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Nota:

Jamais a União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) praticou atos de depredação do patrimônio público e violência contra autoridades. Os filiados da UPPES, o legítimo sindicato dos professores, não compactuam com a violência. Ressaltamos que todas as conquistas da categoria foram obtidas através  da ordem e do diálogo. Destacamos, também, que tais fatos repercutidos pela imprensa não representam a verdadeira imagem do professor.


Nossa entidade tem lutado em prol do magistério público fluminense, desde 1945. Portanto, deixamos claro que repudiamos qualquer tipo de violência, tendo em vista que as maiores práticas de desrespeito social têm sido cometidas pelo próprio governo do Estado, quando o mesmo deixa de pagar o salário dos servidores da ativa, aposentados e pensionistas. Condenamos tais atitudes e temos lutado pela valorização salarial do magistério, pois o último reajuste salarial para a categoria ocorreu em 2014. Destacamos, ainda, a situação dos aposentados, trabalhadores que contribuíram de forma veemente para a construção da sociedade e o exercício da cidadania. Esses não podem ficar sem seus proventos. A situação é absurda, uma vez que contribuíram com a Previdência durante todo seu período de trabalho e continuam contribuindo.


O sindicato recebeu diversas reclamações através de seus canais de comunicação, diante da repercussão e narrativas que envolvem a figura do professor público da rede estadual de ensino em atos de depredação e violência.


A UPPE-Sindicato continuará na luta por uma educação pública de qualidade e pela valorização do magistério, tendo em vista sua importância para o pleno desenvolvimento do país.

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Proteger crianças é cuidar do futuro !

*Teresinha Machado da Silva

        No último dia sete, estivemos participando da 1ª Audiência Pública realizada pela Comissão de Educação da Câmara de Vereadores para debater o Plano Municipal de Educação de Niterói, a qual foi marcada por muito tumulto. Apesar do PME tratar de vários assuntos, a única questão debatida foi a "Ideologia de gênero".

        O conceito "Ideologia de Gênero" foi criado por sociólogos reunidos em uma conferência da ONU, na cidade de Pequim, em 1995. Apesar de ser uma criação dos últimos 20 anos, essa ideologia solidificou-se na cultura global de tal maneira que afeta a compreensão da família, repercute na esfera política e legislativa, no ensino e na comunicação social.

        No Brasil, o Governo Federal tem reforçado tal ideologia por meio de Políticas Públicas e medidas legais que têm sido impostas pelo governo à população brasileira.  

        Não temos qualquer tipo de preconceito, precisamos saber lidar com as diferenças, respeitar o próximo e repudiamos todo e qualquer tipo de segregação. No entanto, o que não pode acontecer é o preconceito servir de pretexto para inserir os termos de gênero e orientação sexual nas escolas e ferir o princípio sagrado de proteção à criança.

        Disfarçada de orientação necessária ao combate à homofobia e de construção de práticas sociais igualitárias para homens e mulheres, essa ideologia traz concepções que ferem a família no seu direito de orientar e de responsabilizar-se pelos seus filhos. 

        A forma como a mesma  tem apresentado  tentativas de se inserir na legislação vigente não é democrática. O problema é que, de modo escondido, o Ministério da Educação está tentando empurrar - através dos Planos Municipais de Educação - esta mesma ideologia que foi vetada no Congresso.

        O Plano Municipal de Educação não pode contrariar as  diretrizes da Lei Federal 13.005 (24/06/2014) que expurgou a "Ideologia de gênero" do Plano Nacional de Educação.  Em 2014, grupos de estudantes, professores e muitos pais conseguiram convencer nossos  deputados e senadores a retirarem tal assunto do PNE. Foi uma batalha difícil, mas eles  concordaram em retirar as questões  de gênero e orientação sexual do texto, por considerá-las inadequadas ao ambiente escolar.

        A "Ideologia de Gênero" diz que cada pessoa deve construir sua própria identidade sexual, ou seja, afirma que ninguém nasce homem ou mulher, que isso é uma questão de escolha particular. Esta propõe a desconstrução da identidade biológica e humana. Sob tais orientações ideológicas a criança perde a identidade e a referência, não se percebendo menino ou menina, mas seres "neutros indefinidos".

        As crianças terão acesso, em suas escolas, desde os primeiros anos, a materiais didáticos destinados a este fim e sua aplicação na grade de ensino das escolas será obrigatória por Lei. 

        A educação pública no Brasil não está em condições de ministrar um assunto tão polêmico, uma vez que faltam professores e os professores que  estão em sala de aula devem ensinar os alunos a respeitar a diversidade de gênero, o que não significa estimular jovens a ter esta ou aquela sexualidade.

        Diante do exposto, fica claro que não somos favoráveis à  inclusão da "Ideologia de Gênero" no PME de Niterói. Os pais e mães têm o dever e o direito de educar seus filhos. Respeitamos as diferenças entre as pessoas e seus direitos a escolhas individuais. Da mesma forma, não podemos ser desrespeitados e o Estado não pode impor esta doutrinação às nossas crianças. A Constituição nos garante isso e o Código Civil expressa a real definição de família, seus direitos e deveres na educação dos filhos.

        Infelizmente, a Comissão de Educação da Câmara dos Vereadores de Niterói decidiu cancelar a segunda audiência pública de discussão do Plano Municipal de Educação (PME), marcada para o dia 21 de junho, devido ao tumulto gerado  durante a primeira audiência, realizada no dia 07 de junho. A mesma será substituída por reuniões fechadas com representantes de instituições, movimentos sociais, acadêmicos e outras partes interessadas na discussão do Plano, decisão esta da qual  discordamos  tendo em vista que a população tem o direito de ser ouvida. 

        Estaremos presentes a fim de defender nossos ideais, afinal proteger crianças é cuidar do futuro!

Publicado em 21 de junho de 2016 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.


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UPPES encaminha nota de repúdio ao governador e autoridades do Estado


        Em repúdio ao parcelamento do salário dos professores aposentados, a UPPE-SINDICATO encaminhou nota ao governador e às autoridades solicitando o pagamento integral do salário dos servidores que se dedicaram durante anos ao magistério e que enfrentam dificuldades devido à crise financeira do Estado. 


        O e-mail foi enviado ao governador em exercício, Francisco Dorneles, ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, e aos deputados estaduais, além da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc). 

        Em apoio à UPPES, alguns deputados enviaram mensagens:


 Deputado Estadual Eliomar Coelho

"Concordamos totalmente com vocês e estamos fazendo tudo o que podemos para que o Governo pare com esse absurdo e respeite seus servidores, principalmente os aposentados." 

Deputado Estadual Flávio Serafini 

"Essa situação é calamitosa. Estamos atuando fortemente para resolver essa situação."


Deputada Estadual Martha Rocha

"Diante do teor da mesma informo que esta Parlamentar está atenta ao fato ali em comento e defenderá no Plenário desta Casa Legislativa a normatização dos pagamentos."

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Nós da UPPE-Sindicato sempre acreditamos que o Estado poderia oferecer melhores remunerações a seus servidores, desde que gerisse  melhor suas receitas.No entanto, o que temos visto é justamente o contrário. Hoje, temos a incerteza dos salários, proventos e pensões. Por outro lado, os R$ 138 bilhões em incentivos fiscais para empresas pagariam os salários dos servidores públicos, por mais de cinco anos, segundo a imprensa.Não podemos admitir que essa prática continue, uma vez que não há retorno na arrecadação, levando o Estado a não cumprir suas obrigações, no que tange à educação e às obrigações básicas do mesmo. Acreditamos que  a revisão das isenções fiscais poderia reverter o quadro caótico da economia pública estadual e retomaria o pleno funcionamento dos serviços públicos, priorizando a Educação.


Clique aqui e leia a matéria na íntegra -  (jornal Extra)  


Confira os dados publicados no jornal O GLOBO (clique aqui)

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Governo do Estado  tem 24 horas para informar pagamento da segunda parcela de salário

Clique aqui e leia a matéria na íntegra



Site EBC Agência Brasil
15/06/16

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Descaso com o aposentado
 
Mais uma vez, o professor aposentado não receberá integralmente seus proventos. É inadmissível que servidores, que tanto colaboraram para a educação e formação da sociedade, sejam relegados pelo Estado, no momento em que mais precisam. Cabe ressaltar que o servidor aposentado, na maioria dos casos, não possui outra renda, nem condições de buscar outro trabalho. Vivem única e exclusivamente dos rendimentos provenientes de suas contribuições previdenciárias. É uma covardia deixar esses trabalhadores com seus proventos parcelados, uma vez que suas despesas têm data para quitação.  A UPPE-Sindicato repudia o parcelamento do salário dos aposentados e reivindica pagamento integral para estes servidores. 
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Artistas repudiam a educação


*Teresinha Machado da Silva


        A redução do número de ministérios, há muitos anos, é desejada pela sociedade brasileira e sempre lembrada na pauta de prioridades das reformas do Estado. Do governo de  Fernando Collor ao governo de Dilma Rousseff, o número de pastas cresceu - eram 17, em 1992 e chegaram a 39, em 2015. A população não viu significativa melhoria de eficiência na gestão pública nem na oferta de serviços. Pelo contrário, a sociedade assistiu a um inchaço da máquina pública, para acomodar aliados e tentar garantir apoio no Congresso Nacional.


        O fim do MinC e a integração da Cultura à Educação geraram repercussão negativa no setor cultural e entre representantes da classe artística de todo o país. Neste contexto, o que nos  surpreendeu foi a reação de egoísmo corporativista da classe artística indignada pelo fato de o Ministério da Cultura ter sido incorporado ao Ministério da Educação.


        A classe artística precisa entender que o dinheiro das leis de incentivo vem da renúncia fiscal do governo, vem do bolso do cidadão que, além de cultura, também precisa de educação, saúde, transporte, saneamento, segurança e etc.


        Sabe-se que educação e cultura formam um dos mais valiosos patrimônios do ser humano. São dois valores que caminham juntos. Uma pessoa educada e preparada culturalmente se situa melhor no ambiente, amplia suas redes de relacionamento e ajuda a agregar valor à sociedade em que vive. A educação é o braço sistematizado da cultura, é a ordenação do que se deve tratar em cada faixa etária para dar eficiência no aprendizado, com professores habilitados a transmitir a quantidade e especificidade de saber para uma pessoa de determinada idade. E esse professor, hoje desvalorizado, é também referência de valores morais e éticos.


        Os educadores sempre prestigiaram e incentivaram a cultura. A UPPE-Sindicato luta para que as escolas possam promover o desenvolvimento cultural, inclusive cedendo seu espaço.


        No momento em que artistas exercem uma grande influência no público e podem auxiliar na melhoria da educação brasileira, preferiram ficar separados em Ministério próprio, dando a impressão, conforme se posicionaram, que são superiores aos educadores, o que não é verdade.


        Infelizmente, a decadência da educação no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil é notória. Como exemplo, a categoria do magistério público está atravessando uma situação dificílima, considerando que, além de ter um salário extremamente defasado,  não recebe reajuste  desde maio de  2015, não havendo , assim, o cumprimento da Lei 1608/90. Resultado da má gestão governamental. Enquanto isso, a Câmara dos Deputados, apoiada pelo governo interino de Michel Temer, aprovou reajustes salariais para servidores federais que vão gerar despesas adicionais da ordem de R$ 52,9 bilhões, até 2018. 


        É preciso acabar com as ostentações com o dinheiro público, a começar elegendo o que é prioridade para este momento de profunda crise. É tempo de pacificar o país e dar as mãos para nos ocupar dos grandes problemas nacionais. Devemos ser generosos, desprendidos e pensar no bem comum. 


        Após a pressão de determinados artistas, que resultou em ocupações de edifícios do MinC em diversos Estados, o presidente em exercício decidiu devolver à Cultura o status de ministério. Vale ressaltar que o retorno de uma pasta ministerial exclusiva para a cultura é abdicar de economia prometida com o dinheiro público e com o corte de gastos, deixando evidente que continua-se governando para os privilegiados e que não importam os 11 milhões de desempregados, a inflação, a educação, a saúde a segurança  e o rombo fiscal de R$ 170 bilhões. Para muitas pessoas, de acordo com a forma que os artistas reivindicaram, ficou a impressão de que eles estavam repudiando a educação.    



Publicado em 7 de junho de 2016 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 
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A crise de autoridade


*Teresinha Machado da Silva


A educação do Estado do Rio de Janeiro está passando por uma crise muito séria não só no que diz respeito à questão financeira, mas também em relação à autoridade. A rede pública fluminense  enfrenta um cenário conturbado, agravado pelo agudo colapso financeiro que paralisa a máquina administrativa do Rio de Janeiro, além da greve de professores , da ocupação de 68 escolas e a da troca de comando na Secretaria Estadual de Educação, o que tem preocupado o governo, professores, alunos e pais de alunos.


A pressão foi tanta que o secretário de Educação, Antônio Neto, pediu para sair do cargo e foi exonerado no último dia 16. Para negociar com professores, estudantes e funcionários, o Governo do Estado convocou o presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), Wagner Victer, o qual precisará tomar providências inadiáveis.  


Admiramos a atitude do ex-secretário Antonio Neto, pois não havia ambiente para o trabalho. O respeito é necessário, tanto de alunos como de professores, ambos  devem respeitar as autoridades. Quando não há respeito, não há diálogo, portanto acreditamos que ele tomou a decisão correta. Desejamos que a ordem seja restabelecida o mais rápido possível e que o prejuízo causado pelos últimos incidentes sejam minimizados para que possamos elevar a qualidade da educação no estado. Educação deveria ser o quadro de maior importância de qualquer governo.


Lamentamos, imensamente, o fato de a última gestão ter desconstruído uma série de realizações, promovidas nos quatro anos de administração do ex-secretário Wilson Risolia (2011-2014), que melhoraram a qualidade do ensino e elevaram o estado do Rio de Janeiro, o qual  avançou de 26º para 3º lugar no ranking nacional, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), entre 2010 e 2014. 


Pressionada pelos grevistas e acuada pelo movimento de ocupação de escolas, a Secretaria de Educação abriu mão de um eficiente dispositivo de monitoramento do aprendizado: Saerj (Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro). O Saerj foi introduzido como instrumento para medir o nível de aprendizado, na gestão do secretário Wilson Risolia. O método permite que sejam identificadas dificuldades pontuais em cada escola, mostra como cada uma está em relação às demais a fim de reduzir as desigualdades educacionais entre elas. Extingui-lo significa abrir mão de avaliações que contribuíram para o Rio de janeiro dar um salto no ranking do Ideb.


O caos que acontece em algumas unidades é decorrente da descontinuidade e desmonte do plano educacional deixado pela administração anterior. Isso só poderia resultar na desordem a que estamos assistindo. Não se mantém uma boa administração sem ouvir as partes envolvidas. Nós, há algum tempo, temos incentivado a necessidade de ouvir os alunos, saber deles como está a escola, quais são seus anseios, suas dificuldades e como deveria ser a escola ideal. Sempre ressaltamos a participação efetiva dos pais na comunidade escolar. A família desempenha papel fundamental no desenvolvimento dos estudantes quando está em constante contato com escola. 


O estado precisa gerir melhor seus recursos a fim de que as crianças e jovens tenham prazer em ficar na escola o que contribuirá para um melhor aprendizado.


Sempre temos a esperança de que uma nova gestão desenvolva um bom trabalho. Esperamos que o novo secretário estabeleça o diálogo, pois na última gestão, houve certa dificuldade, o que resultou no nosso afastamento das últimas reuniões. No que depender da UPPES, em relação à valorização do professor, melhorias para as escolas e a Educação pública de um modo geral, reivindicaremos melhorias e cobraremos sempre, como a UPPE-Sindicato tem feito há 70 anos. No que diz respeito à atual situação, nunca vimos algo tão grave, um momento tão preocupante, com invasão de escolas e desorganização da Rede Estadual de Ensino.    


Muito nos preocupa a falta de domínio da secretaria. Esperamos que o governador possa encontrar na figura do próprio secretário uma pessoa com autoridade necessária para tirar a educação dessa crise. 


Publicado em 24 de maio de 2016 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 

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Crise na Educação: Uma análise sobre a troca de gestão da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) 


        Sempre temos a esperança de que uma nova gestão desenvolva um bom trabalho. Esperamos que o novo secretário estabeleça o diálogo, pois na última gestão, houve certa dificuldade, o que resultou no nosso afastamento das últimas reuniões. No que depender da UPPES, em relação à valorização do professor, melhorias para as escolas e a Educação pública de um modo geral, reivindicaremos  e cobraremos sempre, como a UPPE-Sindicato tem feito há 70 anos. No que diz respeito à atual situação, nunca vimos algo tão grave, um momento tão preocupante, com invasão de escolas e desorganização da Rede Estadual de Ensino.  


        Sobre a última gestão, lamentamos imensamente o desmonte de uma série de realizações, promovidas nos quatro anos de administração do ex-secretário Wilson Risolia (2011-2014), que melhoraram a qualidade do ensino e elevaram o estado do Rio de Janeiro, o qual avançou posições no ranking nacional, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e obteve melhorias. O caos que acontece em algumas unidades é decorrente da descontinuidade e desmonte do plano educacional deixado pela administração anterior. Isso só poderia resultar na desordem a que estamos assistindo. 


        Não se mantém uma boa administração sem ouvir as partes envolvidas. Nós,  há algum tempo, temos incentivado a necessidade de ouvir os alunos, saber deles como está escola, quais são seus anseios, suas dificuldades e como deveria ser a escola ideal. Sempre ressaltamos a participação efetiva dos pais na comunidade escolar. A família desempenha papel fundamental no desenvolvimento dos estudantes quando está em constante contato com escola.


        Admiramos a atitude do secretário Antonio Neto, pois não havia ambiente para o trabalho. O respeito é necessário, tanto de alunos como de professores, ambos  devem respeitar as autoridades. Quando não há respeito, não há diálogo, portanto acreditamos que ele tomou a decisão correta. Desejamos que a ordem seja restabelecida o mais rápido possível e que os prejuízos causados pelos últimos incidentes sejam minimizados para que possamos elevar a qualidade da educação no estado. Educação deveria ser o quadro de maior importância de qualquer governo.


        Durante os 70 anos da UPPES, nossos filiados nunca assistiram a uma situação tão grave, tal fato tem resultado no abandono da carreira e desvalorização do salário do professor. Sempre houve diálogo, respeito e a certeza da importância da carreira do magistério.

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Matéria publicada no site do jornal Extra 
11/05/16

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Atenção!

A UPPES, em entendimento com a Unimed-Nova Friburgo, conseguiu isenção de cobrança de juros para os aposentados e pensionistas que tiveram seus proventos e pensões atrasados.

Os filiados que estão nesta situação devem entrar em contato com a UPPES, a partir do dia 3 de maio, para solicitar o boleto retificado.

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Questão  de Justiça

e de Direito

 

Teresinha Machado da Silva


           Felizmente a Defensoria Pública, a UPPES, a FASP e outras entidades foram céleres em agir a favor dos 137 mil  aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro.


        A angústia, a incerteza e o stress da espera pelo pagamento marcaram, para sempre, quem não deveria amargar tais sentimentos, uma vez que merecem descanso e consideração de todos e,  especialmente, dos que chegaram ao governo pelo voto popular. 


        Não podemos concordar que aposentados e pensionistas fiquem sem seus proventos e pensões, uma vez que trabalharam e fizeram jus a um descanso com segurança e têm contas para pagar. Houve uma insensibilidade muito grande perante a categoria  mais vulnerável, que trabalhou a vida toda e contribuiu para a previdência. É inadmissível que essa categoria tenha de passar por isso. Esperamos que isso nunca mais ocorra.


        Esta situação é absurda e inconstitucional! É vergonhoso um estado não se preparar para a queda de recursos e ter de escolher entre pagar uns a outros.


        É curioso o que tem acontecido com o Rioprevidência cuja insolvência é atribuída à queda no recolhimento nos royalties do petróleo. De acordo com notícias do jornal O Globo, em 2015, o fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio captou U$ 3,1 bilhões com títulos de dívida em dólar. Nunca um fundo de pensão brasileiro havia emitido dívida no exterior.


        O próprio jornal O Globo noticiou o arresto de bens do Rioprevidência e de acordos dos seus gestores com os fundos que adquiriram os títulos do "Rio Oil Finnance Trust".


        Todo o drama a que estamos assistindo neste momento mostra que esta foi mais uma aposta frustrada do (des) governo do Rio de Janeiro e, obviamente, o prejuízo está sendo colocado nas costas dos aposentados e pensionistas, enquanto as futuras aposentadorias correm um grande risco de se tornarem um imenso calote para os servidores que hoje estão na ativa e recolhendo para o Rioprevidência. 


        Nos próximos meses, o Executivo está impedido de realizar qualquer  divisão entre ativos e inativos. O pagamento, para ambos, deverá ser realizado até o décimo dia útil do mês seguinte trabalhado. O desrespeito a essa decisão colocará o governo como autor de crime de responsabilidade, ou seja, o Executivo estará desrespeitando o dever legal de pagar a todo o seu funcionalismo na data limite.


        Parabéns  aos defensores  e  advogados das entidades  que, motivados pelo descumprimento das leis, atuaram rapidamente devolvendo àqueles, que trabalharam anos com dedicação e sempre contribuíram para a previdência, seus direitos assegurados.



        Enfim, mais uma vez, pudemos contar com o Poder Judiciário!



Publicado em 10 de maio de 2016 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.

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Oficiais de Justiça cumprem mandado de arresto de contas do Governo do Rio


Clique aqui e confira a matéria na íntegra
 


Matéria publicada no site do Jornal Extra - Servidor Público

26/04
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Justiça decreta inconstitucional falta de pagamento a aposentados e determina depósito imediato

Matéria publicada no site do Jornal Extra - Servidor Público
25/04


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Ofício encaminhado pela UPPES recebe resposta da Secretaria de Planejamento e Gestão  

Solicitação de revisão do decreto que deixa os aposentados sem salário foi enviada para autoridades e secretarias.


Confira abaixo o ofício enviado pela Seplag:
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Alerj: Presidente da UPPES reivindica pagamento de aposentados e pensionistas 


Durante audiência pública da Comissão de Educação da Alerj, realizada em 20/04, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, reivindicou o pagamento dos aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com a sindicalista, os problemas enfrentados no estado, são problemas recorrentes em todo o país. "A Educação no Brasil não é prioridade. Eu nunca acreditei que o estado chegaria ao ponto de não pagar aos aposentados e pensionistas. Esses nossos companheiros, servidores públicos, encontram-se em um sofrimento desesperador. Para onde foi o dinheiro? Será que o estado se mantêm apenas com os recursos do petróleo"? Questionou a sindicalista.Durante audiência pública da Comissão de Educação da Alerj, realizada em 20/04, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, reivindicou o pagamento dos aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com a sindicalista, os problemas enfrentados no estado, são problemas recorrentes em todo o país. "A Educação no Brasil não é prioridade. Eu nunca acreditei que o estado chegaria ao ponto de não pagar aos aposentados e pensionistas. Esses nossos companheiros, servidores públicos, encontram-se em um sofrimento desesperador. Para onde foi o dinheiro? Será que o estado se matem apenas com os recursos do petróleo"? Questionou a sindicalista.


A educadora destacou que o sindicato impetrou ação judicial para garantir o pagamento dos aposentados e pensionistas. "O sindicato entrou com um mandado de segurança e também obtivemos parecer favorável da justiça, no processo movido pela Defensoria Pública, no entanto, já sabemos que o estado irá recorrer da decisão e, com isso, diversos aposentados ficarão sem seus salários. Sem comprar seus remédios, sem pagar suas contas e tudo mais. Faço este apelo a todos que aqui estão para que nos ajudem a convencer o governo a pagar urgentemente aos aposentados", assinalou.  Segundo ela, existe uma redundância nos discursos, onde o governo afirma não ter recursos para pagar o funcionalismo, mas efetuou significativas nomeações para cargos comissionados. "O governo diz não ter recursos, mas, do dia 1º de abril ao dia 14, nomeou 153 cargos comissionados", afirmou.


A Audiência pública tinha como tema a situação da Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo), diante da situação financeira do Estado do Rio de Janeiro. O debate contou com a participação de membros da diretoria executiva e regional da UPPES: Lucinda Bezerra de Menezes (secretária geral), Sônia Sardela (secretária), Eliane da Costa (diretora financeira), Vanença Morais (diretora de Dptº. Assistencial), Abigail Rosa Amim ( diretora da 1ª região) e Neuza Caldas (diretora de Biblioteca e Criatividades). Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, o debate contou com a participação de educadores da Uezo, além dos parlamentares que compõem a Comissão de Educação da Alerj.


Obstrução parlamentar


A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro encontra-se em obstrução parlamentar, onde nenhuma pauta será votada até que se regularize a situação do pagamento dos aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro.

 

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Matéria publicada na Coluna do Servidor do jornal Extra

Clique aqui e leia na íntegra




19 de abril de 2016
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UPPES encaminha ofício para as autoridades e secretarias

Sindicato solicita revisão do decreto que deixa aposentados sem pagamento

Em repúdio ao decreto publicado, no dia 12 de abril no Diário Oficial, a UPPE-SINDICATO enviou ofício para o governador em exercício, Francisco Dornelles, para que seja revista a determinação que deixa todos os aposentados que recebem acima de 2 mil reais sem pagamento.

Além do governador, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Jorge Picciani, Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) e a  Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) receberam o documento. 


Confira abaixo:

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Matéria publicada no jornal O DIA, na Coluna do Servidor com Alessandra Horto

Edição: 14/04/16


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UPPES entra na justiça em defesa dos aposentados


Sindicato impetrou Mandado de Segurança para anular o decreto do executivo, que adiou o pagamento dos servidores aposentados que recebem acima de R$ 2 mil.

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NOTA DE REPÚDIO AO PLP 257/2016


A UPPE-SINDICATO representante dos professores públicos estaduais do Rio de Janeiro, vem a público manifestar seu absoluto repúdio ao PLP 257/2016, enviado ao Congresso no dia 22 de março e que tramita em regime de urgência. A pretexto de viabilizar o refinanciamento dos Estados e do DF apresenta como contrapartida aos entes federados medidas para contenção de custos que atingem diretamente os servidores públicos e a sociedade como um todo. 


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Exm.º Governador,
 
A UPPES, como o sindicato dos professores e especialistas em educação públicos no Estado do Rio de Janeiro, vem solicitar a V.Ex.ª  a integralidade do pagamento dos salários não só dos professores ativos, assim como dos aposentados, os quais dedicaram a vida inteira à educação, a fim de minimizar o sofrimento que temos constatado em virtude de não terem recebido reajuste no ano de 2015, sendo-lhes impossível acompanhar o aumento do custo de vida.
 
    Desde já, agradecemos a atenção e contamos com o empenho de V.Ex.ª em atender o nosso pleito.  
 
    Atenciosamente,
    Teresinha Oliveira Machado da Silva
    Presidente - UPPE-Sindicato

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ATENÇÃO


PROFESSORES DA REDE ESTADUAL FILIADOS À UPPES


MANTENHAM OS DADOS CADASTRAIS ATUALIZADOS EM NOSSO SISTEMA. 




SÃO ELES

- NÚMERO DA CARTEIRA DE IDENTIDADE E ÓRGÃO EXPEDIDOR

- CPF

-  ENDEREÇO RESIDENCIAL

- TELEFONE PARA CONTATO 

- E-MAIL



ESCLARECEMOS QUE OS DADOS SÃO NECESSÁRIOS PARA O PROSSEGUIMENTO DAS AÇÕES COLETIVAS EM TRÂMITE, FICANDO PREJUDICADOS NOS RESPECTIVOS PROCESSOS, AQUELES QUE NÃO POSSUEM DADOS COMPLETOS.


FAVOR ENVIAR OS DADOS PARA A SECRETARIA DA UPPES ATRAVÉS DO E-MAIL secretaria@uppes.com.br OU ATRAVÉS DE CONTATO TELEFÔNICO (021) 2717-6025.
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UPPE -Sindicato envia  ofício  às autoridades reivindicando integralidade dos salários e pagamento até o 5º dia útil

O ofício foi encaminhado ao governador do Estado e também à Secretaria de Educação,  Secretaria de Planejamento e Gestão, Secretaria de Governo e Secretaria de Fazenda.

Leia na íntegra:

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Palestra com Augusto Cury reúne grande público em Niterói



Um dos autores mais lidos dos últimos tempos retorna à cidade e, desta vez com a palestra "Como gerenciar emoções e vencer desafios". A conferência contou com o apoio da UPPE-Sindicato e reuniu pessoas de diversas regiões do estado.

Pela segunda vez em Niterói, o psiquiatra e psicoterapeuta, Augusto Cury, palestrou no Clube Português, no dia 23 de março, para um auditório repleto de pessoas dispostas a aprender "Como gerenciar emoções e vencer desafios".  Na abertura do evento, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, ressaltou a importância da presença do público que, mais uma vez, lotou o espaço. "Agradeço a presença de todos aqui. Tenho certeza de que sairemos bem melhores do que chegamos, pois o Dr. Augusto Cury, realmente, tem boas coisas a nos transmitir, uma vez que precisamos muito melhorar. Nós professores, estamos passando por um momento extremamente difícil, mas venceremos, com toda certeza. Teremos muitas lições do nosso palestrante, não só por conta do que será dito hoje, mas também com seus livros", frisou.

Já o Dr. Augusto Cury destacou o retorno a Niterói e deu dicas importantes para o dia a dia. "Em primeiro lugar, nós temos que mapear a nossa qualidade de vida, os nossos conflitos, os comportamentos que esgotam o cérebro. Quem sofre por antecipação esgota o cérebro com muita facilidade", assinalou. Segundo ele, "o perfeccionismo, cobrar demais dos outros, cobrar demais de si e auto punir-se, todos esses comportamentos, tornam o ser humano cruel com ele mesmo e, consequentemente, dificultando a qualidade de vida. O gerenciamento da emoção é a capacidade de se reinventar nas dificuldades e ao invés de usar a energia para reclamar, usar a energia para se superar", afirmou.

Augusto Cury  é médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor e  escritor. Seus livros já venderam mais de 28 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 70 países.

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UPPES cobra do governo pagamento até o segundo dia útil

A presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato, Teresinha Machado da Silva, tem cobrado do Governo do Estado, o pagamento dos servidores no segundo dia útil, conforme o calendário do ano anterior ou no quinto dia útil, de acordo com a norma aplicada para os trabalhadores celetistas.  De acordo com a sindicalista, a atual situação é inadmissível.  "Não é possível que o servidor público, em especial os professores, sejam punidos pela má gestão do governo", afirmou. A educadora tem criticado, de forma veemente, as ações prejudiciais do executivo aos servidores públicos.

Parcelamento de salário

A coluna Informe, do jornal O Dia, de 19 de março, noticiou a possibilidade de parcelamento do salário de março. De acordo com a publicação, o secretário de Fazenda, Júlio Bueno, teria afirmado que não seria possível quitar os vencimentos de uma vez, caso o governo não adquira recursos até 14 de abril.

A UPPE-Sindicato entrou em contato com a Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro para apurar esta informação, a qual foi negada pela assessoria de comunicação da pasta. Confira nota abaixo:

"Não confirmamos a informação de que o secretário Julio Bueno afirmou que o próximo salário dos servidores estaduais seria parcelado. A Fazenda, assim como ocorreu nos meses de janeiro e fevereiro, está se esforçando na busca de recursos que garantam o pagamento dos salários dos servidores ativos, inativos e pensionistas na data determinada pelo calendário".

O sindicato acompanhará os desdobramentos desta situação e, desde já, repudia qualquer ação de parcelamento de salários.

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   Política injusta será derrotada !

Teresinha Machado da Silva - Presidente

  É muito importante que a população esteja se organizando para ir às ruas manifestar suas posições em face do que se deseja para o país e isso deveria ser analisado pelos governantes, pelos deputados e senadores como uma expressão das necessidades e o que o povo espera dessas pessoas que estão representando a população. O povo tem pedido melhorias na educação, saúde e segurança.

 A UPPE- Sindicato tem participado das manifestações, representando o magistério estadual, juntamente com sindicatos de diversas categorias de servidores públicos.

Desde o início do atual governo, a prestação de serviços públicos essenciais à qualidade de vida da população têm sido precarizada em nome de uma grave crise econômica.

No entanto, em meio à crise, o Governo do Estado, na última quarta-feira (09/03), pediu "compreensão" aos servidores públicos em virtude do atraso no pagamento dos salários de fevereiro e ainda publicou um decreto comunicando   nova data de pagamento dos servidores ativos e inativos. O salário, que antes era depositado no segundo dia útil do mês seguinte ao trabalhado, em dezembro, passou a ser depositado no sétimo dia útil e, após o decreto de 08 de março de 2016, passou  para o décimo dia útil.

Tal medida é justificada pelo governador devido à grave crise financeira, porém como já temos denunciado e foi confirmado pelo Jornal Extra do último dia 09, o governo foi alvo de um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), apontando a concessão de diversas isenções fiscais a empresas, entre 2008 e 2013, num valor total estimado de R$138,6 bilhões, o que seria suficiente para pagar cinco anos e três meses de vencimentos ao funcionalismo público, já incluindo o 13º salário.

É de conhecimento geral que a lei determina que os trabalhadores   vinculados à CLT devem receber o pagamento de seus salários , no máximo, até o quinto dia útil, da mesma forma que deveria ocorrer com os servidores públicos , já que são todos trabalhadores .O governo alterou a lei por decreto, o que ratifica   o descaso, uma vez que decreto não é superior à lei.

Enquanto o governo desperdiça bilhões de reais com isenções fiscais, tenta fazer o servidor pagar essa conta, reduzindo salários do funcionalismo, atacando seus direitos previdenciários, alterando o calendário de pagamento, parcelando a segunda parcela do 13º salário, além de não conceder reajustes salariais.

A UPPE-Sindicato repudia mais um ato reprovável do Governador do Estado contra os servidores públicos, entre eles os professores, os quais já ganham   pouquíssimo e não têm como honrar seus compromissos.

Enquanto falta dinheiro para pagar os salários dos servidores, o governador programa a reforma do palácio das Laranjeiras que consumiria   R$ 3,7 milhões, conforme noticiado pelo Jornal Extra, no último dia 10. Do total, R$ 2,4 milhões seriam gastos na piscina, na pérgola, no corpo da guarda e na instalação de uma nova entrada de energia. A restauração do mobiliário responderia por mais R$ 1,3 milhão, conforme publicado no Diário Oficial de 03 de março, seis dias antes de o governo anunciar que não teria recursos para pagar os salários de fevereiro.

É vergonhoso um governo que se preocupa pouco com gastos indevidos e acintosos em relação ao momento em que vive o país. É uma grande falta de respeito com a sociedade que está fazendo um esforço enorme para sobreviver com essa crise que os próprios governantes provocaram e que tem demonstrado suas insatisfações e necessidades indo às ruas e através das redes sociais.

Como querem os governantes que o país seja uma pátria educadora, com professores mal remunerados, com condições inadequadas de trabalho, carga horária elevada, entre outras situações? Não podemos concordar com isso.

Os   servidores   não   podem   pagar por   essa inversão de valores. A   política   econômica   do governo de beneficiar as empresas em detrimento das responsabilidades do Estado com os serviços essenciais, que são fundamentais para a população, será derrotada. Estamos trabalhando muito para mudar essa história. Participe! Lute!

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A UPPE-Sindicato  repudia mais um ato reprovável do Governador do Estado contra os servidores públicos, entre eles os professores.

Veja o decreto abaixo:

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, protestou contra o decreto do governador. "Já ganhamos pouco e agora com adiamento?Como querem os governantes que o país seja uma pátria educadora, com professores mal remunerados, com condições inadequadas de trabalho, carga horária elevada, entre outras situações? Não podemos concordar com isso", afirmou .

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UPPES em defesa do servidor público



Sindicato participa de ato em defesa dos servidores públicos estaduais

Reajuste salarial, retomada do calendário de pagamento, fim do parcelamento do 13º salário, valorização do servidor e não ao aumento da contribuição previdenciária. Essas foram as principais reivindicações do ato público dos servidores estaduais, na tarde do dia dois de  março, na escadaria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).


A UPPE- sindicato, mais uma vez, participou da manifestação representando os professores e a educação pública no estado. A entidade reivindica recomposição salarial para o magistério, pois a categoria não obteve reajuste em 2015; respeito ao Plano de Carreira, dentre outras demandas. De acordo com a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, a reação dos servidores, em especial dos educadores, é fruto dos anos de desvalorização salarial e desrespeito ao servidor público. "Temos demonstrado, há anos, a grave situação das escolas públicas e a desvalorização salarial. O que estamos assistindo agora é o resultado do abandono e da falta de investimento. Sabemos que recursos existem, o Brasil é um país com muitas possibilidades, no entanto, as más gestões, os descuidos com o dinheiro público e a corrupção estão nos levando ao caos", assinalou. A sindicalista destacou que a responsabilidade pela crise não pode recair sobre a população. "Não podemos, nem devemos pagar essa conta", afirmou a presidente da UPPES.


A manifestação contou com a participação, de aproximadamente, 10 mil servidores públicos de diversas regiões do estado.


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10% de desconto para filiados à UPPES   499




Mais informações: 
http://www.ineeventos.com.br/

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Nova gestão: valorização do magistério como prioridade

Em 19 de fevereiro, foi realizada, na Casa do Professor, em Pendotiba, Niterói, a posse da diretoria eleita da UPPE-Sindicato, para o período de fevereiro de 2016 a fevereiro de 2020, sob a presidência da professora Teresinha Oliveira Machado da Silva.

Durante seu pronunciamento como presidente reeleita da UPPES, Teresinha Machado da Silva, ressaltou os trabalhos desenvolvidos pela entidade, nos últimos anos, em relação à valorização do magistério e fortalecimento da escola pública. A educadora destacou conquistas do sindicato e conclamou a categoria para reivindicar juntamente com a entidade melhorias para a educação no Estado do Rio de Janeiro. "Como sindicalistas nós desempenhamos nosso papel de reivindicação, com reunião com autoridades governamentais, manifestações, assembleias e tantas outras atividades. No entanto, cabe, também, à comunidade escolar a participação conjunta com o sindicato, para que possamos avançar e, assim, conquistar nossos objetivos", afirmou.

Durante seu discurso a sindicalista exibiu um vídeo do juiz Sérgio Moro (clique aqui para assistir), onde o magistrado ressalta que fará seu trabalho de forma idônea e dedicada, no entanto, ele também destaca o papel da sociedade na denúncia, fiscalização e participação. A presidente da UPPES ilustrou seu discurso com as palavras do juiz.  


Leia o discurso na íntegra:

        Sentimo-nos honrados em, mais uma vez, termos sido indicados para liderar a equipe de diversos profissionais que fazem parte deste Sindicato.

        Não esperávamos ficar tanto tempo na presidência da UPPES e a cada término de gestão colocamos à disposição dos membros da diretoria e  filiados para ocuparem o cargo ao qual sempre temos a grata satisfação de sermos conduzidas, para um novo mandato de quatro  anos.
        Com certeza, faremos o melhor que pudermos, sempre renovando os ideais de acordo com as necessidades do momento vivido.
        Para nós, é muito penoso não termos a possibilidade de realizar as melhorias que a educação pública necessita, pois isso depende dos que nos governam e que, infelizmente, não a priorizam.
        É certo, porém, que temos sido batalhadores pela causa do  magistério, da educação, pois acreditamos que deles depende o bem-estar e a satisfação do povo brasileiro.
        As escolas públicas precisam voltar a ser as melhores do país, tendo em vista que a partir delas é que teremos mais igualdade social e benefícios para todos, independente de raça, crença ou condição econômica.
        Faço das palavras do Juiz Sérgio Moro as minhas, uma vez que diretorias e funcionários da UPPES têm limites em suas atuações e as realizam com empenho e dedicação. No entanto, dependemos da categoria que congregamos para obtermos melhores resultados.
        Agradecemos a todos vocês e esperamos contar com todos, como vem acontecendo nesses anos em que estivemos na presidência da UPPES.
        Por fim, pedimos a Deus que nos ilumine, sabendo que sem a Sua Bênção nada podemos fazer.
        Obrigada!

Diretoria eleita:
 
PRESIDENTE:
Teresinha Oliveira Machado da Silva
 
SECRETÁRIA GERAL:
Lucinda Pereira Bezerra de Menezes
 
SECRETÁRIA:
Sônia Maria Sardella de Souza
 
TESOUREIRA:
Eliane da Costa S. Seabra
 
DIRETORA DO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL:
Vanença de Souza Moraes 
 
DIRETORA DE BIBLIOTECA E CRIATIVIDADE: 
Neuza Caldas Maia  
 
DIRETOR DE RELAÇÕES PÚBLICAS E DIVULGAÇÃO:
Raymundo Nery Stelling Júnior
 
DIRETORIA REGIONAL:
 
1ª Região: Abigail Rosa Amim
2ª Região: Maria Aparecida T. Moraes
3ª Região: Subsede N. Friburgo:Annita F. da Cunha Lima
4ª Região: Marilene Ravizzini Kilpp
5ª Região: Subsede Itaocara: José Antonio Azeredo
6ª Região: Subsede Campos dos Goytacazes: Célia Marins Peixoto
 
CONSELHO FISCAL:
 
Doris S. Abreu de Oliveira
Maria de Lourdes Ventura Brígido
Therezinha Pacheco Rodrigues
Carmem Ravizzini Lima (Suplente)
Leda Maria Lebre Lessa (Suplente)
Leila de Castro Meceni (Suplente)
 
CONSELHO CONSULTIVO:
 
Amerisa Maria R. Campos
Edda Maria Balbi
Yaci Ferreira de Souza
Jussara Maria de Jesus Miranda
Maria Candida Leal Cordeiro
 
A Comissão Eleitoral foi composta por: Ana Maria Pereira, Cleidy Bertoni Ribas e Ilma Nogueira Motta.
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UPPES participa de ato em defesa dos servidores públicos estaduais

A UPPE-Sindicato participou de manifestação juntamente com sindicatos de diversas categorias de servidores púbicos, no dia 03/02, na escadaria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), representando o magistério estadual. O ato reuniu milhares de servidores, de várias regiões do estado, que protestaram contra as ações do Governo do Estado prejudiciais ao funcionalismo público como: aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%, mudanças no calendário de pagamento, parcelamento da segunda parcela do 13º salário e, no caso do magistério, falta de reajuste salarial (Educação não obteve reajuste em 2015).

A UPPES, o primeiro sindicato de servidores públicos do Brasil, empunhou as faixas "S.O.S. Educação" e "Salário do professor vergonha nacional", como forma de demonstrar a grave situação do professorado fluminense. . A secretária geral da UPPES, Lucinda Pereira Bezerra de Menezes, ressaltou a importância do ato. "A categoria está unida em prol de melhorias, temos aqui, hoje, muitos professores do interior, que vieram dar voz às nossas reivindicações. No ano passado, não houve reajuste para o magistério, além do parcelamento da segunda parcela do 13º", assinalou.

De acordo com a sindicalista, a situação econômica no país não pode ser o motivo para o detrimento dos direitos e benefícios dos servidores públicos. "Sabemos da crise que o país atravessa e a situação do estado, no entanto, não é o servidor público, nem a população que tem que pagar essa conta", frisou.

Sem luta não haverá resultado!

Professor participe!

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Estado: multiplicador da desigualdade social

*Teresinha Machado da Silva

Conforme notícia publicada no jornal "O Globo", em 22 de janeiro de 2016, no ano passado, a Secretaria de Educação executou apenas 27% do que estava previsto em investimentos destinados à rede. O percentual é o menor registrado pela pasta desde 2007.


Não se pode negar que a baixa execução orçamentária prejudica muito a construção e a reforma das escolas o que gera um grande impacto na qualidade do trabalho pedagógico. O corte de investimentos é muito grave, já que uma boa escola deve ter uma boa infraestrutura. Se não há o investimento adequado, passa a ser considerada uma escola de segundo nível, onde os alunos são muito prejudicados. Conforme lista divulgada pela Secretaria de Educação, quarenta e quatro escolas tiveram conceito "ruim" e duas, "péssimo", no ano de 2015.  


Infelizmente, percebemos que algumas pessoas que estão à frente do Ministério da Educação não são pessoas que têm conhecimento da Educação Infantil, desconhecendo profundamente a realidade e a necessidade de instrumentos para trabalharem com crianças em formação.


Não vemos nossos representantes reduzirem gastos da máquina pública. O que temos assistido são cortes em programas que atingem a educação, a saúde e a área social. É preciso ficar claro que tais cortes são consequência da irresponsabilidade com que o governo agiu nos últimos anos.  O maior “esforço fiscal” vem do aumento de impostos sobre a população brasileira, que já paga uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo. 


Em decisão favorável à ação movida pela Federação das Associações e Sindicatos de Servidores Públicos (Fasp), o juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), acatou, no último dia 28, o pedido de liminar que determina o retorno do antigo calendário de pagamento dos servidores estaduais e o pagamento integral da segunda parcela do 13º salário.


A UPPE-Sindicato é filiada à Fasp e, desde o início, tem apoiado o processo impetrado pela entidade, trabalhando também com ações em defesa dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro.


Na decisão, o magistrado reconhece a precária situação econômica do Rio de Janeiro e destaca a discrepância nas escolhas administrativas feitas pelo governo. O juiz citou o repasse de verbas vultuosas a empresas privadas para quitação de dívidas; gastos com publicidade e reformas nos palácios Guanabara e Laranjeiras; desconto fiscal de IPVA para as empresas concessionárias de ônibus, cuja lei foi declarada inconstitucional pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio; além da concessão de isenções fiscais bilionárias e o descarte de materiais cirúrgicos novos que se encontravam abandonados no depósito da Secretaria Estadual de Saúde.

Todos os fatos acima mencionados foram divulgados recentemente pela mídia em razão do colapso em que se encontra o Estado do Rio de Janeiro, que após a má gestão com os gastos públicos decorrentes do excepcional momento em que o Estado vivia com a arrecadação dos Royalties, pretende que o servidor pague as contas mediante o atraso no pagamento.

Não há possibilidade de retirarem mais nada da educação pública pois esta já pagou a conta. Não aceitaremos que o magistério fique mais um ano sem aumento salarial uma vez que do salário depende a sua sobrevivência. É dever do Estado a distribuição da renda de sua população, porém, o mesmo tem agido como multiplicador da desigualdade social, quando não valoriza o servidor público, em especial os docentes, e não faz o investimento necessário para o pleno desenvolvimento da educação pública.

Publicado em 2 de fevereiro de 2016 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 
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Decisão judicial determina retorno de calendário de pagamento e parcela integral do 13°

Em decisão favorável à ação movida pela Federação das Associações e Sindicatos de Servidores Públicos (Fasp), o juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), acatou o pedido de liminar que determina o retorno do antigo calendário de pagamento dos servidores estaduais e o pagamento integral da segunda parcela do 13º salário.

A UPPE-Sindicato é filiada à Fasp e, desde o início, tem apoiado o pedido de liminar impetrado pela entidade, trabalhando, também, com ações em defesa dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro. Além da UPPES, a federação representa 90 instituições de servidores públicos no estado.

Veja abaixo mais detalhes do processo:


Juiz ordena que Estado do Rio cumpra pagamento regular de todos os servidores do estado

O juiz da 8ª Vara de Fazenda Pública, Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, determinou nesta quinta-feira, dia 28, que o governo do Estado do Rio de Janeiro cumpra o calendário regular de pagamentos dos servidores públicos, ativos e inativos, bem como dos pensionistas. Em caso de descumprimento da decisão judicial, o governador Luiz Fernando Pezão terá de pagar multa pessoal fixada em R$ 50 mil por dia de atraso nos pagamentos. Para servidores do Poder Judiciário e magistrados, os depósitos devem ser feitos no último dia útil do mês trabalhado.
 
O magistrado também ordenou que o Estado quite com seus servidores, de uma única vez, as parcelas restantes do 13° salário, no próximo vencimento, sob pena de multa pessoal ao governador no valor de R$ 300 mil. A decisão atende ação civil pública ajuizada pela Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro.
 
Na decisão, o magistrado reconhece a precária situação econômica do Rio de Janeiro e destaca a discrepância nas escolhas administrativas feitas pelo governo. O juiz citou o repasse de verbas vultuosas a empresas privadas para quitação de dívidas; gastos com publicidade e reformas nos palácios Guanabara e Laranjeiras; desconto fiscal de IPVA para as empresas concessionárias de ônibus, cuja lei foi declarada inconstitucional pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio; além da concessão de isenções fiscais bilionárias e o descarte de materiais cirúrgicos novos que se encontravam abandonados no depósito da Secretaria Estadual de Saúde.
 
"Todos os fatos acima mencionados são notórios e foram divulgados recentemente pela mídia em razão do colapso em que se encontra o Estado do Rio de Janeiro, que após a farra com os gastos públicos decorrentes do excepcional momento em que o Estado vivia com a arrecadação dos Royalties, pretende que o servidor pague as contas mediante o atraso no pagamento de verba de natureza alimentícia, situação com a qual este Poder Judiciário não pode compactuar. Nesse sentido, entendo que o momento é de priorizar em absoluto os Servidores Públicos deste Estado, que não podem ser privados de seus recursos provenientes do salário, dada a natureza alimentar destes", justifica o juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves.
 
O magistrado destacou ainda que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, ciente do grave momento em que o Estado se encontra, emprestou com recursos próprios a quantia de R$ 400 milhões ao Poder Executivo, em dezembro de 2014, bem como R$ 6,9 bilhões, com recursos dos depósitos judiciais, em maio de 2015.
 
Processo: 0018555-04.2016.8.19.0001
Fonte: http://www.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/28807 

Matéria publicada na Coluna do Servidor do Jornal Extra 

(Edição 29 de janeiro de 2016)

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CONVOCAÇÃO


De acordo com o art. 29, a, II, do Estatuto do Sindicato, ficam os filiados convocados para Assembleia Geral Ordinária, no dia 19 de fevereiro de 2016, na Estrada Caetano Monteiro, nº 4.550, às 14 horas em primeira convocação e às 14h30min em segunda e última convocação. Assunto: 1) Prestação de Contas do exercício de 2015; 2) Posse dos Membros das Diretorias e Conselhos, eleitos em 12 de novembro de 2015.


Informe:              

Na Assembleia Geral Ordinária, que será realizada em 19 de fevereiro de 2016, conforme convocação, serão tratadas estratégias de luta para cobrar investimento em educação, entre outros assuntos. Segundo matéria publicada no jornal "O Globo", de 22/01/2016, a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) executou apenas 27% do que estava previsto  em investimentos destinados à rede.

Serão discutidas, também, ações para serem apresentadas ao Governo do Estado, visando o reajuste salarial para os funcionários, em especial, os professores ativos e aposentados. 

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Folha estadual de pagamento fecha com reajuste para 13 categorias

Magistério segue sem previsão de aumento


Os aumentos foram aprovados em 2014, pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), e a Secretaria estadual de Planejamento confirmou que serão cumpridos. O total de beneficiados pelos aumentos será de 144.651, e não contempla o magistério.


Clique aqui e confira a matéria completa

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UPPES critica novo Piso Nacional do magistério


A UPPE-Sindicato, entidade oficial de defesa do magistério público, no Estado do Rio de Janeiro, considera vergonhoso para uma dita "pátria educadora", um piso nacional de R$ 2.135,64, para 40 horas semanais de trabalho. Inicialmente, consideramos excessiva a carga horária de 40 horas, que em nada contribui para a melhoria da educação pública. Em relação ao piso nacional, mesmo considerando baixo, reivindicamos que este valor, no mínimo, seja respeitado no estado. Vale ressaltar que, atualmente, a classe do magistério recebe, em média, 60% menos do que as demais profissões com escolaridade equivalente.


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ATENÇÃO PROFESSORES!

A UPPE-SINDICATO ALERTA!

A SEGUNDA PARCELA DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO NÃO DEVE SER CREDITADA COMO EMPRÉSTIMO.

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 480

Processo 164: Primeiro grupo de professores de 2016 comparece ao Tribunal de Justiça

O pagamento do abono de R$164,08, referente à ação judicial impetrada pelo departamento jurídico da UPPES foi retomado. Os filiados convocados estiveram no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, para receber o valor de, aproximadamente, R$ 5 mil. 

Os filiados que ainda não foram comunicados, devem aguardar o contato dos advogados do sindicato que irão informar o dia e horário do recebimento. 

Ação Judicial

Em 1998, o governo Marcello Alencar concedeu ao professor da ativa um abono de R$164,08, excluindo do benefício o aposentado. A UPPES impetrou Mandado de Segurança que garantiu a inclusão do inativo, que passou a receber o provento, a partir de Janeiro de 1999. O estado, no entanto, continuou devendo nove meses do benefício a esses professores.

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Em virtude da atual situação do país, a UPPE-Sindicato enviou ofício a todos os deputados, senadores e vice-presidente da República.

Confira o ofício na íntegra: 474

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O Brasil e a irresponsabilidade administrativa

Temos observado, diariamente, através dos noticiários, a crise que  o Brasil atravessa. Através dessas informações, tomamos ciência do que fizeram com o país, ao ponto de não haver verba suficiente para pagamento dos servidores. É necessária, nas conjunções partidárias, a presença de pessoas de bem, sem determinados envolvimentos e comprometimentos, visto que as inúmeras denúncias de corrupção são provenientes de conchavos já determinados nos períodos de campanha. Outro ponto relevante são as urnas eletrônicas, por que países desenvolvidos não utilizam o mesmo sistema? É necessário um amplo debate em torno deste tema.


A população, de um modo geral, deve se mobilizar em busca dos seus direitos e na cobrança aos governantes. Muito do que temos visto, atualmente, é resultado das manifestações e cobranças pelas ruas. A mobilização popular provoca às instituições e as força a agir. Quando, nos últimos anos, iríamos ver um senador da república em exercício ser preso? Isso, sem dúvidas é resultado da união e da participação dos cidadãos, para exigir o devido cumprimento das leis e punições aos culpados.  


Não podemos perder a esperança de um país melhor, no entanto, é necessária a união, entre população, entidades sindicais e associações, para juntos termos mais força para reivindicar nossos direitos e brigar por melhorias. Neste sentido, ressaltamos a importância dos professores estarem atentos e empenhados a participar e nos unir em prol de uma educação de qualidade e valorização do magistério. 


Em 2015, ficamos sem reajuste salarial e, agora, convivemos com a incerteza do 13º salário e pagamento parcelado. Ressaltamos que não deve recair sobre os servidores públicos, de modo geral, a penalidade sobre os efeitos da má administração pública, pois quase todos os estados da federação enfrentam o mesmo problema, além do governo federal, ou seja, a questão vai muito além da crise econômica que enfrentamos neste ano. A crise é recente, mas as denúncias de corrupção são antigas. 



Como sindicalistas, temos buscado melhorias para os professores e pressionado o governo. Ressaltamos que houve avanço em determinados pontos, no entanto, é primordial a participação de todos os professores para conseguirmos mais. Como já diz o ditado, a união faz a força e, todos nós juntos, somos mais fortes!

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Educação e arte....

10ª Exposição de Arte Sacra e Oficinas de Pintura reúnem educadores e amantes das artes na UPPES
 
No seu discurso de abertura, na 10ª Exposição de Arte Sacra e Oficinas de Pintura, realizada na última quinta-feira (26/11), na Casa do Professor, em Pendotiba, a presidente da UPPES enfatizou a importância da arte no aprendizado. "Costumo enfatizar sempre que educação, arte e música são de suma importância no desenvolvimento da aprendizagem e caminham juntas", frisou. A educadora saudou todos e convidou para participar das oficinas de pintura que foram realizadas nos dias seguintes. "todos que participam saem daqui com quadros lindos", destacou.

O evento é uma realização da UPPES, em parceria com a Caravaggio Raicri, de Minas Gerais.  
 
Na sexta-feira e no sábado, foram realizadas as oficinas de pintura com os seguintes temas:

  • Floral
  • Marinha
  •  Natureza Morta
  •  Paisagem 



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Matéria publicada no jornal O DIA - Coluna do Servidor (Alessandra Horto)

Edição: 22/11/15


Clique aqui e confira
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Assembleia Geral

Foi aclamada a chapa "Continuando a luta" para a gestão 2016-2020
Iniciando a Assembleia, a comissão eleitoral realizou a leitura da convocação publicada no Diário Oficial em 15 de setembro de 2015.

A assembleia contou com a participação de mais de 400 filiados de diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro.

Diretoria eleita:

PRESIDENTE
:
Teresinha Oliveira Machado da Silva

SECRETÁRIA GERAL:
Lucinda Pereira Bezerra de Menezes 

SECRETÁRIA:
Sônia Maria Sardella de Souza

TESOUREIRA:
Eliane da Costa S. Seabra

DIRETORA DO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL:
Vanença de Souza Moraes  

DIRETORA DE BIBLIOTECA E CRIATIVIDADE:
 
Neuza Caldas Maia   

DIRETOR DE RELAÇÕES PÚBLICAS E DIVULGAÇÃO:
Raymundo Nery Stelling Júnior 

DIRETORIA REGIONAL:

1ª Região:
Abigail Rosa Amim
2ª Região: Maria Aparecida T. Moraes
3ª Região: Subsede N. Friburgo:Annita F. da Cunha Lima
4ª Região: Marilene Ravizzini Kilpp 
5ª Região: Subsede Itaocara: José Antonio Azeredo
6ª Região: Subsede Campos dos Goytacazes: Célia Marins Peixoto
 
CONSELHO FISCAL:

Doris S. Abreu de Oliveira
Maria de Lourdes Ventura Brígido
Therezinha Pacheco Rodrigues
Carmem Ravizzini Lima (Suplente)
Leda Maria Lebre Lessa (Suplente)
Leila de Castro Meceni (Suplente) 

CONSELHO CONSULTIVO:
 

Amerisa Maria R. Campos
Edda Maria Balbi
Yaci Ferreira de Souza
Jussara Maria de Jesus Miranda
Maria Candida Leal Cordeiro
A Comissão Eleitoral foi composta por: Ana Maria Pereira, Cleidy Bertoni Ribas e Ilma Nogueira Motta.

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Presidente da UPPES recebe título em Bom Jardim


Indicada pelo vereador Gabriel Penin Garcia, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, receberá , no dia 23 de novembro,  o título de cidadã Bom-Jardinense.


A solenidade será realizada às 19h, na Câmara Municipal de Bom Jardim (Praça Coronel Monnerat, nº 252) com a presença de autoridades e convidados.

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Educação como prioridade


Em reunião com governador, diretoria da UPPE-Sindicato reivindicou maior atenção ao magistério público estadual  


A diretoria da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) reuniu-se, no dia 05/11, com o governador Luiz Fernando de Souza, para discutir as reivindicações que têm sido apresentadas ao governador, secretário de Educação e deputados. Na ocasião, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, enfatizou a necessidade de valorização salarial do magistério público estadual. "Sabemos da situação econômica no estado e no país como um todo, mas a situação dos professores também está complicada. Tivemos aumento de preço em todas as áreas, precisamos dar uma posição à categoria", frisou. De acordo com a sindicalista, é necessário estabelecer parâmetros econômicos a fim de  garantir melhorias para a educação do Estado Rio de Janeiro.


A UPPE-Sindicato reivindica 22% de reajuste salarial para os professores, como forma de garantir que os educadores acompanhem  o aumento no custo de vida, mediante a alta dos preços e o acúmulo da inflação ao longo do ano.


Já o governador, assinalou que a atual situação econômica do estado não possibilita cogitar qualquer tentativa de reajuste salarial para este ano. "Reconheço que estou em dívida com os professores, mas, atualmente, tenho trabalhado para manter a folha de pagamento dos servidores em dia. Temos cortado despesas e buscado recursos para honrar esses compromissos”, frisou. Para a presidente da UPPES, é lamentável que a categoria fique sem reajuste em 2015. "Não podemos aceitar que os educadores fiquem sem aumento salarial. A UPPES irá continuar na luta pela valorização do magistério", afirmou.  


A reunião, contou com a presença do secretário estadual de Educação, Antônio Neto, além de equipe técnica da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), do deputado Estadual Edson Alabertassi, além dos diretores da UPPES: Abigail Rosa Amin, Lucinda Bezerra de Menezes, Neuza Caldas Maia, Annita Ferro da Cunha, Raymundo Nery Stelling Junior, bem como o advogado Dr. Alexandre Bezerra.


Veja abaixo outros pontos reivindicados pela UPPES :


Cumprimento da Lei nº 11738/2008 (1/3 de planejamento) - A UPPES exige o cumprimento da lei que estabelece ¹/3 da carga horária para planejamento.


O secretário de Educação, Antônio Neto, afirmou que o estado está dentro limite da lei e apenas um grupo de professores, o DOC II 22h, não estaria  cumprindo. Segundo ele, a proposta da secretaria é fazer o pagamento de um adicional. "Estamos calculando com a equipe econômica esse acrescimento para o professor que atua como regente", afirmou. A diretoria da UPPES ressaltou que o direito seja assegurado a todos os educadores da rede. 


O não cumprimento do artigo 30 da Lei 1614/90, o qual trata do Enquadramento por formação (desde setembro de 2012) - O sindicato tem cobrado da Secretaria Estadual de Educação o cumprimento lei.


O governador anunciou que o enquadramento por formação será parcelado em 12 meses a partir do próximo ano. De acordo com o subsecretário de gestão de pessoas, Antoine Louzao, após o enquadramento dos atrasados, os processos serão individuais.  


Reajuste do auxílio-refeição, tendo em vista que R$ 7,30 não permite que o professor alimente-se adequadamente - A diretoria do sindicato ressaltou que o valor é irrisório para uma alimentação adequada.


De acordo com o secretário de Educação e o governador, não há recursos no estado, no momento, para aumento dos auxílios proporcionados aos docentes da rede. Segundo Antônio Neto, há perspectivas de aumento em 2016, diante de melhorias na arrecadação fiscal. A UPPES reivindica R$440 mensais de auxílio-alimentação.


Reativação dos Postos de perícia médica, principalmente no interior do Estado;


De acordo com o governador, o processo está em licitação para haver a reativação dos postos. A diretora regional da UPPES, Annita Ferro da Cunha, ressaltou a necessidade de reativação dos postos no interior do estado. "É muito complicado para o servidor adoentado ter que se deslocar até o centro do Rio para realizar a perícia médica", disse.


Auxílio-saúde para os professores ativos e aposentados da Rede Estadual de Ensino;


O governador afirmou que esta reivindicação precisa ser estudada, pois haveria um forte impacto financeiro à economia do estado. Em outra ocasião, o sindicato apresentou proposta de R$500 mensais para todos os professores ativos e aposentados.


Processo nº: E-03/001/2512/2015 – Proposta de Minuta de Projeto de Lei que visa a equiparação de vencimento Base da Classe de Professor Docente II- 40horas, o qual encontra-se sobrestado;


O governador solicitou da Secretaria Estadual de Educação um relatório completo sobre situação dos professores que estão nesta situação e  comprometeu-se a buscar uma solução para estes educadores. 


A UPPES solicitou a emissão dos contracheques aos aposentados pelos Correios, pois o mesmo só pode ser acessado via internet.


De acordo com governador, os contracheques de papel serão encaminhados dentre os meses de novembro e dezembro. 


Sindicato reivindica empenho para que o pagamento da segunda parcela do 13º seja efetuado em dia;


Processos Judiciais


O advogado da UPPES, Dr. Alexandre Bezerra, enfatizou a necessidade de agilidade em ações judiciais impetradas pelo sindicato, como Nova Escola e os 12% atrasados dos Interníveis.D e acordo com o advogado, os processos são antigos, de gestões de outros governadores. O governador demonstrou interesse em sanar todas as  pendências judiciais da categoria durante sua gestão.


A UPPES ressaltou a manutenção do compromisso em relação ao Enquadramento por tempo de serviço ter  sido regularizado pelo estado.


O diálogo é interesse de ambas as partes (estado e sindicato) e é de suma importância para o pleno desenvolvimento da educação.

 

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Governo do estado acelera para garantir o pagamento da segunda parcela do 13º em dezembro


Com a queda das arrecadações no estado, o pagamento dos servidores chegou a correr o risco de não sair, de acordo com a matéria publicada no dia 21 de outubro no site do jornal O DIA. (Leia aqui)

No entanto, conforme publicado no dia 25 de outubro na Coluna do Servidor - jornal O DIA , o governo está correndo contra o tempo para cumprir com o calendário de pagamento dos 460 mil servidores ativos, inativos e pensionistas, que irão receber a segunda parcela do 13º no dia 17 de dezembro. 

Para que todos os servidores recebam é necessário ter 1 bilhão em caixa. Segundo o deputado e presidente da Comissão de Tributação, Controle da Arrecadação Estadual, Luiz Corrêa, as arrecadações deverão ser suficientes para cobrir os pagamentos da folha. 
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UPPES reivindica aumento de mais de R$1bilhão no orçamento da Educação para 2016


Sindicato participou de Audiência Pública sobre a Lei Orçamentária Anual do próximo ano

Diretoria e representantes da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) participaram, nesta quarta-feira (21/10), da Audiência Pública da Comissão de Educação da Alerj, para discutir e sugerir emendas ao Projeto de Lei Orçamentária para 2016, que deverá ser aprovado pelo Legislativo ainda este ano. O sindicato realizou estudos e propôs emendas ao projeto referentes ao orçamento da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), a fim de melhorar a qualidade do ensino no estado e garantir a valorização salarial do magistério público estadual.

De acordo com a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, seria necessário um incremento de R$ 1.124.850.509,00 no orçamento da pasta. "O que temos para propor ao orçamento de 2016 é maior investimento nos quesitos relativos aos professores e pessoal administrativo. Para isso, nossos estudos revelam que há necessidade de elevar em 22% no total geral dos recursos apresentados pelo Governo, que acrescentaria R$ 1.124.850.509,00", afirmou.

A sindicalista criticou o fato de não ter havido reajuste para os professores. "De que irá sobreviver a categoria do magistério? Como essas pessoas vão manter seus compromissos? A educação no Brasil e no estado precisam ser de excelência, pois a escola do crime está nos vencendo. Como o governo pode justificar a falta de reajuste com a crise? E os outros anos? E os anos que o Estado do Rio de Janeiro nadou nos royalties do petróleo e o governo também não pagava? Agora não tem dinheiro? E quando teve? Estamos há anos discutindo e levantando essas questões. Neste ano, já passou a data-base, o Dia do Professor e, até agora, não houve reajuste", frisou.

A educadora também destacou a necessidade de melhorias nos valores do auxílio-transporte, auxílio-alimentação e retomada dos enquadramentos por formação e tempo de serviço. "Como o professor pode fazer um curso para melhorar sua formação se o estado não cumpre com o que está estabelecido no Plano de Carreira do magistério? O enquadramento por tempo de serviço também está parado, quando deveria ser automático", assinalou.

Outro ponto levantado pela presidente da UPPES foi acerca da Minuta de Projeto de Lei que visa a equiparação de vencimento Base da Classe de Professor Docente II-40horas."Isso está sobrestado e parado na Seeduc", disse.

O diretor de Relações Públicas e Divulgação da UPPES, Raymundo Nery Stelling Junior, destacou a necessidade de reconhecimento da educação como prioridade. "Se houver um real investimento em educação, teremos em curto, médio e longo prazo uma nova nação, capaz de superar seus problemas e vencer seus desafios e, sobretudo, de manter sua autonomia com dignidade", salientou. Segundo ele, educação não pode ser vista como custo e sim como investimento. "Se nós temos um piso estadual para 16 horas, com o valor de R$18 a hora aula e um piso nacional com R$11, ainda que elevássemos para R$50, seria muito pouco, pois, trata-se diretamente da construção e permanência e transformação da sociedade", destacou.

 O orçamento proposto pelo estado para a Seeduc é de R$ 5.112.960.691, com a proposta da UPPE-Sindicato, passaria para R$6.237.811.200.

As diretoras da UPPES, Eliane da Costa Seabra, Vanença Moraes, Abigail Rosa Amin,Neuza Caldas Maia bem como a secretária geral Lucinda Bezerra de Menezes e a secretária Sônia Sardela, também participaram da reunião.

Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a audiência pública contou com participação dos deputados: Dr. Julianelli, Paulo Ramos, Waldeck Carneiro e Eliomar Coelho, além de técnicos da Seeduc.

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Presidente da UPPES participa de encontro com professores do Norte-fluminense

Com o objetivo de ouvir as reivindicações dos professores das diversas regiões do estado, a subsede da UPPE-Sindicato de Campos dos Goytacazes promove, nesta quinta-feira (15), às 14h, no salão Casa Bela (Rua Engenheiro Franco Amaral, 1- Parque Turf Club), o 3º encontro de professores da região Norte-fluminense. A reunião terá a participação da presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, da diretora regional Célia Marins Peixoto, além da equipe do Departamento Jurídico da entidade que irá esclarecer as dúvidas dos educadores acerca das atuais ações jurídicas impetradas pelo sindicato em prol da categoria.

Na ocasião, também será realizada uma missa às 14h, na Catedral Santíssimo Salvador (Praça São Salvador, s/n - Campos dos Goytacazes) em comemoração ao dia dos professores.

Para mais informações:  (22)2722-6837
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Encontro de Cultura na UPPES reúne alunos e grupos musicais

        A mistura de arte e cultura, mais uma vez, fez sucesso na décima quarta edição do Encontro Estadual UPPES de Cultura contou com a participação de estudantes do Colégio Estadual Comendador Valentim dos Santos Diniz-NATA, Colégio Estadual Machado de Assis e do Centro Juvenil Oratório Mamãe Margarida, além dos corais da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), que lotaram o auditório do Teatro Anaíta Custódio, na sede do sindicato.

        O coral regido pelo maestro Eduardo Lessa, foi o responsável pela abertura do encontro, ao som do tema do filme "A Noviça Rebele" - Edelweiss. Mas, a animação ficou por conta da surpresa que os membros prepararam. As canções "Minha Jangada" de Dorival Caymmi e "Cirandas do Recife" de Alceu Valença ganharam um ritmo diferente com o uso da percussão. Já a apresentação especial da violinista Carolina Machado da Silva e do pianista Otho Deberg emocionaram a plateia.

        A empolgação dos alunos durante as apresentações das dramatizações, poesias, danças, paródias e projetos educacionais contagiaram o público. Os trabalhos desenvolvidos dentro da sala de aula receberam muitos elogios e incentivos da presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, que destacou a importância da atuação dos educadores. "Sem professor não há aluno e nenhuma outra profissão, é preciso que os jovens os valorizem através das palavras, demonstração de carinho e respeito", disse.

        Para a diretora de Biblioteca e Criatividade da UPPES e responsável pela organização do evento, Neuza Caldas Maia, é essencial que os alunos tenham espaço para mostrar o talento e o que aprendem na escola. "O encontro de cultura serve como um momento de troca entre todos os estudantes que se apresentam. É uma forma de aprendizado fora da sala de aula", declarou. 

        O encerramento ficou por conta do Grupo Vocal Animar, que participou pela primeira vez do encontro. O coral criado em Nova Friburgo com o apoio da UPPES e da diretora da subsede da Região Serrana, Annita Ferro, é regido pela maestrina Marlene Moreira Barroso. Os componentes apresentaram canções autorais e da famosa dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó. 

        Todos os alunos, professores, diretores e membros dos corais receberam certificados e trofeus pela participação no XIV Encontro Estadual UPPES de Cultura.

        Membros da diretoria, conselho fiscal e consultivo da UPPES também marcaram presença.
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UPPES participa de audiência sobre inclusão

        A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realizou, nesta quarta-feira (6/10), Audiência pública sobre o artigo 28 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, que obriga todas as redes de ensino a assegurar educação aos estudantes com deficiência.  A psicóloga da UPPES, Márcia Cardoso, enfatizou a necessidade dos investimentos necessários para estabelecer a política de inclusão nas escolas da rede estadual de ensino. Segundo ela, é necessário também garantir plenas condições aos professores e profissionais que irão lidar com os alunos, de um modo geral. "A escola é muito mais que um espaço de socialização é um espaço pedagógico, ou seja, o aluno busca um aprendizado e nós temos que dar essa garantia ao aluno. Sabemos que o Estado avançou pouco na área da inclusão. É necessário que haja uma modulação diferenciada, para que o professor tenha os mecanismos necessários para seu pleno desenvolvimento profissional, pois é ele que lida diretamente com o aluno", assinalou.


        A psicóloga também enfatizou sobre a questão da valorização salarial dos educadores. "O professor chega até nós adoecido e desvalorizado. É preciso garantir ao docente sua devida valorização, pois é ele que vai trabalhar com o aluno em busca de uma estratégia para que se tenha o melhor aprendizado e a escola de qualidade que desejamos", frisou. 


O representante da Ordem dos Advogados do Brasil, Dr. Geraldo Nogueira, criticou a atitude da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen). "É um absurdo a Confenen defender que é dever apenas do Estado ofertar educação a estes cidadãos. Vivemos em coletivo e todos devem ter os mesmos direitos", assinalou.

Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a audiência contou com a participação de entidades representativas de pessoas com deficiência, além de representações de escolas privadas, bem como dos deputados membros da Comissão de Educação e Comissão da Pessoa com Deficiência. 

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UPPES atenta à proposta de mudanças na aposentadoria dos servidores


        Ainda bem que o governador Luiz Fernando Pezão solicitou à presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) a retirada do Projeto de Lei 833/15, que promovia profundas transformações nas regras de concessão de aposentadoria e de pensão dos servidores públicos estaduais, visando uma redução nos gastos previdenciários.    


        O projeto foi enviado no dia 11 de setembro, chegou a entrar em pauta no último dia 24, mas foi retirado depois que deputados pediram um prazo maior para apresentar emendas ao texto original.


        O que está sendo feito com o dinheiro arrecadado pela contribuição daqueles que  dedicam anos de sua vida ao trabalho ?
        
           Os servidores pagam pela aposentadoria ao contribuírem com o             Rioprevidência, fundo que garante o pagamento dos servidores aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro. Os  recursos não saem dos cofres públicos.

        Será que podemos confiar em quem administra esse dinheiro?
        
        Ao invés de colocar os aposentados e pensionistas como ônus, o governo deveria  reduzir os gastos do Executivo, que chegam a R$ 100 milhões por ano, cortando , principalmente, viagens. Enquanto um aposentado do Estado recebe, em média, R$ 3 mil, um aposentado do Poder Legislativo ou Judiciário recebe R$ 30 mil ou mais.


        Não somos contra eles ganharem bem, mas devem conscientizar-se de que essas diferenças precisam ser minimizadas e os nossos representantes deveriam começar a dar o exemplo.


        Em nota, o governo do estado informou que o projeto será desmembrado em dois por serem assuntos diferentes. Assim  como não houve transparência no envio do primeiro projeto, cujo conteúdo da proposta  ainda é mantido em sigilo, estamos preocupados que esse desmembramento cause prejuízos àqueles que mais necessitam.

        Fazemos um apelo ao Governo do Estado para que este seja devidamente responsável e se mobilize a fim de não prejudicar ainda mais os servidores menos favorecidos. 
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UPPE-Sindicato envia ofício ao governador e aos parlamentares reivindicando reajuste salarial e melhorias para o magistério


        Confirmando a decisão da última Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 10 de setembro, a União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) encaminhou ao governador Luiz Fernando de Souza (Pezão), aos deputados estaduais e federais, além dos senadores, ofício reivindicando reajuste salarial e melhorias para o magistério público fluminense. As reivindicações são provenientes da Assembleia, bem como das diversas visitas a unidades escolares, realizadas pela presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, e demais membros da diretoria executiva da entidade. A necessidade de reajuste salarial é urgente uma vez que  é a única forma da categoria suprir suas necessidades diante da elevação do custo de vida no Estado do Rio de Janeiro.   


Confira na íntegra os ofícios encaminhados:

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Coral da UPPES realiza apresentação animada em evento musical

        Os componentes do coral da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) aguardavam ansiosos o momento da apresentação no IV Encontro de Corais da Associação dos Professores Inativos da Universidade Federal Fluminense (Aspi-UFF), realizado na tarde de ontem (28/9). 

        Após meses de ensaios, o grupo regido pelo maestro Eduardo Lessa apresentou um repertório composto por canções famosas, como o tema do filme A Noviça Rebelde -"Edelweiss", "Jangada" de Dorival Caymmi e "Cirandas do Recife" de Alceu Valença. O uso da percussão durante as duas últimas músicas cantadas foi o momento mais esperado pelos membros. A performance surpresa agradou o público que estava presente no  auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB), no Campus da Praia Vermelha.

        O evento que reúne 24 corais com integrantes de todas as idades tem como proposta incentivar a cultura e a troca de experiências entre os grupos que se apresentam. Para o maestro Eduardo Lessa, a participação do coral da UPPES é uma forma de mostrar o apoio oferecido pela instituição. "Participar de eventos como esse é gratificante, todos se encontram e o grupo que carrega o nome do sindicato se sente motivado", disse.

        Segundo o maestro, a iniciativa da Aspi-UFF é excelente. "O encontro é importante, pois serve como incentivo aos corais e para as pessoas participarem. É um momento em que todos se sentem realizados, é necessário ter esse espaço", declarou.

        A secretária geral da UPPES, Lucinda Bezerra de Menezes, e a diretora Vanença Moraes assistiram, também, às apresentações dos grupos: Projeto Gugu, Tom na Caixa, Contas de Coral, Alerj Pró-Canto, Coral dos Amigos e OAB Niterói.

        A programação do IV Encontro de Corais da Aspi-UFF continua nos dias 29 e 30 de setembro às 17h, no auditório do NAB. 

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UPPES comemora 70 anos homenageando educadores 


A solenidade contou com a presença do secretário estadual de Educação, Antonio Neto  431

Diretores e conselheiras da UPPE-Sindicato ao lado dos homenageados 

        Valorização do magistério tem sido a grande bandeira da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), desde que surgiu, em 8 de setembro de 1945. Por isso, na comemoração dos 70 anos de fundação, a UPPES realizou, no dia 11 de setembro, no Espaço Cultural Professora Helena Abreu de Oliveira - Casa do Professor, a cerimônia de entrega de medalhas a professores e pessoas que se destacaram por seus trabalhos em prol da educação. Os homenageados receberam a medalha Ícone da Educação.

        Durante seu pronunciamento, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, destacou a atuação dos educadores na formação da sociedade e a importante marca de sete décadas de atuação do sindicato. "Nenhum tesouro pode valer mais do que a acolhida amorosa às crianças e jovens, no empenho em lhes proporcionar condições de desenvolvimento cognitivo, afetivo e social", frisou. A sindicalista enfatizou que a principal bandeira da instituição é a valorização do magistério público. "Nosso principal objetivo é reunir a categoria e trabalhar pelo seu reconhecimento profissional e financeiro. Professores reconhecidos e valorizados têm mais condições de avaliar o verdadeiro sentido da educação, que é levar os alunos a pensarem, questionarem, compreenderem o mundo em que vivem, superarem desafios, dominarem as emoções para fazer suas vidas a cada dia melhores", destacou.

        A solenidade contou com a presença do secretário estadual de Educação, Antonio Neto, que saudou  todos , parabenizou os homenageados e destacou as sete décadas de atuação da UPPE-Sindicato. "Não é qualquer instituição no Brasil que completa 70 anos. Isso é um demonstrativo de credibilidade e, sem dúvidas, é motivo de orgulho para todos que estão aqui", afirmou. Durante seu pronunciamento, o secretário anunciou o início do projeto de Educação Integral, lançado no dia 10/09, no Palácio Guanabara.

        No dia anterior (10/9), foi celebrada a missa em Ação de Graças ao aniversário da UPPES, na Catedral Metropolitana São João Batista, em Niterói. O evento contou com a presença de membros da diretoria da entidade, além de funcionários, convidados e filiados.

Os homenageados de 2015 foram:

1. Anita Costa Cabral Mululo

2. Aurea Costa Cabral

3. Célio Mendes Guimarães

4. Claudia Cataldi

5. Claudia Salgado Guimarães

6. Clementina Olivia da Cunha Moreira da Hora

7. Evaldo Machado

8. Iza Francisca Moreira Martins

9. João Avelino Castello de Oliveira

10.  João Domingos Gomes dos Santos

11.  Jorge Henrique Brito de Moraes

12.  Luiza Helena Cano Pereira

13.  Marciane Tomaz Machado Pinto

14.  Monsenhor Elídio Robaina

15.  Raquel Tavares

16.  Rodrigo Nascimento

17.  Selma Gomes Moraes Silva

18.  Suzete Maria de Almeida Pontes





Lançamento de Livro

        A noite de aniversário da UPPES também foi marcada pelo lançamento do quinto volume da coletânea de artigos da professora Teresinha Machado da Silva. O livro Educação – Uma Questão de Base - Volume 5 reúne os artigos publicados, semanalmente, na coluna Sem Censura, do Jornal Folha Dirigida. A novidade desse volume é que, além dos artigos, o leitor encontra gravuras para colorir. 






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HOMENAGEADOS   

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Convocação

Ficam todos os filiados convocados para a Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se em 10/09/2015, às 15 horas ou às 15h30min, em segunda e última convocação, na Sede da UPPE-Sindicato, Rua La Salle, nº 22, Centro, Niterói-RJ.


Assuntos:

1. Recomposição salarial propondo reajuste de 22% diante da média apurada nos últimos cinco anos, considerando os índices inflacionários e o custo de vida no Estado do Rio de Janeiro, sem perda do poder aquisitivo.

2. Cumprimento da lei nº 1.608/90 - Lei da data-base

3. Cumprimento do artigo 30 da lei 1.614/90 - Enquadramento, o qual trata da passagem de um nível para outro superior, com base em graus de formação específica,  e que encontra-se parado desde setembro de 2012.

4. Cumprimento da lei nº 11.738/2008 (artigo 2º - parágrafo 4º), que trata de 1/3 de carga horária e do piso nacional

5. Assuntos gerais
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UPPES COMEMORA 70 ANOS DE FUNDAÇÃO

Em comemoração aos 70 anos de fundação, a União dos Professores Públicos no Estado- Sindicato (UPPES) homenageará educadores que representarão todos aqueles que se  dedicam a essa importante tarefa.

A solenidade será realizada em 11 de setembro, às 19h, na Casa do Professor, Estrada Caetano Monteiro nº 4550 - Pendotiba - Niterói.

Em 10 de setembro, haverá a Missa em agradecimento pelos anos de trabalho em prol da categoria do magistério, às 18h30, na catedral Metropolitana São João Batista, Pça. Dom Pedro II, s/n, Centro, Niterói-RJ

Para mais informações:  Tel.: (21) 2717-6025

Homenageados 2015:

Anita Costa Cabral Mululo
Aurea Costa Cabral
Célio Mendes Guimarães 
Claudia Cataldi
Claudia Salgado Guimarães
Clementina Olivia da Cunha Moreira da Hora
Evaldo Machado
Iza Francisca Moreira Martins
João Avelino Castello de Oliveira
João Domingos Gomes dos Santos
Jorge Henrique Brito de Moraes
Luiza Helena Cano Pereira
Marciane Tomaz Machado Pinto
Monsenhor Elídio Robaina
Raquel Tavares
Rodrigo Nascimento
Selma Gomes Moraes Silva
Suzete Maria de Almeida Pontes
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Presidente da UPPES cobra melhorias para o magistério na Alerj

Ao participar da Audiência Pública, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a presidente da UPPE-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, cobrou mais investimentos para a educação e o magistério público estadual. Durante seu pronunciamento, a sindicalista enfatizou a necessidade de melhorias para a categoria. Segundo ela, o sindicato tem recebido diversas queixas de professores sobre a situação em que se encontram. “É necessário investir. A educação não pode ficar sem reajuste este ano. Atualmente, enfrentamos uma alta de preços, onde tudo sobe exceto o salário do professor”, afirmou.  A UPPES reivindica 22% de reajuste salarial para o professorado fluminense e, de acordo com a presidente, outras questões também precisam ser sanadas pelo governo. "Nós estamos cobrando aumento no auxílio-alimentação, reativação de postos de perícia médica, dentre outras questões", assinalou.

O debate contou com a presença do secretário estadual de educação, Antonio Neto, além de membros da Secretaria Estadual de Educação. A audiência tinha como tema o cumprimento da Lei de Responsabilidade Educacional Nº 5451/2009, que determina a apresentação anual dos indicadores educacionais da rede pública estadual. Para a presidente da UPPES, é necessário também observar o desenvolvimento educacional e emocional dos alunos. "Como educadora, tenho profunda preocupação com o aluno, afinal, nós existimos em função da aprendizagem deles, por isso, é necessário haver na escola um ambiente adequado. Nos últimos anos, tenho feito pesquisa com crianças e jovens, na faixa dos seis aos 16 anos, sobre o grau de satisfação deles em relação à escola, a maioria não gosta, muitos deles, estudantes da rede privada", frisou.

De acordo com a sindicalista, é necessária uma atenção especial à questão emocional, tanto do professor, quanto do aluno. Na ocasião, ela mencionou o projeto Escola da Inteligência - Educação Socioemocional, idealizado pelo psiquiatra e psicanalista, Dr. Augusto Cury, que tem como foco o desenvolvimento da inteligência emocional, da saúde psicossocial e da construção de relações saudáveis entre professores e alunos. "Este método se baseia na emoção. Nós humanos, somos seres emocionais. Neste momento, eu estou emocionada, pois ainda não tenho resposta sobre o reajuste salarial da categoria e estou vendo o rumo ao qual está caminhando a educação em nosso país. A melhoria tem que chegar a todos os professores, é necessário que o investimento seja na base e essa base é o professor", destacou.

A presidente da UPPES também reivindicou a volta dos Enquadramentos por formação.  "Os enquadramentos estão parados, desde 2012, o professor tem o direito e isso reflete em melhorias, mas tem sido cumprido". 

Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a Audiência Pública, contou com a participação dos deputados: Dr. Julianeli, Waldeck Carneiro, Tio Carlos, Flávio Serafini, Marcelo Freixo e Paulo Ramos, todos membros da Comissão de Educação da Alerj.

Veja quais serão os próximos temas da Comissão de Educação:

09/09/15: Degase

16/09/15: Tutoria Cederj/Cecierj

23/09/15: Cumprimento da Lei 2838/1997 que dispõe sobre a existência de Conselhos Escolares na rede estadual de ensino.

30/09/15: Colégio da Polícia Militar de Niterói

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Processo 164: Filiados da UPPES comparecem ao Tribunal de Justiça

O pagamento do abono de R$164,08, referente à ação judicial impetrada pelo departamento jurídico da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) está sendo efetuado. Semanalmente, os professores que deram entrada ao processo são convocados a comparecer ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), para receber o valor de, aproximadamente, R$ 5 mil. Os filiados que ainda não foram comunicados, devem aguardar o contato dos advogados do sindicato que irão informar o dia e horário do recebimento. 
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Coral da UPPES participa de evento musical em Niterói

Pela primeira vez, o coral da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) participa do IV Encontro de Corais da Associação dos Professores Inativos da Universidade Federal Fluminense (Aspi-UFF).  O evento será realizado nos dias 28, 29 e 30 de setembro às 17h, no auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB), no Campus da Praia Vermelha.

Para a ocasião (28/9), os membros do coral e o maestro Eduardo Lessa estão preparando um repertório mais dinâmico, com o uso de percussão, instrumental e até coreografias que serão acompanhadas pelas canções da cultura popular brasileira e internacional. 

O objetivo do encontro, que reunirá 24 grupos musicais, é proporcionar espaço para trocar de experiências entre os corais, incentivar a cultura e oferecer à comunidade niteroiense momentos de arte, promoção da boa música e do trabalho de canto coral. 

Veja as atrações abaixo.
     
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UPPES aguarda nova reunião com governador para definição sobre reajuste salarial

A União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) aguarda a audiência com o governador Luiz Fernando de Souza (Pezão), para pleitear o reajuste salarial dos professores da Rede Estadual de Ensino. De acordo com a presidente do sindicato, Teresinha Machado da Silva, o governador comprometeu-se a se reunir, novamente, com a UPPES no mês de agosto. "Na última reunião o governador sinalizou que se reuniria novamente com sindicato para tratarmos sobre o reajuste salarial da categoria. Nossa meta principal é garantir o aumento dos professores. Já entramos no segundo semestre e precisamos definir este percentual e garantir melhorias para o magistério", afirmou.

A sindicalista ressaltou que os outros itens da pauta de reunião entregue ao governador, ao secretário estadual de Educação, Antônio Neto, e ao presidente da Comissão de Educação da Alerj, deputado Comte Bittencourt, também serão reivindicadas. Segundo a educadora, dois pontos colocados pela UPPES já foram atendidos, no entanto, muitas outras questões precisam ser solucionadas. "O envio dos contracheques pelos Correios e o pagamento da primeira parcela do 13º salário foram atendidos, todavia, temos questões que precisam ser sanadas para que possamos avançar", frisou.

A entidade reivindica 22% de recomposição salarial diante da média de reajuste apurada nos últimos cinco anos, considerando os índices inflacionários e o custo de vida no Estado do Rio de janeiro, sem perda do poder aquisitivo. Na primeira reunião, realiza em 13 de julho, o governador afirmou que só seria possível tratar sobre reajuste salarial a partir de agosto. No encontro, estavam presentes, além do secretário de Educação, Antonio Neto, o presidente da Comissão de Alerj, deputado Comte Bittencourt, bem como os membros da diretoria executiva da UPPE-Sindicato.

A presidente da UPPES destacou a importância da atenção de parlamentares nas questões educacionais do estado. "Ressaltamos o interesse dos deputados da Comissão de Educação, em especial, do presidente, deputado Comte Bittencourt, pelo empenho em prol da educação e do professorado fluminense", assinalou.

 

Veja a lista de reivindicações na íntegra:

 

1-  Recomposição salarial propondo reajuste de 22% diante da média apurada nos últimos cinco anos, considerando os índices inflacionários e o custo de vida no Estado do Rio de janeiro, sem perda do poder aquisitivo.

2- Cumprimento da Lei nº 1608/90 - Lei da data-base.

3- Cumprimento do artigo 30 da Lei 1614/90 - Enquadramento, o qual trata da  passagem de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação específica, e que encontra-se parado desde setembro de 2012.

4- Cumprimento da Lei nº 11.738/2008 (artigo 2º - parágrafo 4º), que trata de 1/3 de carga horária e do piso nacional.

5- Representação do interior do Estado:

* Reativação dos Postos de perícia médica, principalmente no interior do Estado;

* Retomada do envio dos contracheques para os aposentados;

 * Manutenção das unidades da Seplag, nos municípios.

6- Posicionamento dos processos judiciais.

7- Sugestão da UPPES de inclusão do auxílio-saúde para os professores ativos e aposentados da Rede Estadual de Ensino.

8- Auxílio - alimentação de R$20 por dia ( R$440 por mês).

9- Assuntos Gerais.

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Cumprimento do Piso Nacional do Magistério é tema de debate na Alerj

Audiência contou com apoio da UPPE-Sindicato

A Comissão de Educação da Alerj realizou, nesta quarta-feira (12), Audiência Pública sobre o cumprimento da lei do Piso Nacional do Magistério Lei Federal nº 11.738/2008. O encontro contou com participações e representações de professores de diversas regiões do estado. A presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, durante seu pronunciamento, defendeu maiores investimentos na Educação e a valorização salarial do professor. De acordo com a sindicalista, não é compreensível que municípios não cumpram a lei federal. "Em 2008, nós acompanhamos a aprovação desta lei em Brasília e, naquela época, queríamos um valor bem maior de piso para os professores. Atualmente, o valor de R$1.917,78 é pago ao professor com jornada de 40h semanais. É um salário extremamente baixo", afirmou.

A presidente da UPPES também criticou a carga horária estabelecida pela lei. "Outra coisa que somos contra é a jornada de 40h semanais. Temos reivindicado que o professor trabalhe, no máximo, 30h semanais", frisou.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt afirmou que há três anos tenta solucionar o problema pelas vias política e administrativa, junto aos municípios, sem obter êxito. O parlamentar afirmou que irá buscar alternativas com o Tribunal de Contas do Estado (TCE). "Já não há como os professores viverem com esse déficit. Por isso, faremos um expediente no TCE,  para que o órgão passe a incluir a sua inspeção ordinária o pagamento do Piso Nacional, responsabilizando os secretários da Educação e prefeitos dos municípios que descumprirem a lei", destacou.

A Audiência Pública teve participações dos deputados membros da Comissão de Educação e representantes do TCE, Procuradoria e secretários de Educação de vários municípios. 
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Reivindicações apresentadas pela UPPES durante reunião com o governador são atendidas

        O pagamento da primeira parcela do 13º e a retomada do envio dos contracheques para os aposentados foram um dos assuntos apresentados pela diretoria executiva da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), durante a reunião com o governador Luiz Fernando de Souza, realizada recentemente. 

        Presentes na pauta elaborada pelo sindicato, os benefícios para os professores foram cumpridos pelo estado. Os educadores da ativa e os aposentados receberam a primeira parcela do décimo terceiro no dia 31 de julho. Já a segunda parte está prevista para a segunda semana de dezembro. 

        O envio dos contracheques para a residência dos aposentados foi um dos pedidos realizados,também, pelos filiados da UPPES e apresentados pelos membros do sindicato. De acordo com a matéria publicada no dia 8 de agosto, na Coluna do Servidor do jornal O Dia, a partir de setembro, todos os contracheques, inclusive os que não foram emitidos nos últimos meses, serão entregues (confira a seguir). 
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Saúde do professor é discutida na Alerj

Sindicato foi representado pela secretária geral Lucinda Bezerra de Menezes e pela psicóloga da entidade, Márcia Cardoso

        Durante Audiência Pública da Comissão de Educação, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a psicóloga da UPPES, Márcia Cardoso, destacou a importância do cuidado com a  saúde do docente. Segundo ela, muitos estão adoecidos em sala de aula.  É necessário um acompanhamento a fim de detectar  as causas que levam o educador a adoecer", afirmou.

        Durante seu pronunciamento, a psicóloga, também, destacou a questão salarial como uma das causas de adoecimento de professores. "A UPPE-Sindicato vem mostrando, há muito tempo, que a desvalorização tem provocado a sobrecarga de trabalho, dentre outras coisas, que acabam gerando danos à saúde do professor", assinalou.

        O encontro contou com representantes da Secretaria Estadual de Educação e Secretaria Estadual de Saúde, onde os mesmos apresentaram dados acerca das licenças médicas de professores da Rede Estadual de Ensino. A secretária geral da UPPES, Lucinda Bezerra de Menezes, criticou a situação dos postos de Perícia Médica desativados no interior do estado. "A UPPES tem reivindicado a reativação desses postos, pois é um absurdo que o servidor adoecido tenha que vir ao centro do Rio para fazer a perícia. Este é um problema que começou em 2011 e, hoje, já está um caos", frisou.

        Já o superintendente de Perícias Médicas do Estado do Rio de Janeiro, Carlos Merenlenger, afirmou que a Secretaria Estadual de Saúde está buscando parceria com as prefeituras e há, para este ano, a possibilidade reativação de postos em algumas regiões.


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A UPPE-Sindicato espera que o Estado passe a dar exemplo de tratamento igualitário entre seus servidores

Até no auxílio-alimentação as diferenças atingem 494%, conforme noticiado no Jornal Extra do último dia 03 de agosto.  Os  professores da rede estadual  de ensino recebem  R$ 7,27, por dia , a título de auxílio-alimentação e os servidores da saúde recebem R$ 8,13,  enquanto  os  funcionários  do Tribunal de justiça do Rio (TJ-RJ) recebem  o  equivalente    a   R$ 43,18.

É necessário acabar  com essa injustiça, afinal todos nós devemos ser remunerados dignamente por nosso trabalho. No caso do auxílio-alimentação, todos nós precisamos nos alimentar da mesma forma para exercermos nossas atividades.

O valor desse auxílio é um desrespeito à categoria. Lembramos que a UPPES tem lutado para que o valor desse benefício seja corrigido.  

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UPPES avança na reivindicação do reajuste salarial para o magistério

Diretoria do sindicato se reuniu com o governador para cobrar o aumento da categoria e outras questões de interesse do magistério


        Durante audiência com o governador Luis Fernando de Souza, realizada ontem (dia 13/7), a diretoria da UPPE-Sindicato apresentou as reivindicações do magistério público fluminense. A presidente do sindicato, Teresinha Machado da Silva, cobrou do governador uma posição acerca do reajuste salarial do magistério público estadual. "Nós tivemos um aumento significativo nas contas de luz, água, alimentação e transportes, no entanto o salário do professor não obteve reajuste", ressaltou.  Outro ponto destacado pela sindicalista foi o cumprimento da Lei 1.608/90, que define maio como data-base para pagamento dos servidores públicos do estado. "Nós temos uma lei, enquanto ela não mudar, precisamos reivindicar o seu cumprimento", destacou.


        O governador informou que, no momento, não poderá sinalizar sobre o percentual de reajuste salarial para a educação, mas comprometeu-se a reunir-se, novamente, no mês de agosto, com o sindicato. Segundo ele, o Estado encontra-se com poucos recursos e tem trabalhado para manter em dia a folha de pagamento dos servidores, no entanto ele ressaltou que a Educação é uma de suas prioridades. "No momento não tenho como atender nem ao reajuste, nem à data-base. Estamos lutando para manter os pagamentos em dia. Nós temos uma economia totalmente baseada no petróleo e a atividade no Rio de Janeiro representa 33% da arrecadação. O estado tem déficit de R$13,5 Bilhões, já conseguimos sanar R$9,5 Bilhões e estamos trabalhando", afirmou.


        Para a presidente da UPPES, é de suma importância que o governo consiga recursos para o reajuste dos professores. "É muito importante que haja o empenho do governador, pois a categoria precisa de recomposição salarial. Nós continuaremos reivindicando, pois, assim como estado, o professor também carece de mais recursos financeiros", frisou.


        A reunião também contou com a participação do secretário estadual de Educação, Antônio Neto, do presidente da Comissão de Educação da Alerj, deputado Comte Bittencourt, além do vereador Raphael Diniz, do município de Campos dos Goytacazes. Na ocasião, outros assuntos de interesse da categoria foram trazidos para o debate.


        A diretora do Departamento Técnico da UPPES, Abigail Rosa Amin, apresentou as demandas referentes ao Enquadramento por Formação, pois de acordo com a sindicalista, os processos estão parados, desde setembro de 2012. O secretário de educação assinalou que a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) já dispõe de um recurso de aproximadamente R$30 milhões destinado a estas questões. "Já estamos trabalhando. A ideia é que fechemos o ano pagando os enquadramentos atrasados de 2012 a 2014. Estamos realizando um levantamento para que consigamos segregar, ou seja, pagar os mais antigos primeiramente e depois os mais próximos", afirmou.


        Durante a audiência, a diretora regional Anita Ferro da Cunha, que representou as reivindicações dos educadores do interior do estado, destacou a reativação dos postos de Perícia Médica.  De acordo com o governador, existem duas alternativas para resolver o problema dos postos desativados. "Inicialmente é buscar uma parceria com os municípios. A outra opção é tentar  uma possível parceria com o  INSS para utilização dos seus polos de perícia médica que existem em, praticamente, todos os municípios, até que façamos a nossa licitação. Estarei viajando para Brasília e farei essa tentativa.", salientou.


        A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, também trouxe para a reunião a necessidade do envio do contracheque pelos Correios. "Muitos professores, em especial os aposentados, têm reclamado do fato de não poderem ter acesso aos seus contracheques, uma vez que os mesmo são acessados apenas via internet", frisou. O governador comprometeu-se a entrar em contato com a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) para analisar a possibilidade de viabilização dos contracheques para os aposentados.


        Os advogados da UPPES, Drª Flávia Souza e Dr. Alexandre Bezerra,  apresentaram a situação  das  ações judiciais impetradas pelo sindicato em prol dos  seus filiados, como os processos R$164,08, Nova Escola e 12% interníveis do Plano de Carreira. "Nosso pleito em relação aos processos é  acerca do tempo. Em sua grande parte, esses professores são aposentados, por isso é muito importante que esses pagamentos sejam feitos o mais rápido possível", destacou Bezerra.


        A reunião também contou com a participação da secretária geral do sindicato, Lucinda Bezerra de Menezes, que salientou sobre a possibilidade de reajuste nos auxílios de transportes e alimentação. "Temos recebido muitos e-mails de professores que têm cobrado melhorias nesse sentido", assinalou.


O governador e o secretário de Educação receberam uma cópia com a lista das principais reivindicações da categoria.


Ao final da reunião a presidente da UPPES destacou a importância do diálogo. 
"Queremos destacar que o diálogo com as autoridades é muito importante. Temos a esperança de que o governador, em sua gestão, irá se empenhar para conseguir melhorias para a educação e para o magistério público".


Veja na íntegra a pauta de reunião com governador:

1-  Recomposição salarial propondo reajuste de 22% diante da média         

apurada nos últimos cinco anos, considerando os índices inflacionários 

e o custo de vida no Estado do Rio de janeiro, sem perda do poder 

aquisitivo.

2- Cumprimento da Lei nº 1608/90 - Lei da data-base.

3- Cumprimento do artigo 30 da Lei 1614/90 - Enquadramento, o qual 

trata da  passagem de um nível para outro superior, com base em 

maior grau de formação específica, e que encontra-se parado desde 

setembro de 2012. 

4- Cumprimento da Lei nº 11.738/2008 (artigo 2º - parágrafo 4º), que trata 

de 1/3 de carga horária e do piso nacional.

5- Representação do interior do Estado:

* Reativação dos Postos de perícia médica, principalmente no interior 

do Estado;

* Retomada do envio dos contracheques para os aposentados;

 * Manutenção das unidades da Seplag, nos municípios.

6- Posicionamento dos processos judiciais.

7- Sugestão da UPPES de inclusão do auxílio-saúde para os professores 

ativos e aposentados da Rede Estadual de Ensino.

8- Atualização de valores do auxílio-alimentação.

9- Assuntos Gerais.
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UPPES terá audiência com governador


        A União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) terá, na próxima segunda-feira (13/07),   audiência com o governador do estado, Luiz Fernando de Souza (Pezão) no Palácio Guanabara. O encontro tem como o objetivo principal o reajuste salarial do magistério público estadual, bem como outras questões relativas à educação no estado. Além da diretoria executiva e regional do sindicato, a audiência contará com a presença do presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt. A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, ressaltou a posição do governador em receber o sindicato. "O diálogo é fundamental para o exercício da democracia. Nós como sindicalistas e educadores, sempre primamos pelo debate e defesa do magistério público em nosso estado. Aproveitaremos o momento para colocar em pauta, as reivindicações da categoria e obter uma posição oficial do governo", destacou.


        A UPPES reivindica reajuste salarial de 22% para os professores da Rede Estadual de Ensino. 


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Falta de respeito com a sociedade

*Teresinha Machado da Silva

        

        Apesar da intensa chuva que ocorreu em Niterói, no último dia 19 de junho, a Assembleia realizada na Casa do Professor teve um comparecimento expressivo demonstrando o grande interesse dos professores, sendo alguns já aposentados pela educação pública do Estado do Rio de Janeiro. O evento reuniu professores de diversas regiões do estado e teve o reajuste salarial como pauta principal.  É admirável que ainda possamos contar com mestres, verdadeiramente, preocupados com a educação de crianças e jovens do nosso estado e, consequentemente, do nosso país.


        O mesmo ocorreu no dia 17 de junho, em Campos dos Goytacazes, quando inúmeros professores estiveram presentes na reunião destinada ao debate de assuntos inerentes à melhoria da situação funcional dos professores.


        Lamentamos, profundamente, que o mesmo interesse não seja demonstrado e praticado por nossos representantes políticos, que, em sua maioria, trabalham em causa própria. Aqueles que detêm cargos de poder dentro da máquina estatal pouco se importam com a situação precária que os professores têm vivido, não só em relação aos salários, como também em relação aos locais de trabalho. 


        Anunciado há algum tempo pelo governo federal, o programa de ajuste fiscal está sacrificando os principais pilares da nação. Entre os cortes no Orçamento de 2015, as maiores contingências em números absolutos estão nas pastas da Saúde (R$ 11,8 bilhões) e Educação (R$9,4 bilhões), atingindo, ainda mais, segmentos que já não funcionam bem. Enquanto isso, esse mesmo governo lança um pacote de quase R$ 200 bilhões para a infraestrutura. Em entrevista, o senador Cristovam Buarque, criticou o governo por destinar dinheiro à construção de estradas do presente para o futuro, as quais passarão por escolas degradadas, em universidades em greve, o que significa que mesmo que isso traga o aumento da riqueza no presente, o Brasil continua com seu futuro condenado. 


        Em tempos de medidas de economia e corte de gastos, o presidente da Câmara Federal quer construir três prédios no Congresso, com um plenário novo e até Shopping Center.  A emenda parlamentar aprovada juntamente com uma das mais importantes medidas provisórias do ajuste fiscal do governo, a parceria público-privada para a construção de três novos blocos e a reforma de outro na Câmara dos Deputados deve custar mais caro do que o planejado pelo presidente da casa, em R$ 1 bilhão. Segundo informação do jornalista, Lauro Jardim, o "Parlashopping" custará cerca de oito vezes esse valor, de acordo com cálculos realizados pelos próprios engenheiros da Câmara.


        A impressão que temos é que o Congresso parece espelhar o seu funcionamento atual nos Shoppings Centers, os quais não costumam ter janelas, para fechar-se sobre si mesmos, abstraindo-se, totalmente, da sociedade real que fica do lado de fora. Só pretendem responder aos próprios interesses. 


        É vergonhoso um governo que sacrifica os principais pilares da nação e, simultaneamente, preocupa-se com gastos indevidos e acintosos em relação ao momento em que vive o país.  É uma grande falta de respeito com a sociedade que está fazendo um esforço enorme para sobreviver com essa crise que os próprios governantes provocaram e que tem demonstrado suas insatisfações e necessidades indo às ruas e através das redes sociais. 


        Infelizmente, professores do Estado do Rio de Janeiro ainda não sabem quando receberão o reajuste. A data-base já passou e o governo ainda não se pronunciou sobre o reajuste do magistério. A UPPE-Sindicato tem reivindicado pelo percentual de 22% de recomposição salarial sobre o salário-base de R$ 1179,35, o que significa apenas R$ 259,46, enquanto o governo calcula seus gastos em bilhões de reais para construções de estrada, de Shopping Center e de prédios na Câmara dos Deputados.


Publicado em 30 de junho de 2015 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.
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Governador decepciona professores

Em recente assembleia realizada na UPPE-Sindicato, onde centenas de professores, de diversas regiões do estado, estiveram presentes a palavra chave foi "Decepção". A maioria dos educadores registrou sua indignação, devido ao não posicionamento do governador do estado acerca do reajuste salarial do magistério público do Estado do Rio de Janeiro. Além do aumento salarial, o enquadramento por formação, que consta no Plano de Carreira do Magistério, também não está sendo cumprido pelo governo, o que tem prejudicado inúmeros professores.  Outro ponto lembrado na assembleia foi a desativação dos postos de perícia médica no interior do estado, o que tem ocasionado o deslocamento de pessoas adoecidas para longos trajetos.

Considerando que o Estado do Rio de Janeiro possui uma das maiores economias dentre os entes federados, causa-nos profunda estranheza o não posicionamento por parte do governador que, em campanha eleitoral afirmou que educação seria uma de suas prioridades. Atualmente, o que temos são professores adoecidos, acuados pela violência e desvalorizados.

A UPPE-Sindicato, como representante oficial dos professores públicos no estado, continuará reivindicando o percentual de 22% de reajuste salarial para o magistério, por acreditar que, o primeiro passo, para o crescimento do Estado do Rio de Janeiro, em todos os aspectos só será possível com a valorização do magistério e o reconhecimento da Educação como prioridade.

 

Cumprimento do Plano de Carreira do Magistério

A Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), desde 2012, não tem cumprido a Lei nº 1614/90, que estabelece o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica. O não cumprimento das leis, por parte do estado, tem provocado inúmeras frustrações aos educadores.

Seguem abaixo os processos coletivos relativos ao "enquadramento por formação" que encontram-se em tramitação entre a Seeduc e a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), os quais já foram analisados, porém, até o momento , não foram concluídos:

 

·          E-03 /8990/2012 (aberto em 26/09/2012) - tramitação SEEDUC;

·          E-03 /001/2479/2013 (aberto em 26/03/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /001/7527/2013 (aberto em 27/08/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /1090/2014(aberto em 06/02/2014) - tramitação SEEDUC.

 

É necessário que a lei seja cumprida, tendo em vista que trata-se de um direito do professor!

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Encontro de professores na UPPES tem reajuste salarial como pauta principal


Assembleia deliberou 22% como percentual de reivindicação salarial para o magistério público estadual


        O 11º Encontro de Professores da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), realizado na sexta-feira (19/6), foi marcado pela cobrança dos educadores por melhorias para o professorado público fluminense. Durante seu pronunciamento, na abertura do encontro, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, enfatizou a necessidade de cobrar do governo estadual uma posição concreta em relação ao aumento salarial dos professores. "A data-base já passou e o governo ainda não se pronunciou sobre o reajuste do magistério. Temos cobrado, toda semana, na Comissão de Educação da Alerj, além de encaminharmos vários ofícios para o governador e para a Secretaria de Educação reivindicando a valorização dos professores", frisou.
        
        A sindicalista também consultou, durante a assembleia, aos professores presentes acerca do percentual a ser reivindicado para recomposição salarial da categoria. Os filiados presentes aprovaram o percentual de 22% de aumento nos vencimentos dos educadores.  "Esse percentual foi obtido através de uma análise realizada pelo sindicato, onde diversos aspectos da conjuntura econômica atual foram avaliados , além das perdas salariais do magistério", afirmou.
        
        Durante a reunião, os professores também tiveram a oportunidade de esclarecerem dúvidas sobre processos judiciais com a equipe do departamento jurídico da entidade. As advogadas Drª. Flávia Souza e Drª. Karla M. Batista apresentaram um balanço das Ações Judiciais da UPPES, como: processo 164, Nova Escola e Defesa do Consumidor. 
       
        O evento reuniu professores de diversas regiões do estado, que também aproveitaram a oportunidade para reencontrar amigos. Em sua décima primeira edição, o encontro faz parte do calendário de eventos da UPPES.  
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Presidente da UPPES participa de reunião em Campos dos Goytacazes

        A presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) se reuniu com os filiados em Campos dos Goytacazes para apresentar as principais ações realizadas pelo sindicato. Durante o encontro, os professores participaram da votação e aprovaram o percentual de 22% para a categoria, que será reivindicado pela instituição. 

        Na ocasião, o advogado da UPPES Alexandre Bezerra esclareceu as dúvidas dos professores em relação ao processo R$ 164,08, impetrado pelo departamento jurídico da instituição e que já está sendo pago. 

        A reunião contou com a participação das diretoras da UPPES: Neuza Caldas Maia e Célia Marins Peixoto. 
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Representantes da UPPES participam de Audiência Pública no Colégio Estadual Chico Anysio


Reunião contou com a participação do secretário Estadual de Educação Antonio Neto


        Audiência Pública da Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) tinha como tema a avaliação da implementação da Educação Integral através do Programa Dupla Escola, contou com a participação da secretária geral da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), Lucinda Bezerra de Meneses e da psicóloga Márcia Cardozo. Representando a UPPES, Márcia Cardozo destacou a importância do papel do educador na implantação do sistema de Educação Integral na Rede Estadual de Ensino. Segundo ela, é necessário acompanhar as demandas apresentadas pelos docentes e  ter uma atenção especial acerca da valorização salarial dos educadores. "No sindicato recebemos vários professores, que procuram o sindicato, no intuito de buscar um agente motivador. Na visão da UPPES, é importante que este projeto realizado aqui seja levado para toda rede e que  os professores que atuam nessas unidades obtenham salários dignos e não apenas gratificações, ou seja, é necessário garantir que esses ganhos sejam levados para a aposentadoria", assinalou.


        Durante seu pronunciamento, a psicóloga também destacou a questão da situação dos alunos que não fazem parte do projeto Dupla Escola. "Nossa preocupação também é com os jovens que não estão fazendo parte deste projeto. Como o estado tem tratado da qualidade do ensino para esses alunos? Temos, hoje,  no estado, uma grande dificuldade que é a permanência do jovem na escola. Como a secretaria tem trabalhado para oferecer a esses estudantes escola de qualidade e o incentivo de seguir em frente com seus estudos?" questionou.


        O secretário estadual de Educação, Antonio Neto, apresentou os resultados da unidade escolar, a qual tem servido de base para a ampliação e oferta de Educação Integral na rede estadual de Ensino. "Esse modelo educacional muda, completamente, a forma da organização escolar, ou seja, uma estrutura metodológica diferenciada. O professor, para trabalhar nesse modelo, tem que assimilar uma metodologia de aprendizagem inovadora. Hoje, a Educação Básica está estruturada de uma forma que pede um processo de aprendizado mais eficiente", destacou.


        De acordo com o secretário, a ideia é trabalhar na implementação gradativa de outras unidades de ensino, tendo como base a experiência do Colégio Estadual Chico Anysio. Para o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, caso seja comprovada a eficácia do projeto, será necessário um esforço da secretária para transformá-lo em um projeto de estado, a fim de  garantir sua continuidade. "Caso seja comprovado que este seja, de fato, o modelo que a rede necessita, é preciso transformá-lo em uma política de Estado, fazendo com que esse projeto educacional não seja interrompido pelos sucessivos governos, como já ocorreu nas últimas décadas", frisou.


        A Audiência Pública contou com a participação de alunos e professores da unidade, além dos deputados: Waldeck Carneiro, Dr. Jullianeli e Tio Carlos, todos membros da Comissão de Educação da Alerj, bem como a equipe técnica da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) .

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Por uma sociedade mais igualitária

*Teresinha Machado da Silva 

        A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi tema de debate, na Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no último dia 27 de maio.  Durante o debate, nós da  UPPE-Sindicato,  destacamos a situação salarial do magistério público no estado e o cumprimento das leis por parte das autoridades governamentais. O sindicato, como representante dos professores públicos, está ciente dos problemas que os educadores têm enfrentado, conhece o que eles precisam e sabe da situação precária das escolas. Desde 1988, quando foi permitido nos organizar em sindicato, a lei da data-base não tem sido cumprida. Pela lei, o sindicato deve ser recebido pelo governador, secretários de educação e planejamento para que seja discutido o percentual de reajuste necessário.


No último dia 26 de maio, os deputados aprovaram o projeto de lei que garante  auxílio educação aos magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde cada servidor passa a ter direito ao valor de R$953,47 por filho com idade entre 8 e 24 anos, sendo o limite de três dependentes por magistrado ou servidor. O custo desse auxílio será pago pelo Fundo Especial do Tribunal de Justiça, que é  composto pelo pagamento de taxas e custas judiciais pagas por quem vai ao Fórum buscar justiça, ou seja , por nós, cidadãos do Rio de janeiro. 

        Primeiramente, gostaríamos de deixar claro que não somos contra os benefícios que foram aprovados para os servidores do Poder Judiciário. É muito bom que eles possam receber um bom salário. Caso o servidor possua três filhos ele receberá, além do salário, o auxílio-educação de R$ 2860,41, enquanto o professor do estado tem o salário inicial de R$1.179,35. Acredito que se nós queremos uma sociedade mais igualitária temos que começar pelo serviço público, proporcionando maior igualdade entre os servidores. Gostaríamos de entender porque as leis que favorecem alguns servidores são aprovadas tão rapidamente, enquanto outras  que já existem não têm sido cumpridas, como é o caso do Plano de Carreira do Magistério Estadual. Desde 2012 não tem sido realizado o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica.

        Outro ponto que gostaríamos de destacar é o Ensino Integral, o qual foi citado inúmeras vezes durante a audiência. Apontadas como salvação para o  ensino público, sabe-se  que  as escolas de tempo  integral  não  garantem  melhores resultados  no  aprendizado. A expansão  da  jornada  pode  ser prejudicial  quando   não  é  pautada por uma política pública que  zele  pela  qualidade do ensino. Apenas aumentar  o  tempo  de  aula sem previsão do  que  deverá  ser ensinado  pode  prejudicar o  rendimento  do  estudante.

        Para haver condições adequadas para  a realização dessa proposta , almejando  um ensino  de  qualidade, são  necessários   mais  investimentos  do   governo  federal, dos estados e  também  dos municípios  na  adequação desses ambientes, na  aquisição  de  equipamentos  e recursos  utilizados e ,principalmente, na valorização do professor, que embora mal remunerado segue realizando um bom trabalho.  

        Recentemente, participamos de um debate, onde havia educadores do Ensino a Distância e ficamos impressionados ao saber que havia educadores que não estavam recebendo salário. Na rede pública de ensino, temos visto professores adoecendo, com carga horária excessiva, insatisfeitos e os alunos também, como consequência.

        Atualmente, o educador, de um modo geral, tem lidado com outros problemas que transcendem a sala de aula. O educador precisa competir com outra escola, uma que possui muitos recursos, ou seja, um poder muito desigual, que é a "escola do crime". Por que tantos jovens estão nas ruas cometendo inúmeros delitos?  Ao nosso modo de pensar faltam escolas atrativas e a presença dos pais, os quais estão cada vez mais ausentes. Precisamos buscar recursos para atrair mais professores, que serão educadores para vida dessas crianças que estamos perdendo para o crime.

        Precisamos refletir se estamos garantindo às  nossas crianças e adolescentes o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, entre outros previstos em nossa legislação. Assegurar todos esses direitos tem um alto custo.  É possível acreditar que esses recursos seriam mais bem investidos na educação e geração de oportunidades para jovens, que, hoje, são atraídos pelo crime. Queremos uma sociedade mais igualitária, justa e digna, onde todos possam ter as mesmas oportunidades  e é em prol disso que a UPPES tem trabalhado.

Publicado em 16 de junho de 2015 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 
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Lei das terceirizações: senadores respondem ofício enviado pela UPPES

Em resposta aos ofícios encaminhados pela UPPE-Sindicato,  posicionando-se contra o Projeto de Lei 4.330/2004, que amplia a terceirização da mão de obra nas empresas públicas e sociedades, nos âmbitos da União, Estados, Distrito Federal e municípios, os senadores enviaram mensagens de apoio ao sindicato. Assim como a diretoria da UPPES, os senadores rejeitam o projeto que prejudica o funcionalismo público e o direito dos trabalhadores. 

(Clique aqui e veja as mensagens enviadas pelos senadores)

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UPPES participa de Audiência Pública na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna

Entidade foi representada pela diretora Neuza Caldas Maia, conselheira Leila Meceni e pela psicóloga Márcia Cardozo.  Durante a reunião, conselheira da UPPES, professora Leila Meceni destacou a importância do teatro. "Conheço muito bem esse espaço físico tão nobre, o teatro. A UPPE-Sindicato é solidária à causa de vocês: alunos e professores. Lamentamos que a escola esteja passando por tantos problemas. Como professora e atriz, realizamos pela UPPE-Sindicato um trabalho de contação de histórias, em diversas unidades escolares do estado, por entender a importância desta atividade", afirmou.


A Audiência Pública, realizada pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), foi solicitada por alunos e professores da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, devido à carência de investimentos, problemas de infraestrutura e a falta de um projeto político pedagógico. Durante o debate eles apresentaram a realidade da entidade que tem sofrido, além de problemas estruturais, a falta de professores.


No mês de abril, alunos realizaram uma manifestação, na escadaria da Alerj, reivindicando melhorias.
Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a audiência contou com a participação dos deputados: Waldeck Carneiro, Flávio Serafini, bem como representantes da Faetec, Secretaria Estadual de Cultura e do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
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Professores: formadores dos demais profissionais 


*Teresinha Machado da Silva


        Na Reunião da Comissão de Educação, na Assembleia  Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) , em 20 de maio, ficamos surpresos e apreensivos , ao tomarmos ciência  da lastimosa  situação que os tutores da Fundação Cecierj têm enfrentado. Nunca poderíamos imaginar que existe situação na educação como aquela. Uma forma de educação a distância, considerada de grande importância, principalmente, para aquelas pessoas que não têm como frequentar o ensino regular por motivos diversos. 


        Os Tutores da Fundação Cecierj - Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro - participaram de uma audiência pública com deputados, na ALERJ, a fim de tratar dos atrasos salariais dos servidores, que, segundo eles, estão sem receber desde janeiro. A classe ainda denunciou a situação precária de trabalho e informou que a inadimplência vem interferindo na aplicação de provas presenciais aos alunos dos cursos. 


         A Fundação Cecierj , órgão vinculado à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia - (SECT),  é administradora do consórcio Cederj e  engloba oito  instituições  públicas  (CEFET, IFF, UENF, UERJ, UFF, UFRJ, UFRRJ e UNIRIO) para aplicação de aulas a distância. Desenvolve projetos  nas  áreas  de  Graduação a  Distância  (Consórcio Cederj); Divulgação Científica; Pré-Vestibular Social; Extensão (Formação Continuada de Professores) e Ceja – Ensino de Jovens e Adultos.


        Os servidores do Cederj não possuem direitos trabalhistas garantidos no contrato e o regime de contratação é através de bolsas, o que levou um dos Deputados presente na audiência a comparar  tal situação ao trabalho escravo. O parlamentar informou que é premente a necessidade  de  se  definir  uma política de Estado para a admissão  desses tutores. Informou, ainda, que  é preciso  formular  um novo  plano  de  contratação, avaliando a criação de uma carreira pública para o professor do CECIERJ, assim como acontece com os outros servidores da educação. Esperamos que esse discurso  seja,  realmente, colocado em prática e que não fique apenas nas palavras. Infelizmente, esses profissionais acabam submetendo-se a esse tipo de situação em razão  do grande desemprego que atinge todo o país.


        Nós, da UPPES, ficamos muito emocionados ao percebermos a sincera dedicação daqueles profissionais e, por outro lado,  muito decepcionados com o descaso do Governo com uma forma importantíssima  de educação pública que em outros países , como na Espanha por exemplo, tem apresentado  excelentes  resultados.


        A situação supracitada não é muito diferente do que assistimos nas escolas públicas do nosso país, as quais não possuem  infraestrutura  próxima da ideal para o ensino; não possuem  biblioteca, laboratório de informática, quadra esportiva, laboratório de ciências e dependências adequadas para atender a estudantes com necessidades básicas.


        A educação em nosso país encontra-se precária em todos os aspectos. O principal indicador de qualidade da educação básica (IDEB), divulgado ano passado, apontou queda no desempenho do ensino médio em 16 Estados. Professores estão desmotivados, com salários baixíssimos e estão abandonando a profissão. Essa evasão tem sido denunciada pela UPPES há muitos anos e é um dos fatores que contribuem para a triste realidade da superlotação das salas de aula. Diante desses aspectos, como fazer para despertar o interesse dos jovens para a carreira do magistério? 


        É necessário que os investimentos sejam urgentes e nossos governantes precisam entender que o primeiro passo para o desenvolvimento educacional é a valorização do magistério, que é um dos grandes desafios do PNE, o qual deve estar dentro do ciclo orçamentário de 2015.  Os governos deveriam ouvir mais seus professores estaduais e municipais, já que são eles que lidam com a realidade do contexto em  que estão inseridos, e são eles os agentes que formam a base de todos os profissionais desse país. 


        O mês de maio terminou e mais uma vez a Lei 1.608/90, que estabelece esse mês como data-base para reajuste do funcionalismo público, não foi cumprida. Não tivemos nenhuma resposta sobre o reajuste. Não por falta de empenho do Sindicato, que tem cobrado e continuará cobrando até que consigamos alcançar as melhorias necessárias.


Publicado em 2 de junho de 2015 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.

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Processo 164: pagamentos seguem sendo efetuados


        Os filiados à União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) que deram entrada, através de Ação Judicial, para recebimento do abono de R$164,08, impetrado pelo Departamento Jurídico da entidade estão sendo convocados para recebimento dos valores devidos. Na última quinta-feira (28/05), mais um grupo de professores foi informado pelo departamento, para comparecer ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). O valor de aproximadamente R$ 5 mil, referente à ação, já está sendo recebido pelos 1.687 filiados que participaram do processo, de acordo com a ordem de convocação judicial.

        A UPPE-Sindicato entrará em contato com o filiado para informar a data, horário e local para comparecimento ao TJRJ. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo telefone: (21)2717-6025.

Objeto da Ação Judicial supracitada
        
        Em 1998, o governo Marcello Alencar concedeu ao professor da ativa um abono de R$164,08, excluindo do benefício o aposentado. A UPPES impetrou Mandado de Segurança que garantiu a inclusão do inativo, que passou a receber o provento, a partir de Janeiro de 1999. O estado, no entanto, continuou devendo nove meses do benefício a esses professores.
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Diretoria executiva da UPPES participa de audiência pública na Alerj

Representantes do sindicato participaram do debate sobre a Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Comissão de Educação

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi tema de debate, na Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quarta-feira (27/5). Durante o debate, a presidente da UPPE-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, destacou a situação salarial do magistério público no estado e o cumprimento das leis por parte das autoridades governamentais. "O sindicato, como representante dos professores públicos está ciente dos problemas que os educadores enfrentam, conhece o que eles precisam e como estão as escolas. Desde 1988, quando foi permitido nos organizar em sindicato, a lei da data-base não tem sido cumprida. Pela lei, o sindicato deve ser recebido pelo governador, secretários de educação e planejamento para que seja discutido o percentual de reajuste necessário", frisou.

Durante seu pronunciamento, a sindicalista enfatizou a lei recém-aprovada na Alerj que garante auxílio educação para magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde cada servidor passa a ter direito ao valor de R$953,47 por filho com idade entre 8 e 24 anos, sendo o limite de três dependentes por magistrado ou servidor. "Gostaria, primeiramente, deixar claro  que não sou contra os benefícios que foram aprovados para os servidores do poder judiciário, acho muito bom que possam receber um bom salário. No entanto, se o servidor possuir três filhos, ele receberá R$2.860,41, enquanto o professor do estado tem o salário inicial de R$1.179,35. Acredito que se nós queremos uma sociedade mais igualitária temos que começar pelo serviço público, dando maior igualdade entre os servidores e é em prol disso que a UPPES tem trabalhado", assinalou.

Outro ponto destacado pela presidente da UPPES foi o Ensino Integral, que foi citado inúmeras vezes durante a audiência. "Sou fã da escola integral, meus filhos estudaram na escola da grande educadora Myrthes Wenzel, no entanto, ressalto que o custo dela é mais alto.   É necessário haver todo um planejamento, toda uma equipe para receber esses alunos. É preciso analisar com muita cautela e observar se o Estado está em condições de oferecer esse ensino com qualidade. Acredito, firmemente, que da forma como está hoje, não podemos oferecer esta modalidade em todas as escolas. Em algumas, por experimentação, é razoável, porém em todas as escolas, acredito ser  precipitado", afirmou.

A educadora defendeu investimentos em educação e valorização salarial do professor público, como forma de avançar em todos os aspectos sociais. "O que precisa ser feito é valorizar e motivar os professores para trabalharem nas escolas. Recentemente, participamos de um debate, onde havia educadores do Ensino a Distância e ficamos impressionados ao saber que havia educadores que não estavam recebendo salário. Na rede pública de ensino, temos visto professores adoecendo, com carga horária excessiva, insatisfeitos e os alunos também, como consequência", destacou.

Segundo a presidente da UPPES, atualmente, o educador, de um modo geral, tem lidado com outros problemas que transcendem a sala de aula. "Hoje, o educador precisa competir com outra escola, uma que possui muitos recursos, ou seja, um poder muito desigual para nós, que é a "escola do crime". Precisamos buscar recursos para atrair cada vez mais professores, que serão educadores para vida dessas muitas crianças que estamos perdendo para o crime", salientou. A educadora também cobrou dos representantes governamentais o cumprimento do Plano de Carreira do Magistério Estadual. Segundo ela, desde 2012, não tem sido cumprido o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica.

O sindicato também foi representado na Audiência Pública, pelas diretoras da UPPES: Eliane da Costa Seabra, Lucinda Bezerra de Menezes, Sônia Sardela, Vanença Moraes, Abigail Rosa Amin e Neuza Caldas Maia.

A Audiência Pública foi presidida conjuntamente, pelos deputados: Pedro Fernandes, da Comissão de Orçamento e Comte Bittencourt, da Comissão de Educação. O encontro também contou com a participação dos deputados: Dr. Julianely, Waldeck Carneiro, Flávio Serafini, Tio Carlos e Ana Paula Rechuam, todos membros da Comissão de Educação da Alerj, além de representantes da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ)

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Campanha Salarial 2015

Governo informou que o reajuste salarial do magistério está sendo estudado dentro dos limites da arrecadação do estado, portanto, até o momento, não está definido o percentual que será aplicado.

A UPPE-Sindicato solicita 22% de recomposição salarial, como forma de sanar as perdas salariais do magistério fluminense. Outro ponto reivindicado pelo sindicato é a concessão do aumento salarial no mês de maio, como cumprimento da lei 1608/90, data-base para pagamento dos servidores públicos do estado.

Sindicato também reivindica cumprimento do Plano de Carreira do Magistério

A Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), desde 2012, não tem cumprido a Lei nº 1614/90, que estabelece o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica. O não cumprimento das leis, por parte do estado, tem provocado inúmeras frustrações aos educadores.

Seguem abaixo os processos coletivos relativos ao "enquadramento por formação" que encontram-se em tramitação entre a Seeduc e a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), os quais já foram analisados, porém, até o momento , não foram concluídos:

·          E-03 /8990/2012 (aberto em 26/09/2012) - tramitação SEEDUC;

·          E-03 /001/2479/2013 (aberto em 26/03/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /001/7527/2013 (aberto em 27/08/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /1090/2014(aberto em 06/02/2014) - tramitação SEEDUC.

É necessário que a lei seja cumprida, tendo em vista que  trata-se de um direito do professor!

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Coral da UPPES celebra o mês das mães com apresentação especial

        Diante de um público entusiasmado e pedestres que passavam pela Rua La Salle, os componentes do coral da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) realizaram uma homenagem em comemoração ao mês das mães, na manhã desta terça-feira (26/5). 
       A tradicional apresentação, que acontece nas escadas da sede do sindicato, é semelhante ao que ocorre nos países da Europa, onde grupos musicais realizam espetáculos na frente das empresas e instituições. 
        
        O coral, que é regido pelo maestro Eduardo Lessa, encantou a plateia com um repertório dedicado a todas as mulheres, mães e professoras. Com canções como "Azulão" (Inezita Barroso), "Cirandas do Recife" (Alceu Valença), "Jangada" e "Marina" (Dorival Caymmi), além da famosa canção "Garota de Ipanema" (Tom Jobim) que emocionou todos. 
       
Ao final, a presidente da UPPES Teresinha Machado da Silva, agradeceu ao maestro e aos componentes pela bela homenagem e destacou "O Bom professor precisa ter um coração de mãe, quando um educador tem esse sentimento maternal ele ensina com amor".
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Presidente da UPPES pede empenho em favor da educação na Alerj

Durante Audiência Pública, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), realizada na quarta-feira (13), a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, defendeu empenho da sociedade em busca de uma educação de qualidade e boa formação dos alunos. A educadora participou do debate que discutia a Formação Profissional na área do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Durante seu pronunciamento, ela ressaltou a situação dos educadores em todas as esferas de atuação. "infelizmente as pessoas que trabalham na educação no Brasil, de um modo geral, acabam ficando  perdidos em meio a tantos problemas", frisou. 

A sindicalista também criticou a situação salarial dos professores da rede estadual de ensino. "Até o momento, o governo não se pronunciou acerca do reajuste salarial dos professores. Já enviamos vários ofícios e, não obtivemos nenhuma resposta, já que maio é o mês da data-base. Os professores estão em uma situação complicada, pois, tudo aumentou. Os preços das coisas dispararam", afirmou. A seu ver, o foco principal tem que estar voltado para a educação básica e a formação tecnológica e profissional complementar a ela.

A presidente da UPPES conclamou  todos para lutar em prol de melhorias para educação, de um modo geral. "Precisamos sair para uma ação. É preciso haver uma integração para buscar melhorias das condições educacionais. Os anos estão passando e as coisas só vêm piorando. Antes, tínhamos uma Universidade Estadual forte, hoje não temos mais. É preciso melhorar a educação em nosso país".  A sindicalista também criticou o piso nacional do magistério. "É uma vergonha R$ 1.917,78 como piso salarial para 40h de trabalho do professor", destacou.

A UPPE-Sindicato também contou com a representação da psicóloga Márcia Cardozo, que destacou a situação do magistério público e a permanência dos alunos dos cursos de formação profissional. "É preciso, além da oferta de formação profissional, observar a permanência desses jovens no mercado de trabalho. Pois, como acontece, às vezes, de o jovem  preparar-se para uma demanda específica de trabalho, depois de formado, a vaga não surge.Como ficam esses jovens?".

Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a audiência contou com a participação de representantes da Petrobras, Faetec, representantes do Conleste, bem como das instituições, Firjan e Senai, além dos deputados Flávio Serafini, Waldeck Carneiro e Dr. Jullianely. 
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UPPES participa de Audiência sobre Transporte Escolar

Entidade foi representada pela diretora Neuza Caldas Maia e pela psicóloga Márcia Cardozo

Ao participar da Audiência Pública, da Comissão de Educação da Alerj, a psicóloga da UPPES, Márcia Cardozo, chamou a atenção para o desenvolvimento pedagógico dos alunos, mediante as questões relacionadas ao transporte escolar. De acordo com a psicóloga, é necessário observar o tempo gasto entre as viagens, a qualidade e a segurança dos estudantes. "A preocupação da UPPE-sindicato é em relação aos alunos e, como essa questão dos transportes pode influenciar e interferir no seu desenvolvimento pedagógico", assinalou.

Outro ponto levantado por Márcia Cardozo, foi sobre o quanto é destinado ao transporte de alunos da rede pública de ensino. "Gostaríamos de saber o quanto é gasto, ou seja, quanto o estado investe em transporte de alunos?", questionou. O debate tinha como tema: O transporte Escolar nas cidades do interior do Estado e contou com a participação de secretários de Educação de diversos municípios do interior do Estado do Rio de Janeiro, representantes da Secretaria Estadual de Educação, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-RJ), bem como os deputados, Waldeck Carneiro, vice-presidente da Comissão de Educação, Dr. Jullianely e Flávio Serafini.

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UPPES participa de Audiência da Comissão de Educação sobre Agricultura Familiar na Merenda Escolar

Ao participar da Audiência Pública, da Comissão de Educação da Alerj, no dia 29/4, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, enfatizou a importância da iniciativa e estímulo aos pequenos produtores rurais, por meio da participação da Agricultura Familiar na Merenda escolar. "No interior do estado, a maior parte da renda da população está na agricultura ou na pecuária. É necessário observar a questão da logística e dar todo suporte a esses produtores", destacou.  Durante seu pronunciamento, a sindicalista apresentou dados relativos a pesquisas feitas pela diretoria regional do sindicato. "Dentre os dados coletados pela nossa diretoria regional, está também a questão da seca, ocorrida no último ano. Dentro destes aspectos, como fica o produtor? Achamos muito importante essa participação na Merenda Escolar. Defendemos a tese de que os diretores tenham autonomia para adquirir os alimentos através dos produtores locais", frisou.

Outro destaque apontado pela educadora foi acerca do suporte aos pequenos produtores e da importância do empenho em proporcionar melhorias aos agricultores. "Precisa haver todo amparo operacional. Esses pequenos produtores precisam receber os recursos, ou seja, não pode haver prejuízo. O alimento que se consome nas capitais é produzido no interior do estado. Por isso, prestamos nosso apoio a essa iniciativa e contamos com sua continuidade", assinalou.

A sindicalista também questionou a regularidade dos pagamentos por parte do governo. "Gostaria de saber se o governo paga, regularmente, aos agricultores, pois a exemplo do que tem acontecido na saúde, algumas prefeituras têm segurado as verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) e muitos hospitais estão sendo fechados. Já foi dito aqui que os valores pagos nem sempre são suficiente, portanto, gostaríamos de saber quem fiscaliza esses repasses", afirmou.

A UPPES também foi representada na audiência pela diretora Neuza Caldas Maia, pela diretora da subsede de Nova Friburgo Annita Ferro da Cunha e a representante regional Ruth Tavares.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt chamou a atenção para o cumprimento da lei que garante que, no mínimo, 30% do repasse do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinado à aquisição de merenda escolar seja investido na compra de alimentos cultivados por Agricultura Familiar.

Já o deputado Paulo Ramos destacou as colocações da presidente da UPPES. "É o conjunto que precisa ser visto. A valorização dos professores e dos demais profissionais da educação, merendeiras, porteiros entre outros", afirmou. O parlamentar também destacou a questão das terceirizações nas escolas. "Como discutir importância da merenda escolar, quando não temos merendeiras, pois foi terceirizado e a empresa não pagou aos funcionários"?

O debate contou com a participação de representantes da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), das Coordenadorias Regionais Metropolitanas e Secretaria Estadual de Educação, bem como dos deputados, Paulo Ramos, Dr. Julianely, Waldeck Carneiro e Flávio Serafini. 

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Palestra com o Dr. Augusto Cury é sucesso

O autor mais lido da década palestrou, pela primeira vez em Niterói, com apoio da UPPES

Quem compareceu ao Clube Português de Niterói, na noite de ontem (quinta-feira, dia 16), teve a oportunidade de conhecer melhor as funcionalidades da mente humana. O escritor, psiquiatra e psicoterapeuta, Dr. Augusto Cury, palestrou para uma plateia de aproximadamente mil pessoas. Na abertura do evento, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, saudou os presentes e enfatizou a importância da realização da palestra "Ansiedade: o mal do século". "Gostaria de agradecer a presença de todos. Fico muito feliz em ver este auditório repleto e de ter contribuído para que o Dr. Augusto Cury estivesse conosco no ano do aniversário de 70 anos da UPPES. Nós estamos trabalhando pela valorização do magistério e esperamos contar com todos vocês", afirmou.

Já o palestrante, enfatizou a importância da iniciativa da UPPES. "Gostaria de parabenizar solenemente esta magna educadora, professora Teresinha, presidente da UPPES,  toda diretoria e todos os professores públicos deste estado. Primeiramente, gostaria de enfatizar que sem o professores, nosso céu não teria estrelas e nossas manhãs não teriam orvalhos sociais", frisou

O evento contou com o apoio da UPPE-Sindicato e também faz parte das comemorações dos 70 anos da entidade, que se consolidou como o primeiro sindicato de servidores públicos do Brasil. 

Augusto Cury é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor e escritor. Seus livros já venderam mais de 20 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países.
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Livro da presidente da UPPES é premiado  

Durante o 11º Evento Cultural, realizado no auditório da Casa de Cultura Dr. Manoel Ligiéro, no município de Laje do Muriaé, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, recebeu  o prêmio "Melhores do Ano de 2014 do Rio de Janeiro", na categoria Livro Prosa, pela obra "Questão de Base Vol. 4". A coletânea conta com os artigos produzidos pela presidente, que são publicados, semanalmente, na Coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 

Para a educadora, a iniciativa do Congresso de Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil (CSCL) e Senadoria Cultural do Estado do Rio de Janeiro é fundamental para o incentivo à leitura além de ser uma oportunidade para o reconhecimento dos alunos, professores e escritores  do Estado, que realizam diversas ações culturais. "O trabalho realizado pelos idealizadores do congresso serve de exemplo para todos nós. Sinto-me honrada de ter recebido o prêmio e feliz por encontrar grandes talentos do município e interior do Rio de Janeiro" disse. 

Durante o seu discurso, a presidente chamou a atenção para valorização da educação. "Nós precisamos dar mais atenção à educação do nosso país e aos professores, essa não é uma luta apenas do sindicato, e sim de toda a sociedade. É dentro da  sala de aula que o aluno aprende a conviver com as diferenças, isso é importante para que tenhamos no futuro uma sociedade igualitária. Espero ver o Brasil em primeiro lugar no ranking da educação." destacou. 

Além do quarto volume do livro "Questão de Base", a sindicalista entregou aos responsáveis do evento mais uma obra de sua autoria, "Ação, Reação e Verbo", que irá fazer parte do acervo do Centro Cultural. 

No evento, a professora Irinéa Pereira Gomes, filiada à UPPES, também recebeu Moção Honrosa, pela sua atuação como educadora e poetisa, sendo representada por Isabela Henriques. 
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Presidente da UPPES cobra reajuste salarial e cumprimento da data-base em Audiência Pública

Durante Audiência Pública da Comissão de Educação, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, cobrou o reajuste salarial para os professores da rede estadual de ensino, para que se cumpra a Lei 1.608/90, que estabelece o mês de maio como data-base para pagamento dos servidores. A audiência tinha como tema as perspectivas da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) para o Ano Letivo. 


Durante seu pronunciamento, a sindicalista destacou a necessidade de valorização salarial do professorado fluminense. "Nós gostaríamos de fixar na questão da data-base. Algo que está na nossa Carta Magna, que estabelece o mês de reajuste para os professores e o governo não vem cumprindo. Isso precisa ser discutido com o sindicato, juntamente com o governador e os deputados. Precisamos discutir sobre o percentual de reajuste e, principalmente, valorizar nossos educadores. Sem professor, não conseguiremos construir escola alguma", frisou. 


A presidente comparou o salário dos docentes com o de outras categorias de profissionais com nível superior. "Recentemente foi aprovado na Câmara dos Deputados os vencimentos do defensor público geral da União de R$33,7mil a partir de 2016, atualmente é de R$31 mil. Hoje, o piso inicial do professor é de R$1.179,35. Não estou afirmando que o defensor ganhe muito, é apenas um dado comparativo. O exemplo de minorar essas diferenças que existem em nosso país deve partir do governo. Os baixíssimos salários são uma das razões da evasão de professores e o magistério deixa de ser um atrativo para os jovens como profissão", assinalou.


De acordo com a educadora, todas as perspectivas apresentadas pela Seeduc, para os próximos quatro anos, só serão possíveis se também priorizarem a valorização do magistério. "Todas essas propostas da Secretaria de Educação, tudo que foi apresentado pelo secretário é possível, no entanto, tudo isso só irá avançar com dignos salários para os professores. Nesse aspecto contamos também com o apoio dos parlamentares, tanto no cumprimento da lei da data-base, como no reajuste salarial para os docentes", destacou.


A psicóloga da UPPES, Márcia Cardoso, também participou do debate e trouxe questões relativas à saúde emocional dos professores. "Só no ano passado, 1.200 professores afastaram-se da sala de aula por problemas emocionais, principalmente depressão. Se existe alguma política de acompanhamento desses educadores ela precisa ser revista, pois, atualmente, temos visto uma crescente nesses casos", afirmou. Para a psicóloga, a questão salarial, violência e condições de trabalho estão inteiramente ligadas aos problemas apresentados pelos docentes. "Para tudo que foi apresentado aqui, para todo esse planejamento educacional, teremos a figura do professor, que para consolidar os avanços desejados, precisará estar motivado, ter desenvolvido todas essas competências humanas necessárias para estar junto com os alunos e, para isso, precisa contar com o reconhecimento salarial e o apoio pedagógico. Aprendizagem depende de muitos fatores", salientou.


As questões levantadas pela UPPE-Sindicato também foram apoiadas pelo deputado Dr. Julianelly, que questionou à Seeduc sobre as perspectivas governamentais. "Não podemos esquecer, quando entramos nesse debate, quem é o principal ator da companhia, que é o professor. Hoje o que vemos é o professor doente, agredido em sala de aula, ganhando pouco e desmotivado. Se quisermos uma educação de qualidade, precisamos acabar com esses problemas", afirmou o parlamentar. Já o deputado Flávio Serafini destacou as perdas salariais do professor. "De 2006 para cá, os profissionais da Educação têm acumulado diversas perdas salariais. Há uma perda real desses educadores em relação à inflação. Não existe educação de qualidade sem a valorização dos profissionais de educação", destacou. O deputado Dr. Sadinoel assinalou, também, a necessidade de melhorias na rede estadual de ensino e também a valorização salarial dos professores. "Quando a professora e a psicóloga fazem um comparativo com o salário do defensor geral da União, constatamos que não é o salário do defensor que é alto, o do professor que é muito baixo".


A Audiência, presidida pelo deputado Comte Bittencourt, contou com a participação do secretário estadual de Educação, Antonio Neto, além de servidores técnicos da pasta, bem como o deputado Tio Carlos. 


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ATENÇÃO PROFESSORES!

Seplag retifica Informes de Rendimentos


A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) retificou o Informe de Rendimentos para a declaração do Imposto de Renda de 2015 de sete mil servidores. Do total, 95% pertence às secretarias de estado de Saúde,  Educação  e Obras. Os servidores ativos receberão  o documento através de seu órgão de origem. Já os aposentados e pensionistas  receberão através dos Correios. 


Para saber se o seu Informe de Rendimentos foi retificado, acesse o link: www.rj.gov.br/seplag  e clique no banner "Informe de Rendimentos - IR 2015", ao lado direito da página principal. Em seguida, abra o arquivo PDF e pressione "Ctrl F" para inserir o número da Identidade Funcional.


O Informe de Rendimentos também está disponível pela internet, é preciso acessar o Portal do Servidor 
( www.servidor.rj.gov.br )  e digitar o número da Identidade Funcional e a mesma senha usada para verificar o contracheque. 


O prazo para o envio da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) vai até o dia 30 de abril. 


Fonte:   Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) 

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Presidente da UPPES recebe prêmio cultural em Laje de Muriaé

O livro Questão de Base Vol.4 de autoria da educadora foi premiado na categoria Livro de Prosa

A presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, receberá, no dia 11 de abril, no município de Laje de Muriaé, o prêmio Melhores do Ano - 2014, pelo livro Questão de Base Volume 4. A premiação é uma iniciativa do Congresso de Sociedade de Cultura Latina e da Senadoria Cultural do Estado do Rio de Janeiro. Este ano, o evento será realizado na Casa de Cultura Professora Antonieta Olivier Pinto. O livro Questão de Base está no seu quarto volume e conta com uma coletânea de artigos de autoria da sindicalista, que são publicados, semanalmente, na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.  ___________________________________________________________________
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Presidente da UPPES defende atenção especial para educação em Audiência Pública 

Debate tinha como tema a articulação da UNDIME com a Comissão de Educação no ano letivo de 2015

        A presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) destacou a importância de se universalizar a responsabilidade da educação pública, durante Audiência da Comissão de Educação da Alerj, realizada na quarta-feira (18/3). Segundo a educadora e  de acordo com a Constituição Federal, a Educação é considerada responsabilidade de todas as esferas governamentais. "A divisão, que é normatizada pela constituição, tem fins didáticos. Municípios, governos estaduais e União têm responsabilidade solidária na oferta da educação pública para todos. Na prática, a Constituição Federal não é respeitada, quando não adotam a política de colaboração", destacou.

        A sindicalista salientou que é necessário garantir o pleno desenvolvimento educacional, em especial, nos municípios mais pobres do estado. "Quando um município não tem condição de arcar com os investimentos em educação, é dever do estado assegurar esta possibilidade, se ainda assim não for possível, é necessário recorrer ao governo federal”. Outro ponto destacado pela presidente foi o cumprimento do piso nacional do magistério e a valorização da categoria. "Muitos municípios estão pagando abaixo do piso determinado em lei, que é muito aquém de um salário adequado ao professor. É preciso garantir o investimento em educação e valorizar os educadores e, principalmente, cumprir a lei", frisou. 

        Sobre o reajuste salarial, a educadora frisou que é necessário garantir bons salários aos professores. "O reajuste salarial do professor é uma questão de sobrevivência. Os preços subiram como: transporte, alimentação, energia, etc".  Durante o debate, secretários do interior do estado relataram problemas com transporte de alunos, alguns afirmaram que chegam a buscá-los em transportes inadequados por não haver a oferta de veículos adequados e seguros para os alunos.  Na visão da educadora, é preciso garantir a segurança dos estudantes. "É um absurdo os alunos não contarem com uma condução segura. Nunca estivemos em situação tão dramática, as escolas estão enfrentando uma grave crise onde falta, praticamente, tudo", assinalou.

        O foco principal da reunião foi a municipalização de escolas do primeiro e segundo seguimento do Ensino fundamental.  De acordo com a superintendente de gestão de Ensino da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), Ana Paula Velasco, a Seeduc tem se articulado com os municípios para assegurar às secretarias municipais condições de receber os alunos oriundos da rede estadual. Já a presidente da União dos Dirigentes Municipais (Undime), Sandra Simões, afirmou que a entidade tem estabelecido um acompanhamento em todos os municípios para dar suporte. "Temos, hoje, apenas 2.213 alunos do primeiro seguimento do fundamental estudando em escolas estaduais, isso mostra que nossos municípios estão fazendo o seu papel", afirmou.

        Já o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, assinalou que é necessário que os municípios sinalizem para União, quando não conseguem cumprir o piso nacional, pois a lei determina. "Quando não há recursos no município para pagamento do piso, a União é obrigada a transferir os recursos, no entanto, só há o complemento se o município estiver em dia com as suas contas, portanto, tem que haver transparência", salientou. 

        A Audiência Pública contou com diversas representações de secretários municipais de educação, bem como representantes do Ministério Público-RJ e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ/Educação) e dos deputados Flávio Serafini, Waldeck Carneiro, Tio Carlos e Jullianeli, todos membros da Comissão de Educação.

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UPPES participa de audiência sobre alimentação escolar


Presidente do sindicato alertou sobre falta de merenda em unidades da rede

        

        A primeira Audiência Pública da Comissão de Educação da Alerj trouxe o tema -Alimentação Escolar - A regularização do repasse do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).  A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, apresentou queixas de escolas do interior do estado, que têm enfrentado problemas, devido à falta de repasse de verbas para as unidades de ensino da rede. A sindicalista também destacou a falta de estrutura para a fiscalização. "Quando soubemos do problema, por meio dos noticiários, fizemos uma pesquisa, por amostragem, em unidades de diferentes regiões do estado. Em algumas escolas constatamos que estavam servindo apenas lanche aos alunos, comprados através de verbas do ano passado (2014)", frisou.

       

        A sindicalista também assinalou que, em outras unidades, os alunos estavam sendo dispensados das aulas mais cedo, devido à falta de merenda. "Alguns fornecedores, no interior, estão fornecendo alimentos para pagamento posterior. Está faltando merenda na maioria das escolas. É muito grave que estudantes sejam liberados mais cedo por falta de alimentação". A presidente da UPPES também ressaltou a necessidade de proporcionar condições ao Conselho Estadual de Alimentação Escolar (CAE). "A UPPES já fez parte do CAE, no entanto, nós retiramos a representação do sindicato em 2012, pois constatamos a falta de estrutura para o desenvolvimento das atividades. Não era possível fazer a fiscalização. Tinha de visitar um grande número de unidades escolares", assinalou.

        
        Durante seu pronunciamento, a educadora ressaltou a atual conjuntura política brasileira, em meio a escândalos de corrupção e desvios de recursos públicos. "É vergonhoso ver nos noticiários tanto dinheiro público escoando pelos ralos e ter escolas dispensando alunos mais cedo por falta de verba para merenda", afirmou.


        A UPPES também foi representada na Audiência Pública, pela secretária Sônia Sardela, pela diretora de Biblioteca e Criatividades, Neuza Caldas Maia e a psicóloga Márcia Cardozo.

        
        A Audiência Pública, presidida pelo deputado Comte Bittencourt, contou com a participação de membros do Conselho de Alimentação Escolar, integrantes da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), representante da Comissão de Educação da Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público-RJ e dos deputados membros da Comissão de Educação da Alerj.

Jornal Extra - Edição de 15 de março de 2015

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Muito discurso e pouca ação

O discurso da presidente Dilma Roussef, no Dia Internacional da Mulher, soou decepcionante para quem assistiu. Em momento algum, a presidente enfatiza a importância das mulheres e sua colaboração para o mercado de trabalho, em especial o magistério, no qual, são maioria. O que gostaríamos de ouvir das autoridades governamentais é o que está sendo feito para garantir o direito dessas mulheres que, em todas as áreas, contribuem para a construção do país e o desenvolvimento da cidadania.

O que as mulheres brasileiras queriam constatar no discurso presidencial é a consolidação das conquistas salariais e benefícios para todas.  De fato, o que tem sido feito para garantir o direito das mulheres no Brasil?

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Presidente da UPPES critica piso nacional e cortes na Educação

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, criticou o reajuste de 13% no piso nacional do magistério público para o professor de 40h. De acordo com a educadora, o percentual ainda está muito longe do ideal. "O salário de R$1.917 deixa claro que, embora tenha sido anunciada como prioridade, na posse da presidente Dilma Roussef, a educação ainda continua em segundo plano", assinalou.  A sindicalista criticou a postura do governo federal no que diz respeito ao corte das verbas educacionais. "O país tem amargado as últimas posições nos rankings internacionais, no entanto, as autoridades brasileiras insistem em não valorizar o professor e em tirar recursos da educação", frisou.

 A crítica da presidente da UPPES sobre a contenção de despesas se dá mediante o anúncio do corte de R$7 bilhões na verba do setor educacional. "O aumento oferecido aos professores e o corte de verbas mensais contradizem com o slogan lançado pela presidente Dilma: Brasil, Pátria Educadora. Para ser uma Pátria educadora o país precisa, primeiramente, valorizar o magistério público. Nunca o professor foi tão vilipendiado", afirmou.

Segundo a sindicalista, o investimento na escola pública também precisa estar na pauta das prioridades orçamentárias dos governos, em todas as esferas: município, estado e governo federal; pois muitos municípios não conseguem cumprir o piso nacional. "Educação é responsabilidade da União, quando o município não consegue cumprir as metas, é dever dos governos estadual e federal intervir. Estamos cansados de muito discurso e pouca ação", salientou.

Outro ponto ressaltado pela presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, é a carga horária de 40 horas semanais. Segundo ela, é inadequada para o exercício do magistério e prejudicial para a saúde do professor. "Além de ser prejudicial à saúde do docente, também compromete a qualidade do ensino. O que temos, atualmente, no país, é a pouca importância prestada ao magistério. Dessa forma fica difícil atrair os jovens talentos para a profissão", disse.  

A educadora destacou que tem ciência da necessidade de investimentos em outras áreas, como segurança e saúde, no entanto, ressaltou que muitos problemas relativos à segurança pública e saúde também são resultados da falta de educação de qualidade para a população. "A escola é o principal mecanismo de formação cidadã. Países desenvolvidos começaram seu avanço investindo em educação e valorizando o professor".

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O Brasil e a pena de morte
 
  O Brasil assistiu, de forma apreensiva, o caso do brasileiro condenado à morte na Indonésia. As opiniões se dividiram. A presidente Dilma Roussef mobilizou a diplomacia brasileira, em busca de clemência. No entanto, nenhuma das tentativas de livrar o brasileiro do corredor da morte obteve sucesso. Em nota, a presidente do Brasil  disse estar consternada e indignada.
 
  No primeiro mês de 2015, 37 pessoas foram vítimas de bala perdida no Rio de Janeiro, seis delas morreram. Embora não exista oficialmente no Brasil, a pena de morte se faz presente diariamente  diante dos cidadãos brasileiros.  A população tem clamado, todos os dias, para que as autoridades governamentais se mobilizem a fim de garantir a segurança da sociedade.
 
  Quando as autoridades brasileiras irão se consternar e indignar com o cidadão de bem que morre vítima da violência diária em nosso país?
O investimento em Educação é um dos principais pilares de uma sociedade justa, segura e igualitária. Quando um país investe em educação, economiza em segurança pública.

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Presidente da UPPES defende mais investimento em educação para 2015

Ao participar da última Audiência Pública da Comissão de Educação da Alerj, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, defendeu que, em 2015, o magistério possa receber o devido reconhecimento das autoridades governamentais. Em seu pronunciamento, a sindicalista destacou avanços obtidos através da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) e as dificuldades encontradas em relação à Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag). De acordo com a educadora, o Estado do Rio de Janeiro precisa voltar a ser referência educacional para o país. "É preciso entender que o principal investimento para o desenvolvimento é a educação", frisou.

A presidente da UPPES  relembrou a fala recente do senador Cristovam Buarque, em entrevista. "O país tem condições de estabelecer um piso de R$9.500,00 para os professores. Essa afirmativa é do senador Cristovam Buarque. Segundo ele, isso seria possível sem precisar mexer no percentual do PIB (Produto Interno Bruto) de 10%. Nós só iremos reverter os índices de analfabetismo e tantos outros problemas, quando investirmos em educação e valorizarmos o professor", destacou.

A sindicalista destacou que o piso salarial oferecido aos educadores ainda figura como um dos mais baixos dentre as categorias com nível superior. "O salário do professor não atrai as novas gerações. Poucos são os que ainda buscam o magistério. Um salário inicial de R$1.179,35 não é atrativo. Ainda lutamos pelo piso inicial de R$3 mil. Precisamos valorizar o magistério público", assinalou.

A realização da Audiência Pública é em respeito à Lei 5451/2009, que estabelece a apresentação, na Comissão de Educação, do relatório anual que contém os indicadores educacionais da Rede Estadual de Ensino. Durante a reunião, o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, afirmou que o Governo do Estado deve ser solidário aos municípios. "70% dos municípios têm orçamentos fracos, não é viável que a Secretaria não colabore com essas redes, se eximindo de certas obrigações".

A audiência contou com a participação da equipe técnica da Seeduc, na apresentação dos relatórios, além do deputado estadual Paulo Ramos.
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Professores recebem Prêmio de Educação Científica

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva participou da cerimônia de entrega do Prêmio de Educação Científica da BG Brasil, realizada no Museu de Arte do Rio (MAR). A iniciativa é uma parceria entre o governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), BG Brasil e Fundação Victor Civita e tem como objetivo estimular o ensino de Ciências nas unidades da rede estadual de ensino.  O primeiro lugar foi conquistado pelo professor de biologia Leandro Costa, do Colégio Estadual Edmundo Bittencourt, em Teresópolis. O segundo lugar foi para a professora de biologia Luciana Baptista, do Ciep 117 - Carlos Drummond de Andrade, em Nova Iguaçu e a terceira colocação ficou com o professor de química, Cristiano Maciel, do Colégio Estadual José Francisco de Salles, em Campos dos Goytacazes.  De acordo com os organizadores da premiação, o projeto recebeu 43 inscrições em todo estado. Os três ganhadores, além de prêmio em dinheiro, foram contemplados com uma viagem educativa de oito dias a Londres, com todas as despesas pagas.
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A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, e a secretária geral do sindicato, Lucinda Bezerra de Menezes, marcaram presença na palestra realizada pelo escritor Augusto Cury, no Centro de Convenções de Vitória - Espírito Santo.

Augusto Cury dedica livro aos jovens 

A obra que faz parte do primeiro trabalho do escritor Augusto Cury na literatura juvenil estimula tanto a inteligência quanto a capacidade de preservar os recursos naturais e emocionais dos adultos e principalmente dos jovens.O mais recente livro "PETRUS LOGUS: O GUARDIÃO DO TEMPO" narra a história que aconteceu cem anos depois de uma grande catástrofe, a 3ª Grande Guerra, a humanidade ressurgiu das cinzas, mas ao invés de corrigir os erros, os perpetuou.

Na fascinante história, o príncipe ousado é filho do poderoso rei Apolo. Petrus rejeita o poder e as práticas do pai. Por isso, é ferido, caluniado, preso e condenado à Câmara dos Loucos. Petrus tem um enorme leão, e se ele se acalma, o leão aquieta e torna-se seu amigo, se ele é dominado pela raiva e vingança, o leão torna-se violento. 

E você domina a fera que está dentro de si? Embarque nessa aventura. 

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A professora Ruth Farah Nacif Lutterback é filiada à UPPES desde 1953. Atualmente reside no município de Cantagalo, Região Serrana do Rio de Janeiro. É membro do Colégio Eleitoral da FD e ABI para a escolha da Personalidade Educacional do Ano. A educadora é responsável pelo Departamento Cultural da ASSEXCA (Associação dos Experientes de Cantagalo), e Delegada da UBT (União Brasileira de Trovadores) de Cantagalo, que promove anualmente os Jogos Florais.  Confira  a poesia da professora.
 

Ligeiro Confronto 

Confirmando a opinião do que o poeta dizia,
"o Sol é homem machão e a Lua, mulher vadia".
Desde o começo do mundo, o Sol nos dá seu clarão.
A Lua, em sono profundo, nos deixa na escuridão.
O Sol é respeitador;  jamais teve a ousadia  de ver da noite o esplendor,
ou mesmo fazer espia.
Mas a Lua, audaciosa, anda pelo céu de dia;
não se importa a curiosa assim faltar com a harmonia.    
Das manchas que a Lua tem, a Ciência diz: talvez...  
Desconfia o Sol, porém, que alguma coisa ela fez.
Ele próprio desconfia  que ela tem um outro amor,
pois bem sabe que a vadia não vai aonde ele for.  
A verdade bem sabida, pela falta, se diria: 
Sem o Sol não temos vida e , sem  a Lua,  poesia.
Comparando essa aliança de sonho e realidade, 
o Sol é pai da Esperança e a Lua, mãe da Saudade! 
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Artigo da presidente da UPPES vira questão de vestibular

O artigo "Bibliotecas Escolares: Força Para o Livro" da presidente Teresinha Machado da Silva fez parte do processo seletivo da faculdade de medicina Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada na cidade de Barbacena em Minas Gerais.  

Perguntas relacionadas aos padrões da língua portuguesa e trechos do texto foram transformadas em questões da avaliação.  O artigo foi retirado do caderno de educação do jornal Folha Dirigida. 
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