos pais e entidades que defendem a inclusão e promovem a Educação inclusiva.

Na ocasião, a educadora apontou que as escolas públicas precisam se adequar a esta inclusão. Segundo ela, os professores precisam de apoio multi pedagógico para lidar com essa realidade. A presidente da UPPES assinalou que, é preciso voltar com a figura do orientador pedagógico e Educacional na rede estadual de ensino. "Antes tínhamos um orientador educacional por escola. Hoje não temos mais essa pessoa tão importante para o desenvolvimento educacional".

De acordo com a professora Teresinha, a UPPES é favorável as leis de inclusão, mas sinaliza que é preciso ser feito diversas adaptações e investimentos educacionais para que a escola se adequar a Educação Inclusiva. "Não foi falado aqui a questão essencial que é o professor. Ouvi falar sobre a capacitação de professores através de secretaria. O educador se capacita sozinho, quando o mesmo possui condições e recursos para isso. O professor precisa de um salário que lhe permita se capacitar", afirmou.

Durante seu pronunciamento, a educadora reforçou a situação das escolas públicas. "A escola pública não está preparada. Não é que escola não queira é que ela não tem condições ainda", destacou. A sindicalista ainda aproveitou o espaço para mostrar a situação salarial dos professores. "Ainda está em Brasília a discussão para colocar em prática o piso nacional do magistério de R$ 1.697,37 para 40 horas. Ainda tem prefeitura que acha que é muito, querem economizar no salário do professor, este que irá formar o juiz, o médico, o jornalista e toda a sociedade. Nós precisamos despertar a população para a situação do magistério, para que possamos assim, melhorar a educação e fazer dela um bem de acesso a todos, como manda a constituição", frisou.

A psicóloga da UPPES, Márcia Cardoso, também enfatizou a necessidade do desenvolvimento da Educação Inclusiva. "Nós do setor de psicologia da UPPES, temos trabalhado a inclusão na escola, com palestras e atividades. Temos conhecimento da necessidade o desenvolvimento dessa ação. Muito ainda precisa ser investido", assinalou. Segundo Márcia Cardoso, a Secretaria Estadual de Educação precisa mudar a perspectiva de alguns aspectos da articulação da Educação Inclusiva, dentre elas a questão da figura do "cuidador". "O aluno com deficiência não precisa de cuidador, ele precisa de professor, ou seja, educadores que vão pensar uma política pedagógica diferenciada".

Outro destaque apontado pela psicóloga está na construção da Sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE). "Em diversas escolas do estado que temos visitado, não encontramos este recurso. Espaço de suma importância, pois, o aluno se utiliza desse espaço para o momento de atendimento onde é trabalhado e visto individualmente".

A audiência foi presidida pelo deputado Comte Bittencourt, e também contou com as participações dos deputados: Xandrinho, autor do Projeto de Lei, Marcos Pacheco, Zaqueu Teixeira e das deputadas Inês Pandeló e Clarissa Garotinho. O debate também recebeu a presença de representantes da ONG Onda Azul, membros do Conselho Estadual de Educação, Sindicatos dos Estabelecimentos de Educação Básica do Rio de Janeiro (Sinepe Rio), bem como professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e representantes da Secretaria Estadual de Educação.
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Presidente da UPPES participa de Seminário de Promoção da Educação Inclusiva

O encontro também contou com participação de palestrantes e educadores de diversas regiões do estado

A presidente da UPPE-Sindicato, professora Teresinha Machado da Silva participou do Seminário de Promoção da Educação Inclusiva, promovido pelo Conselho Estadual de Educação(CEE) e Ministério público, nesta terça-feira (18), a educadora compôs a mesa diretora da palestra. Durante sua participação a sindicalista parabenizou a iniciativa de realizar o debate sobre um tema tão importante, como a Educação Inclusiva. A educadora frisou, no entanto, que é preciso antes da promoção da inclusão, haja preparação do ambiente escolar. "Nossas escolas não estão preparados para lidar com inclusão. O professor precisa de auxílio pedagógico. O professor fica sozinho em sala de aula, não tem o apoio necessário que deveria".

Para a presidente da UPPES, a educação inclusiva precisa ser bem estrutura. "É preciso analisar e entender as demandas de cada necessidade, com equipes multipedagógicas, com psicólogos, pedagogos e orientadores educacionais. Muitas escolas recorrem ao serviço de psicologia da UPPES, pois não possuem esses profissionais em seus quadros", assinalou.

O seminário contou com palestras de educadores e profissionais ligados a promoção da diversidade e direitos humanos, como a representante da Secretaria de educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), que tratou da relação da Educação Inclusiva e os Direitos Humanos. Bianca Motta, promotora de Justiça de Proteção à Educação, do Ministério Público do Rio de Janeiro, apresentou as articulações do Ministério Público na promoção nacional da Educação Inclusiva. Já a professora Angélica Goulart, apresentou as nuances do sistema sócio-educativo com a educação inclusiva.

O evento foi organizado pela professora Malvina Tuttman, membro da Comissão de Inclusão e Diversidade do CEE, sendo esta comissão, presidida pelo diretor da UPPES e vice-presidente do CEE, professor Raymundo Nery Stelling Júnior.
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Presidente da UPPES participa de audiência pública sobre analfabetismo

Ao participar da Audiência Pública da Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, na quarta-feira (26), onde se discutia os índices de analfabetismo no estado, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, destacou a relevância do professor na sociedade. "Nosso país não avança em educação porque não valoriza o professor. A educação precisa ser vista como prioridade. Precisamos de melhores salários, melhores condições de trabalho e equipes de apoio pedagógico nas escolas", afirmou.

Durante seu pronunciamento, a educadora destacou a diferença de alguns países que investiram em educação, e hoje essas nações lideram os principais rankings educacionais. "Hoje o Brasil está entre os 10 países com maiores taxas de analfabetismo no mundo. Isso é resultado da falta de investimento em educação e o descaso com os professores. Posso citar alguns países que possuem apenas, 0,1% de analfabetismo, como Finlândia, Austrália, Áustria, Canadá, Dinamarca e tantos outros. O Brasil tem condições de se igualar a esses países, mas por que não avança? Nós sabemos a resposta, não valorizam os nossos professores, não adotam a educação como prioridade", salientou.

A presidente da UPPES também enfatizou que as autoridades precisam ouvir os docentes. "Nossos professores não são ouvidos, suas demandas não são atendidas. Como vamos avançar se não sabemos a necessidade dos educadores", frisou. De acordo com a educadora, os avanços educacionais e as taxas de analfabetismo só mudarão quando as autoridades derem a devida atenção ao magistério e as escolas públicas. "Nossas estatísticas só irão mudar quando professores e alunos encontrarem na escola, satisfação e motivação para frequentá-las e permanecerem nela".  

A audiência contou com a participação de representantes da Secretaria Estadual de Educação, professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, representantes da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, além da diretora de Biblioteca e Criatividades da UPPES, Neuza Caldas Maia, bem como os deputados estaduais, Comte Bittencourt, presidente da Comissão e Marcelo Freixo, além das deputadas Janira Rocha e Clarissa Garotinho.
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UPPES reivindica auxílio-saúde para professor
Como parte das reivindicações apresentadas ao Governo do Estado, a UPPES encaminhou ofício à Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), onde reivindica o auxílio-saúde aos professores ativos e aposentados do magistério público estadual. Para a presidente do sindicato, Teresinha Machado da Silva, os professores, tanto ativos como os aposentados, devem ter direito ao benefício. A educadora ressaltou que, no caso dos aposentados, a situação é ainda mais preocupante. "Nossos aposentados não recebem as gratificações que os docentes da ativa recebem. A maioria deles se mantém apenas com os seus vencimentos, que correspondem ao piso salarial e aos triênios", afirmou.

De acordo com a sindicalista, uma parcela significativa dos professores acaba se comprometendo com empréstimos consignados, como forma de suprir, em muitos casos, os gastos médicos. "É inadmissível que um educador, que tanto contribuiu para a nossa sociedade tenha que recorrer a empréstimos para sanar os gastos com a saúde", assinalou.

A presidente da UPPES destacou que a exigência do sindicato é para que todos os educadores tenham um salário digno, mas, como ainda está longe do ideal, buscam alternativas para suprir as necessidades básicas da categoria. "Nosso sindicato oferece plano de saúde com preços especiais para os professores, com abrangência nacional, além dos nossos serviços de psicologia, dentista e assessoria jurídica. Sabemos a realidade salarial do magistério fluminense, por isso temos de buscar alternativas para minimizar os impactos nas despesas mensais dos docentes, uma vez que o governo não se responsabiliza por oferecer atendimento médico-hospitalar aos seus servidores".

Segundo a educadora, diversas queixas de filiados tem chegado à instituição, muitas são relacionadas a empréstimos e problemas com falta de recursos para custear remédios e tratamentos médicos. "O professor depende de auxílio médico, portanto, queremos garantir a eles, este benefício". A entidade reivindica o valor de R$ 500, de auxílio-saúde, além do reajuste salarial.

A professora Teresinha Machado da Silva ressalta que, o Plano de Saúde apresentado pelo governo possui implicações que preocupam a entidade. "Estamos preocupados com a questão do débito em conta. Isso pode comprometer a renda dos servidores", assinalou.

Outro ponto levantado pela sindicalista é sobre os reajustes anuais de Planos de Saúde. Segundo ela, os planos coletivos têm independência na escolha dos valores, sem a interferência da Agência Nacional de Saúde. "No plano oferecido pela UPPES, sempre realizamos assembleias para ouvir dos filiados as suas condições. Nesse plano oferecido pelo governo, quem irá intermediar essa negociação? Se mudar a gestão governamental? Quem se responsabilizará?", enfatiza.
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Informação 

ESTADO ANTECIPA O PAGAMENTO DE FEVEREIRO DOS SERVIDORES



O Governo do Estado do Rio de Janeiro vai antecipar o pagamento dos salários de fevereiro dos servidores ativos e inativos para 1º de março. O calendário divulgado pela Secretaria de Planejamento e Gestão previa o pagamento em 5 e 6 de março, primeiro e segundo dias úteis do mês, como sempre acontece, mas o Estado decidiu antecipar para que os servidores possam passar o Carnaval já com o salário pago.
O salário de fevereiro não foi antecipado para o dia 27, data anterior ao ponto facultativo, para evitar que os servidores tivessem acréscimo no desconto do Imposto de Renda retido na fonte, reduzindo o salário líquido. Isto aconteceria porque a legislação obriga que, no caso de dois pagamentos efetuados dentro do mesmo mês, os valores sejam somados para efeito de Imposto de Renda.
A antecipação do pagamento vai beneficiar 259.732 servidores ativos e 154.233 inativos. Os 110.054 pensionistas do Estado vão receber os salários de fevereiro nos cinco últimos dias úteis do mês, como ocorre normalmente.




Fonte: Imprensa Oficial/RJ

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UPPES oferece plano de saúde com preço especial para filiado

Os professores filiados à UPPES podem aderir a um Plano de Saúde com preço mais acessível do que os oferecidos no mercado atualmente. O sindicato possui um convênio com a Unimed Nova Friburgo e oferece aos seus filiados, planos com abrangência nacional e preços mais em conta para a categoria. A entidade também destaca que a adesão ao contrato, entre a prestadora do serviço e o beneficiário, é acompanhada pelo sindicato, através do seu Departamento Assistencial. Isso garante mais segurança ao filiado, que passa a contar com um canal direto para suas solicitações. Outro diferencial está na forma de pagamento. Os beneficiários recebem o boleto de pagamento no endereço cadastrado, não comprometendo a sua conta bancária.  Os interessados devem entrar em contato com a sede da UPPES, através do telefone (21) 2717-6025, nas subsedes de Nova Friburgo (22)2522-3458, Campos dos Goytacazes (22)2722-6837 ou pelo e-mail: assistencial@uppes.com.br.

Confira abaixo a tabela de preços:

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Veja o balanço das principais reivindicações da UPPES, na última reunião com a Secretaria de Estado de Educação

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Mais uma reivindicação da UPPES

Reativação dos postos de Perícia Médica em todo Estado do Rio de Janeiro

Clique aqui e leia a matéria na íntegra


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Matéria publicada no Jornal Extra no dia 22 de dezembro de 2013
Participação de membros da diretoria da UPPES em Grupo de Trabalho Temático na SEEDUC

Participantes da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato -UPPES e da Secretaria de Estado de Educação - SEEDUC reuniram-se na terça-feira (03/12), dando continuidade aos encontros em que estão sendo tratados os assuntos: viabilidade da alocação de uma matrícula por unidade escolar; 1/3 da carga horária de planejamento dos professores regentes de turma; e debate da Matriz Curricular.


Marcaram presenças na reunião, como representantes da UPPES, a diretora Abigail Rosa Amim e a secretária geral, Lucinda Pereira Bezerra de Menezes; e pela SEEDUC, o subsecretário de Gestão do Ensino, Antônio Neto; a superintendente de Gestão de Pessoas, Patrícia Reis; a superintendente Pedagógica, Cláudia Raybolt; e o assessor especial do Gabinete do Secretário, Paulo Fortunato.

A UPPES, atenta às reivindicações dos professores, não se furta em colaborar em discussão de assuntos pertinentes à categoria, pois acreditamos que, somente através do diálogo, conseguiremos avançar em questões de interesse do magistério.

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Personalidade Educacional 2013:
Merecido reconhecimento


A UPPES foi eleita na categoria de Instituição Educacional, do título Personalidade Educacional 2013, promovido pelo Grupo Folha Dirigida, Associação Brasileira de Educação e Associação Brasileira de Imprensa.  Além do sindicato, a conselheira da entidade, Amerisa Resende Campos, também foi contemplada como Personalidade Educacional.


A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, destacou, em seu pronunciamento, a importância do título para a instituição representante dos professores públicos no Estado do Rio de Janeiro. "Este é um momento gratificante para nós, da UPPES com o reconhecimento pelo trabalho de seus representados como Instituição Educacional do ano, título que jamais será esquecido e que, mais do que nunca, nos estimulará na contínua luta em prol do magistério público estadual". Durante o seu discurso, a educadora relembrou momentos marcantes da história da UPPES, como as ações que culminaram com a fundação da entidade em 1945, bem como as principais conquistas, dentre elas, o Plano de Carreira dos docentes do estado.


O bem estar do professor e melhoria nas condições de trabalho, também estiveram presentes no pronunciamento da presidente. "Nossa preocupação está voltada para o bem estar da categoria, suas necessidades financeiras e qualidade nos locais de trabalho, além de materiais necessários e recursos humanos adequados". A sindicalista também destacou a situação dos professores aposentados. Segundo ela, muitos estão em situação calamitosa. "Temos, frequentemente, reivindicado benefícios para os aposentados que, com as novas práticas de valorização do professor em atividade, têm ficado à margem das conquistas, que os deixa em situação desesperadora, após, uma vida inteira de dedicação para o desenvolvimento dos alunos, refletindo na formação da sociedade".


A professora Teresinha Machado da Silva ressaltou que o prêmio, representa não só a UPPES, mas todos os professores, espalhados por todo estado, que também lutam por uma educação pública de qualidade.  "A UPPES no seu processo de fundação, estruturação e crescimento sempre visou a defesa dos direitos do magistério, preservando os princípios que regem a dignidade profissional, a autoestima do professor e a importância da escola pública", assinalou.


Ao final do seu pronunciamento, a sindicalista agradeceu a todos e reafirmou a posição da UPPES em relação ao atual quadro do magistério público no país. "A UPPES espera que, urgentemente, os educadores sejam valorizados, inclusive no aspecto salarial, que atraia novos talentos para essa profissão, que requer profundo conhecimento, não só da matéria que ensina, mas principalmente da complexa estrutura humana, levando em conta as necessidades intelectuais, mas também, afetivas, sociais e transcendentes".

Professora Amerisa destaca a importância do educador

A professora Amerisa Resende Campos, conselheira da UPPES, foi eleita pela terceira vez como Personalidade Educacional e agora, passa a fazer parte da galeria dos Grandes Educadores do título. A educadora destacou a importância do trabalho do professor na formação da sociedade e enalteceu o papel do sindicato na defesa do professorado fluminense. "Esta estimulante homenagem nos acorda para a necessidade de primar pela excelência do trabalho educacional, especialmente nestes tempos do avanço tecnológico, da escravidão da máquina, em que se torna premente o dever de procurar distinguir o caminho certo", afirmou.

Como integrante do Conselho Consultivo da UPPES, a educadora também assinalou o importante papel do aluno, como peça chave para o desenvolvimento educacional e a plena formação da sociedade.  A professora Amerisa, também teve papel de relevância na educação no estado, quando atuou como conselheira estadual de Educação. "Em minhas atividades, no Conselho Estadual de Educação, visitei até áreas indígenas, estabelecendo normas para a criação de escolas para aquele segmento; com o fim de despertar a autoestima daquele povo e consolidar suas referências, manter vivas suas memórias, tradições e reverenciar as origens dessa raça humana, irmã", concluiu.

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Entrevista da presidente da UPPE-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, para a Rádio CBN - 07/11/2013
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ESTANDE DA UPPES FAZ SUCESSO NA FEIRA DO CONCURSO PÚBLICO
   
    A UPPES-União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato, participou da 4 Feira da Carreira Pública e Mercado de Trabalho, realizada pelo tradicional jornal Folha Dirigida, na sede da Firjan, no Rio de Janeiro, durante os dias 10,11 e 12 de setembro. A novidade que garantiu o sucesso de público ao estande da UPPES este ano é que o espaço foi transformado numa sala de aula, onde foram "passadas" dicas de questões de português para concursos, pelo professor Luiz Ricardo Leitão, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Dezenas de estudantes/candidatos em concursos públicos foram atraídos pela inovação e assistiram as aulas do professor Luiz Ricardo, que tem grande experiência na área por já ter feito parte de inúmeros cursos para concursos. 

Durante as aulas, o professor explicou toda a Nova Ortografia Brasileira, com questões e exemplos que agradaram a todos. No final de cada aula o professor se colocou à disposição para responder as dúvidas. Nos três dias de feira o espaço da UPPES foi visitado por centenas de pessoas ávidas de informações sobre a área do magistério e, também, sobre a possibilidade de se filiar ao sindicato. Foi distribuída toda a literatura produzida pelo sindicato e, de acordo com a presidente da entidade, professora Teresinha Machado da Silva,"o principal motivo da participação no evento é estimular os estudantes e candidatos para o ingresso no magistério, além de fomentar a criação de novos concursos para o setor". O momento de maior descontração ficou por conta dos sorteios de livros. Cinco exemplares do "Ação, Reação e Verbo", de autoria da professora Teresinha Machado e quatro, do professor Luiz Ricardo Leitão.
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O PADRE E A PROFESSORA 

Padre Fabio de Melo recebe o livro Ação, Reação e Verbo da autora Teresinha Machado da Silva, em manhã de autógrafos do seu livro Quem me Roubou de Mim, na Bienal do Livro, nesta sexta-feira, 30 de agosto de 2013. 
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UPPES participa da 4ª edição da Feira da Carreira Pública e Mercado de Trabalho 

O evento, organizado pelo Grupo
 Folha Dirigida, está na sua quarta edição e, pela segunda vez, conta com a participação da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES). A Feira, acontece nos dias 10,11 e 12 de setembro, no prédio da Firjan, na Av. Graça Aranha, Nº1, no centro do Rio de Janeiro.  Para a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, o evento é uma oportunidade de mostrar a importância do magistério na formação cidadã e atrair novos olhares para a carreira docente. De acordo com a educadora, a participação da UPPES, na Feira da Carreira Pública, também é estratégica, já que, muitos optam pelo magistério na hora dos concursos. 
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UPPES reivindica atenção do Estado na aplicação da Educação Inclusiva

Ao participar da Audiência Pública da Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.  A psicóloga da UPPES, Márcia Cardozo, enfatizou o ponto de vista da UPPE-Sindicato sobre a política estadual de Educação Inclusiva. Segundo ela, a entidade é a favor da inclusão, no entanto, muitos aspectos precisam ser levados em conta para incluir, na rede pública de ensino, a pessoa com deficiência. "A UPPES é a favor da inclusão, porém, isso não pode ser feito de qualquer maneira. Precisa ser levada em conta, toda estrutura das unidades de ensino no estado, que vai, desde a arquitetura até a preparação dos professores e os materiais adequados para lidar com essa especialidade", disse.

Segundo a psicóloga, não é possível, simplesmente trazer o aluno com necessidade especial para dentro da sala de aula. "Essa inclusão precisa ser feita com responsabilidade, com discussões mais amplas. Além dos educadores, é necessário também, a participação de uma equipe de apoio ao professor.  Nós precisamos nos conscientizar que a inclusão vai além da sala de aula, é preciso também haver inclusão na sociedade", afirmou.  Marcia Cardozo representou a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, no debate onde se discutia importância das escolas de Educação Especial no processo de inclusão da pessoa com deficiência.

Para o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, a escola de Educação Especial é de suma importância, pois, em determinadas situações, ela se faz necessária para a continuidade do processo educacional. "Defendemos a inclusão, no entanto, não podemos nos esquecer do importante papel das escolas de Educação Especial, pois nem sempre a escola regular tem o devido preparo para lidar com o aluno com necessidades especiais", assinalou.

Na audiência, também foi debatido o projeto de lei que tramita no Senado Federal que, prioriza a matricula da pessoa com deficiência na rede Pública de Ensino. O deputado Comte Bittencourt afirmou que a Comissão enviará um documento ao Congresso e ao Senado contrário ao texto da emenda meta 4 do Plano Nacional de Educação, que ao determinar a matrícula da pessoa com deficiência seja exclusivamente em escolas regulares, provoca o fechamento das escolas especializadas.

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UPPES ATENTA A PROPOSTA DE MODALIDADE SEMIPRESENCIAL NO ESTADO
     
Nosso Sindicato, sempre atento às principais demandas e propostas que surgem no cenário da Rede Estadual pública de ensino, tomou ciência e encontra-se atento a uma proposta que objetiva a utilização da modalidade semipresencial, em caráter experimental, em 20% da carga horária letiva em algumas regiões em que segundo a Secretaria "não se consegue contratar professores de determinadas disciplinas". 
   
No nosso entendimento, torna-se vital que ocorra em caráter urgente, como nosso Sindicato já propala continuamente, a recomposição real dos salários de nossa categoria de professores públicos estaduais para que sejam atrativos bem como a democrática abertura de concurso público para que o quadro do magistério seja completado dentro das reais necessidades existentes.
   
Compreendemos sim, que professores bem remunerados, escolas devidamente estruturadas para o desenvolvimento das ações pedagógicas, horário que permita ao jovem permanecer mais tempo se culturalizando no espaço escolar são demandas emergenciais e pertinentes.
 
Ao mesmo tempo em que entendemos a importância da existência de novas tecnologias para a área educacional, compreendemos, no entanto, que a figura do professor é vital e insubstituível dentro do processo e ao mesmo tempo em que qualquer debate que se refira a alterações do ensino na Rede Pública Estadual deva passar legitimamente pela avaliação de nosso Sindicato que oficialmente representa o professor público estadual - o grande agente educador, nesta esfera do processo do ensino-aprendizagem!
Carta aberta à sociedade
Basta de discussões estéreis e de conchavos políticos! 
                                                                         Teresinha Machado da Silva
                                                                                          Presidente

A reação faz parte da luta da UPPE-Sindicato, da nossa conquista e da nossa realização, enquanto professores que somos. A ação que empreendemos não é importante somente para a categoria, mas também para o país como um todo. No entanto, primamos pelas manifestações pacíficas; isso é histórico, remontando à criação do nosso sindicato, que começou como União dos Professores Primários (UPP), em 1945, quando a professora Maria Francisca Marinho, em pleno Estado Novo, subiu num caixote, em frente ao Palácio do Governo, no bairro Ingá em Niterói, conclamando as professoras a lutarem pelo reconhecimento da profissão; indignada por não ter sido atendida, junto com suas companheiras, pelo então Interventor Miguel Couto.     

Ainda hoje, nossas manifestações são através do diálogo, do entendimento com os governantes; utilizando, com firmeza, argumentos, baseados em estudos criteriosos e rigorosamente embasados em lei. Não nos omitindo, em nenhum momento, pela defesa da escola pública; sempre por ações pacíficas, seguindo o exemplo dos primeiros cristãos. 

Segundo Marcus J. Borg e John Dominic Crossan, na obra "A última semana", eles, os primeiros cristãos, estavam colocados, pela realidade política do povo judeu naquele momento histórico de submissão a Roma, em oposição ao sistema de dominação imperial. E, sendo ‘o reino de Deus’ a mensagem central de Jesus, estavam comprometidos com a não-violência, como seguidores do Rabi da Galileia; ao mesmo tempo, faziam parte do movimento antiimperial para se livrar do invasor. Situação complexa que se expressava da seguinte forma, conforme consta no trabalho literário, citado acima: "O objetivo era não se tornar parte da violência, não participar da batalha... Os imperativos são coerentes com a não-violência de Jesus e dos primeiros cristãos. Importante: essa não era uma não-violência como afastamento passivo do mundo, não era a não-violência como não-resistência ao mal, e sim a não-violência como resistência ao mal."

Comungando dessa forma de ação, a UPPES, preocupando-se com o fato de serem retirados professores da sala de aula em prejuízo dos alunos, passou a convidar os representantes dos diversos municípios fluminenses para se reunirem, quer no Rio de Janeiro: em frente ao Palácio Guanabara, na Assembleia Legislativa, na Secretaria de Estado de Educação, em pontos estratégicos como a praia de Copacabana; quer em Niterói, na Casa do Professor; ou, até mesmo, em Brasília; munidos de faixas e outros ícones que provocassem o ruído necessário, a fim de despertar a sociedade e os políticos para a situação drástica da educação no país.

Dentre os movimentos mais emblemáticos e que suscitaram significativo espaço na mídia, destacamos um protesto, realizado, por nós, na Esplanada dos Ministérios, em que mais de cem bonecos foram fincados no chão, representando os professores de mãos dadas, clamando por justiça. Em Copacabana, fizemos um movimento semelhante, utilizando enormes guarda-chuvas brancos, que ganhou atenção até da mídia internacional.

Não desanimaremos e nem cessaremos de protestar, de manifestar nosso descontentamento em relação ao descaso com que o professor é tratado no Brasil. E não iremos parar até que algo seja feito em prol da categoria. Isso não é apenas dever de um sindicato, é compromisso moral como cidadãos.

Temos assistido e apoiado as manifestações do povo que - indignado com a corrupção, com o desvio do dinheiro público, com as formas inconsequentes dos gestores no uso dos recursos públicos, subtraídos dos cidadãos - tem ido às ruas protestar e, mais do que isso, dizer o que espera que seja realizado em benefício da sociedade brasileira.

Com relação à educação, à saúde, à segurança e à habitação; ao combate à corrupção e à impunidade etc., é necessário que medidas urgentes sejam tomadas pelas autoridades administrativas, para levar a efeito tais realizações, pois sabemos que não se pode perder mais tempo em discussões estéreis e conchavos políticos com fins eleitoreiros.
No 8º Encontro de Professores aumento dos salários foi
uma unanimidade para a melhoria da Educação no Brasil


Dentre as principais questões que fazem parte dos gritos das ruas nos últimos tempos, a melhoria da Educação também faz parte das reivindicações de quem já era para estar descansando mas continua se preocupando com o futuro do país: os professores aposentados. Isto foi o que se tornou bem claro durante o 8º Encontro de Professores realizado pela UPPES, na Casa do Professor, no último dia 5. Pois, lançada a pergunta "O que fazer para melhorar a Educação brasileira?", a resposta foi consensual e a presidente da entidade, professora Teresinha Machado, resumiu muito bem: "Percebemos nas conversas e debates com os participantes que eles acreditam, assim como eu, que investir no salário do professor é o primeiro passo para o aumento da qualidade na educação brasileira".

Em palestra para os participantes do encontro Teresinha enfatizou a importância da presença dos professores aposentados no debate nacional: "Nós professores, aposentados ou não, precisamos ajudar a melhorar a educação no Estado do Rio de Janeiro e no país. E a questão não é apenas salarial, problema que atinge o Brasil inteiro, mas envolve todos os fatores relacionados à Educação". Quanto as manifestações recentes que tomaram conta das ruas do País, a presidente da UPPES ressaltou que sempre acreditou que a força maior é a união de toda a sociedade em prol das melhorias necessárias, mas acrescentou que, "além da união e da presença física nas manifestações há que se pensar muito bem também na hora de escolher seus representantes políticos. Há que se valorizar mais o voto. E depois cobrar mais de seus eleitos."

A presidente da UPPES lembrou ainda que a história da entidade é marcada pelas manifestações pacíficas que sempre nortearam a realidade do sindicato, "pois, desde a sua fundação, pregamos e agimos desta forma. E quem conhece um pouco de nossa história sabe que não foram poucas as vezes em que conseguimos o diálogo necessário com as específicas  autoridades".  

Durante o encontro os professores participaram também de inúmeras atividades, como a que a tarefa era elaborar cartazes com sugestões de frases para serem empunhadas nas manifestações públicas. Na maioria das mensagens sugeridas ficou constatado que a questão da valorização salarial se destacava.
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Doença do professor é uma realidade

Num momento em que se levantam dúvidas sobre a honestidade da categoria dos professores, a UPPES não pode se ausentar do debate. Acerta o Globo quando defende em editorial que: "Não há registro de projetos de melhorias na rede de ensino bem-sucedidos sem o compromisso efetivo dos professores. Tanto quanto a montagem de uma rede cobra condições de trabalho, boa remuneração e a adoção de currículos sintonizados com demandas reais, o comprometimento dos profissionais de ensino é crucial, porque lhes cabe o papel essencial de levar o saber aos alunos, em última análise o que importa na Educação".

No entanto, acreditamos que se equivoca o jornal quando ao ressaltar criticamente os números de professores afastados da sala de aula, por motivos de saúde, coloca em dúvida a real necessidade desses profissionais. E, para ajudar a dirimir as possíveis distorções das  estatísticas que apontam o número de afastamento de professores das salas de aula por motivos de saúde, defende até a contratação pelo Estado, de uma empresa de auditoria independente para avaliar a real situação desse setor.
 
Na defesa de sua tese, o jornal, mais uma vez, levanta dúvidas quanto às reais necessidades de afastamento por estafa, estresse, tensão, carga horária extenuante etc: "Se a estatística traduz ou não dolo, somente o exame detalhado dos pedidos...poderá traçar o diagnóstico correto do  fenômeno - inclusive, para estabelecer se, como defendem as entidades, o incremento de problemas está ligado a causas próprias da atividade".

Está certo que o papel da imprensa é vigiar, analisar, criticar e cobrar das autoridades um melhor funcionamento dos serviços que são pagos com o dinheiro público. Mas sabemos também ser obrigação da ética jornalística ver/ouvir os dois lados da questão. E este outro lado poderia se defender, também defender, com o mesmo e acirrado "interesse público" de uma auditoria independente as condições de trabalho de grande parte dos professores no seu dia-a-dia. Com certeza, para tal, não seria necessário gastar dinheiro público contratando empresas para constatar o óbvio.

Basta o editor deixar de lado sua mesa literalmente fria e acompanhar seus repórteres num périplo diário de um dos tantos professores que precisam encarar turmas superlotadas e péssimas condições físicas de salas de aulas que, geralmente, estão em escolas distantes uma das outras em que o professor tem de comparecer para cumprir a carga horária mínima obrigatória.
 
Concluindo, suspeitar que a maioria dos professores, afastados por problemas de saúde, esteja agindo de má fé é tão maligno quanto achar que o policial pode ser corrupto porque ganha pouco. Os motivos são bem diferentes. No entanto, nos dois casos uma maioria não pode ser estigmatizada por causa da atuação de uma minoria.
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UPPES lamenta situação precária  do Colégio Estadual Liceu Nilo Peçanha  na Comissão de Educação da Alerj
 
        
A presidente da União dos Professores Públicos no Estado (UPPE-Sindicato) declarou, nesta quarta-feira, 12 de junho, durante audiência pública da Comissão de Educação da Alerj, na Câmara Municipal de Niterói, ser lamentável a situação de precariedade em que se encontra o Colégio Estadual Liceu Nilo Peçanha, tradicional unidade de ensino do Estado do Rio.

        Referindo-se ao colégio situado em Niterói, a professora Teresinha disse "tenho mais de 32 anos de atuação em Educação. Quando comecei no magistério aqui mesmo em Niterói, faziam provas para estudar no Liceu eram filas de candidatos. Hoje vemos uma faixa oferecendo vagas".

        Para a sindicalista, é necessário um real investimento em Educação, para que seja construída a cidadania. "Quando reivindicamos melhorias para os professores, estamos pensando nos alunos. Professores reconhecidos, bem remunerados e felizes com seu trabalho irão transmitir esta realidade a seus alunos", assinalou.

        Mais uma vez, a professora Teresinha enfatizou que a UPPES vai continuar na luta pelo piso inicial de R$ 3 mil para o magistério. "Nossa proposta de reajuste foi de 24,12%, mas só conseguimos 8%. Nossa reivindicação é o piso de R$ 3 mil para começar a sanar as perdas salariais da categoria", frisou. A sindicalista conclamou a categoria para unir forças para buscar melhorias para educação e para os professores públicos do estado. "Precisamos nos unir em defesa da educação e do magistério. A nossa força vem da união", afirmou.
 
Problemas com infraestrutura

        Na audiência pública da Comissão de Educação da Alerj, os estudantes do Liceu Nilo Peçanha  reivindicavam melhorias para escola e o desbloqueio dos repasses financeiros da entidade.

        Alunos e professores  denunciaram a situação precária da unidade. Segundo eles, os problemas vão desde banheiros depredados, falta de climatização nas salas de aula e de limpeza adequada. Houve informações da existência de bloqueio das contas da unidade devido a uma ação trabalhista.
 
        O presidente da Comissão de Educação, Comte Bittencourt defendeu uma postura mais comprometida do Estado. "Não é possível que uma escola estadual tenha suas contas bloqueadas por problemas na área trabalhista" afirmou o parlamentar. 

Secretaria informa ao sindicato que solução começa em julho

        Ao comentar a situação do Liceu Nilo Peçanha, a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação informou à UPPE-Sindicato que no segundo semestre deste ano (2013) haverá verba extra de manutenção para escola. Com 945 conjuntos de cadeira e mesa para alunos e 27 para professores. De acordo com a assessoria, entre 2012 e início de 2013 houve reforma na cobertura do Liceu Nilo Peçanha, onde foram trocados o madeiramento e telhas, além de pintura, desentupimento de saídas pluviais, azulejo nos banheiros e 400 novos conjuntos de mesas e cadeiras para os alunos, juntamente com uma verba de R$ 20 mil de kit Cultura e Esportes.
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UPPES se reúne com secretário estadual de Educação

Reunião entre sindicalistas e secretaria esclareceu pontos sobre o projeto de lei aprovado na Alerj e a realidade educacional do  Estado do Rio de Janeiro

        A presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, ressaltou, em reunião com o secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, que a realidade salarial dos professores da rede pública de ensino, ainda está longe da ideal, mesmo com o reajuste. A sindicalista destacou alguns pontos que necessitam de esclarecimentos, durante a reunião na sexta-feira (07/06), na Casa do Professor, em Pendotiba, Niterói, onde contou com participações de diretores regionais da entidade.

        De acordo com a educadora, o percentual de 8% de reajuste salarial para o magistério, não recuperas as perdas salariais da categoria, que vem sofrendo, por décadas, um declínio salarial em relação a outros profissionais. "O professor, no Brasil inteiro está desvalorizado. É lamentável a situação do magistério público em nosso país", disse. Segundo ela, a reivindicação da UPPES é o piso salarial de R$ 3 mil. "Pleiteamos o piso inicial de R$ 3 mil para a categoria, pois acreditamos que a partir daí poderemos começar a recuperar as perdas do magistério", frisou.

        Já o secretário de Educação, salientou que embora o reajuste não tenha atingido o patamar esperado pelos professores, outros avanços foram conseguidos em sua gestão. “O sindicato está no seu papel de reivindicar melhorias, no entanto, não podemos esquecer que são muitos anos de inúmeras carências na rede pública de ensino e temos feito o possível para atender a todas”.

        Durante a reunião, o secretário Risolia apresentou dados relativos ao ensino público no estado. Segundo ele, ainda existe muito a ser feito, no entanto, toda ação precisa de planejamento.: "Apenas 51% dos estudantes conseguem concluir o ensino médio na idade certa. Esse problema na conclusão acarreta um maior gasto com a formação do aluno, já que, o mesmo cursa mais de uma vez a mesma série", assinalou. Outro dado trazido pelo secretário foi o abandono escolar. "Essa dificuldade é nacional e também é uma realidade em nosso estado, muitos alunos deixam a rede antes de concluir. Mais de 50%", afirmou.

Wilson Risolia também destacou a distorção idade-série, "No Rio de Janeiro 49% do alunado não está na série que deveria corresponder a sua idade", assinalou.
 
Presidente da UPPES pede esclarecimento sobre mudança no pedido de Enquadramento por formação

        A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, destacou um assunto pouco discutido diante da votação do Projeto de Lei de reajuste salarial do magistério. Segundo ela, dentre as emendas apresentadas, existe uma que trata diretamente da Lei 1614/90, do Plano de Carreira do docente. "A redação não deixa claro que o professor poderá dar entrada no enquadramento por formação a qualquer momento do ano. No texto, existe apenas a revogação das antigas normas", disse. Em maio, foi anunciada pela secretaria a mudança no pedido de enquadramento, que era feito apenas duas vezes por ano. Com a mudança, o professor pode solicitar o enquadramento a qualquer momento.

      O secretário de Educação, Wilson Risolia, deixou claro que irá analisar o pedido da UPPES e, caso seja necessário, solicitará a mudança no texto do projeto de lei. A professora Teresinha, destacou a presença do secretário, atendendo a solicitação dos professores para reunião. "Precisamos somar forças para melhorar a Educação, não só no Rio de Janeiro, mas em todo país. Muito importante a presença do secretário estadual de Educação. Através do diálogo, podemos avançar e trazer melhorias para o magistério", salientou.
Uma noite em homenagem às mães

        Quem passou na terça-feira, dia 28 de maio, por volta das 17 horas, em frente à sede da UPPES, Rua La Salle,22, foi surpreendido pela música entoada com entusiasmo por um coral de 34 componentes, trazendo um pouco de alegria e emoção ao ambiente. A apresentação do Coral da UPPES, segundo o maestro Eduardo Lessa ocorreu como homenagem ao mês das mães.

        Um dos destaques do coral é Arlete Medeiros, de 97 anos, que faz questão de estar presente a todos os eventos. O maestro Eduardo Lessa disse ser esta uma tradição também presente na Europa, onde os grupos musicais se apresentam na frente das empresas e instituições.

        Uma das canções mais aplaudidas foi "Eu sei que vou te amar", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, mas também emocionaram os presentes "Azulão", com versos de Manoel Bandeira e "Jardim da Fantasia".

        Na ocasião a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, ressaltou a importância do coral para o sindicato. "O coral tem o objetivo de fazer com que os filiados possam ter a oportunidade de cantar, e nós da UPPES gostaríamos muito que todas as escolas também pudessem oferecer aos seus alunos atividades que estimulem a arte e a cultura musical," disse. 

        Para o maestro Eduardo Lessa, a importância de se promover essas apresentações, é ter a oportunidade de mostrar e convidar o público que passa pela UPPES, a assistir o concerto, além de levar ao conhecimento das pessoas o trabalho que a instituição promove.

        Presente em todas as apresentações há 10 anos, Jurandy Rodrigues, irmão de uma filiada, destaca a sua satisfação em fazer parte do coral. "Aqui encontramos os amigos, nos divertimos e recebemos apoio e somos bem recepcionados pela UPPES", afirmou.

As inscrições para o coral são gratuitas e são realizadas na sede da UPPES (Rua La Salle, 22- Centro), às terças-feiras a partir das 16h.
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UPPES recebe visita do presidente

da Comissão de Educação da Alerj

professora Teresinha, presidente do sindicato recebeu o parlamentar na sede da entidade, em Niterói.

 

A presidente da UPPES (União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato) Teresinha Machado da Silva, recebeu em seu gabinete, na tarde desta sexta-feira   (10/05), o deputado Comte Bittencourt, presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj)

O diálogo do sindicato com o deputado Comte Bittencourt, é bastante antigo, não sendo esta a primeira vez que ele visita a entidade. Entre as reivindicações da UPPES está na cobrança pela Alerj do cumprimento das leis pelo governo do Estado, entre elas a 1.608/90 (Data Base) que estabelece os reajustes de vencimentos dos servidores públicos, incluindo professores anualmente, a partir de maio.

A professora Teresinha Machado da Silva considera o deputado, um importante aliado do magistério. "Ele tem uma visão ampla da educação na qual reconhece a importância da escola pública e a necessidade da valorização salarial do magistério", alegou.

Na Alerj, a UPPES tem participado constantemente das reuniões da Comissão de Educação, presidida pelo deputado, que garante amplo espaço para as intervenções do sindicato nas diversas questões ligadas ao ensino público.

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Pressão da UPPES adia votação de Projeto que extingue cargos de funcionários das escolas

A UPPES encaminhou um ofício a todos os deputados pedindo a não aprovação do projeto e recebeu o apoio do presidente da Comissão de Educação da Alerj, Comte Bittencourt

Tão logo o governo apresentou o Projeto de Lei 2.055/2013, que trata da extinção de cargos como porteiros, vigias e merendeiras nas escolas públicas do estado, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado (Uppe-Sindicato), Teresinha Machado da Silva, manifestou-se contrária à medida sob a alegação de que a mesma ocasionará prejuízos ao bom funcionamento das escolas.

De imediato, o sindicato providenciou a entrega de ofício a todos os deputados, reivindicando a não aprovação do projeto do Executivo. Tal pressão resultou na retirada de pauta da proposta. A votação do PL estava marcada para as 16h30 de quarta-feira (10 de abril).

A UPPES conta com o apoio do presidente da Comissão de Educação da Alerj, deputado Comte Bittencourt, segundo quem, o governo Sérgio Cabral ao terceirizar cargos da área educacional, demonstra total descompromisso com a educação pública.

Ele discorda da posição do presidente da Alerj, deputado Paulo Mello, de que o governo pode extinguir os cargos sem consultar os deputados, alegando que "pensamos diferente e acredito que, cargo criado por lei, só pode ser extinto por lei. O governo fala em baratear a Educação em plena era do conhecimento, quando o desafio do país é justamente a Educação, e o Estado do Rio tem uma das piores redes públicas de ensino da história. Se precisar entraremos na Justiça e já entramos com representação no Tribunal de Contas do Estado e no Ministério Público", afirmou o presidente da Comissão de Educação.

Na quarta-feira, representando a presidente da UPPES, na Comissão de Educação da Alerj, o assessor de comunicação Marcelo Motta afirmou que a professora Teresinha levou o caso a conhecimento de entidades federais. "A presidente da UPPES chegou recentemente de Brasília, onde se reuniu com entidades representantes dos servidores públicos. A educadora reforçou a posição do sindicato de que a educação não pode ser conduzida sob os moldes da terceirização", disse.

No mesmo dia, o autor do voto em separado, deputado Luiz Paulo, manifestou-se contrário ao projeto, por considerá-lo inconstitucional. Em resposta ao ofício encaminhado pela UPPES, ele enviou ao sindicato seu parecer a respeito do Projeto de Lei de autoria do executivo.
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Sindicato é contra projeto de lei que terceiriza funções da Educação


UPPES defende pessoal de apoio concursado nas escolas públicas


  A presidente da UPPES, Teresinha Machado, manifestou-se totalmente contrária ao projeto de lei nº 2055/2013, de iniciativa do governo estadual, que dispõe sobre a extinção de cargos de servente, merendeira, vigia e zelador do quadro de pessoal de apoio da Secretaria de Estado de Educação, encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj). Para a educadora, tal projeto de "terceirização" no âmbito da escola pública se caracteriza como um desrespeito ao artigo 37 da Constituição, pelo qual o ingresso no serviço público deve ocorrer somente por meio de concursos.

 

  A dirigente sindical diz que "não podemos concordar com alegação do governo quando informa que a proposta tem por finalidade extinguir cargos públicos a que sejam cometidas funções voltadas para o desempenho de atividades de apoio. O fundamento da proposição reside-se no fato que a contratação das atividades em comento junto à iniciativa privada mostra-se mais vantajosa para a Administração Pública".

 

 "Este projeto não tem justificativa, em momento, no qual se pede maiores investimentos em educação, com a valorização salarial do magistério e dos demais profissionais que atuam no âmbito escolar. Pelo contrário, defendemos a ampliação do número de pessoas qualificadas no ambiente escolar", assinalou.

  

  A presidente do sindicato citou a morte recente de uma criança em Barra do Piraí, que, segundo sua análise, embora possa ser dado como uma fatalidade, também, demonstra a importância de as pessoas que trabalham em uma escola possuírem vínculo com os alunos e seus familiares. "O triste, trágico e lamentável episódio registrado em uma escola do interior do estado, quando uma criança acabou sendo levada na saída por uma pessoa não autorizada pelos pais, acabando sendo morta de forma brutal, mostra que a escola é um ambiente que precisa ter íntima relação com a família e isso só é possível quando conta com profissionais altamente qualificados e com intimidade com o processo de educação. E isso vai da direção, ao corpo docente até o funcionário de função mais humilde. A escola tem de ser continuidade do ambiente familiar adequado. Em muitos casos, ela supre a própria desarmonia que a criança ou jovem encontra em casa. A  terceirização é um péssimo negócio para a escola", alegou.

 

  Além de levar a posição do sindicato à Comissão de Educação da Alerj, conclamando para que seus membros se coloquem contrários ao projeto de lei e influenciem os demais deputados, a UPPE-Sindicato também pede aos professores, em geral, para que enviem e-mails ou entre em contato com os deputados, pedindo a rejeição da proposta do governo.


Confira o Projeto de Lei na íntegra:


A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLVE:

 

Art. 1° Os cargos de servente, merendeira, vigia e zelador, integrantes do quadro de pessoal de apoio da Secretaria de Estado de Educação, constituído pela Lei Estadual n° 1.348 de 22 de setembro de 1988, e aqueles criados no âmbito da extinta Fundação de Apoio a Escola Pública - FAEP, transferidos à SEEDUC segundo autorização prevista na Lei Estadual 2.512, de 11 de janeiro de 1996, nos termos do artigo 145, inciso XIV da Constituição do Estado do Rio de Janeiro:

I -  ficam imediatamente extintos se, na data da publicação desta Lei, encontrarem-se vagos.

II -  extinguir-se-ão, à medida que se tornarem vagos, caso estejam providos na data da publicação desta Lei.

 

Art. 2° Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.


SÉRGIO CABRAL

Governador 

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UPPES participa de pesquisa

sobre governança

Reajuste salarial e saúde do professor foram temas levantados pelo sindicato

     A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, defendeu maiores investimentos na Escola Pública e no salário do professor público. Em encontro com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a educadora defendeu que, embora tenham acontecido investimentos de natureza tecnológica, precisa-se urgentemente de um real investimento no salário do professor. "Os investimentos em tecnologia são muito importantes, mas nada substitui a presença do professor em sala de aula. Precisamos resgatar as perdas salariais do magistério, são décadas de perdas", frisou.

     Também participaram da reunião a secretária geral da UPPES, Lucinda Pereira de Menezes e a diretora de Biblioteca e Criatividade, Neuza Caldas Maia, que ressaltaram a atuação do sindicato em prol das melhorias para a educação e o bem estar do professorado fluminense. Para a professora Lucinda, além dos investimentos no salário é necessário também maior aproximação da Secretaria Estadual de Educação com os educadores. "Nós da UPPES atendemos diariamente professores para os mais diversos assuntos. Atualmente, o professor tem se sentido sozinho na sala de aula e na elaboração dos projetos pedagógicos. Precisamos, além de melhores salários, um contato maior com as autoridades governamentais", assinalou.

        Dentre os assuntos discutidos no encontro, a saúde do professor também esteve em pauta, onde a presidente da UPPES ressaltou o trabalho da entidade em proporcionar momentos de cultura, lazer e bem estar ao professor filiado. "Nós temos a Casa do Professor, espaço de hospedagem, cultura e lazer, onde realizamos diversas atividades culturais. Nossa luta é para que o educador tenha plenas condições de custear seu lazer e seus estudos, porém, a realidade salarial do magistério atualmente, faz com que o sindicato preencha essas lacunas", disse.

    A professora Teresinha também enfatizou as atividades como assistência odontológica, psicológica e o recente convênio do sindicato com as Faculdades Integradas Maria Thereza (Famath) que resultou em cursos de pós-graduação por R$90 mensais. "O professor sabe da necessidade de sempre buscar o aperfeiçoamento e qualificação, mas, com os vencimentos atuais que recebem não conseguem pagar os cursos. Por essas razões a UPPES, estabelece parcerias, no entanto, continuaremos na luta para garantir a valorização do professor. A Educação precisa ser vista como uma responsabilidade de Estado e não repartida entre entidades governamentais", salientou.

      A diretora Neuza Caldas enfatizou as mudanças ocorridas em determinadas escolas da rede estadual. Segundo ela, a gestão atual do secretário de Educação, Wilson Risolia, proporcionou mudanças que foram feitas depois de reuniões entre a UPPES e Secretaria de Educação, onde o secretário recebia em mãos as reivindicações enviadas à UPPES pelos professores. "Muitos docentes encaminham ao sindicato diversas situações do magistério e da Escola Pública. Temos conseguidos resultados graças ao diálogo que estabelecemos de forma permanente, com todas as gestões da Secretaria de Educação", afirmou.

Pesquisa

      De acordo com o representante do Consed, Fernando Abrúcio, o Conselho tem feito uma pesquisa em todos os 27 estados da federação. Segundo ele, as reuniões destes dados são para futuras ações para buscar o que cada região tem feito de relevante e tentar aproveitar em soluções de nível nacional. "Temos buscado ouvir todas as esferas sociais que estão direta e indiretamente ligados a escola para buscar dados que possam servir para futuras ações em prol do Ensino Público brasileiro", assinalou.  O encontro aconteceu no dia 30 de janeiro, na Escola Seeduc, na Tijuca, Rio de Janeiro.

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Professor, veja a tabela de pagamento dos servidores - 2013:
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Saúde do professor: UPPES reabre adesão ao novo Plano de Saúde

Preocupado com a saúde do professor, sindicato estabelece parceria com Unimed-Nova Friburgo, com condições especiais para os filiados

No dia 18 de outubro, foi celebrada a parceria da UPPES com a empresa de plano de saúde Unimed Nova Friburgo, a fim de oferecer uma nova opção de plano médico hospitalar, uma vez que, o plano anterior encontra-se fechado às novas adesões, por exigência da Agência de Saúde Suplementar através da Resolução Normativa Nº 195, de 14 de julho de 2009.

O plano de saúde tem abrangência nacional e encontra-se aberto aos professores. Para mais informações, os interessados poderão entrar em contato com a sede do sindicato pelo telefone  (21) 2717-6025 ou com as subsedes de Campos dos Goytacazes, Nova Friburgo e Itaocara,  (22)2722-6837,  (22)2522-3458,  (22)3861-9238 , respectivamente.

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