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Falta de respeito com a sociedade

*Teresinha Machado da Silva

        

        Apesar da intensa chuva que ocorreu em Niterói, no último dia 19 de junho, a Assembleia realizada na Casa do Professor teve um comparecimento expressivo demonstrando o grande interesse dos professores, sendo alguns já aposentados pela educação pública do Estado do Rio de Janeiro. O evento reuniu professores de diversas regiões do estado e teve o reajuste salarial como pauta principal.  É admirável que ainda possamos contar com mestres, verdadeiramente, preocupados com a educação de crianças e jovens do nosso estado e, consequentemente, do nosso país.


        O mesmo ocorreu no dia 17 de junho, em Campos dos Goytacazes, quando inúmeros professores estiveram presentes na reunião destinada ao debate de assuntos inerentes à melhoria da situação funcional dos professores.


        Lamentamos, profundamente, que o mesmo interesse não seja demonstrado e praticado por nossos representantes políticos, que, em sua maioria, trabalham em causa própria. Aqueles que detêm cargos de poder dentro da máquina estatal pouco se importam com a situação precária que os professores têm vivido, não só em relação aos salários, como também em relação aos locais de trabalho. 


        Anunciado há algum tempo pelo governo federal, o programa de ajuste fiscal está sacrificando os principais pilares da nação. Entre os cortes no Orçamento de 2015, as maiores contingências em números absolutos estão nas pastas da Saúde (R$ 11,8 bilhões) e Educação (R$9,4 bilhões), atingindo, ainda mais, segmentos que já não funcionam bem. Enquanto isso, esse mesmo governo lança um pacote de quase R$ 200 bilhões para a infraestrutura. Em entrevista, o senador Cristovam Buarque, criticou o governo por destinar dinheiro à construção de estradas do presente para o futuro, as quais passarão por escolas degradadas, em universidades em greve, o que significa que mesmo que isso traga o aumento da riqueza no presente, o Brasil continua com seu futuro condenado. 


        Em tempos de medidas de economia e corte de gastos, o presidente da Câmara Federal quer construir três prédios no Congresso, com um plenário novo e até Shopping Center.  A emenda parlamentar aprovada juntamente com uma das mais importantes medidas provisórias do ajuste fiscal do governo, a parceria público-privada para a construção de três novos blocos e a reforma de outro na Câmara dos Deputados deve custar mais caro do que o planejado pelo presidente da casa, em R$ 1 bilhão. Segundo informação do jornalista, Lauro Jardim, o “Parlashopping” custará cerca de oito vezes esse valor, de acordo com cálculos realizados pelos próprios engenheiros da Câmara.


        A impressão que temos é que o Congresso parece espelhar o seu funcionamento atual nos Shoppings Centers, os quais não costumam ter janelas, para fechar-se sobre si mesmos, abstraindo-se, totalmente, da sociedade real que fica do lado de fora. Só pretendem responder aos próprios interesses. 


        É vergonhoso um governo que sacrifica os principais pilares da nação e, simultaneamente, preocupa-se com gastos indevidos e acintosos em relação ao momento em que vive o país.  É uma grande falta de respeito com a sociedade que está fazendo um esforço enorme para sobreviver com essa crise que os próprios governantes provocaram e que tem demonstrado suas insatisfações e necessidades indo às ruas e através das redes sociais. 


        Infelizmente, professores do Estado do Rio de Janeiro ainda não sabem quando receberão o reajuste. A data-base já passou e o governo ainda não se pronunciou sobre o reajuste do magistério. A UPPE-Sindicato tem reivindicado pelo percentual de 22% de recomposição salarial sobre o salário-base de R$ 1179,35, o que significa apenas R$ 259,46, enquanto o governo calcula seus gastos em bilhões de reais para construções de estrada, de Shopping Center e de prédios na Câmara dos Deputados.


Publicado em 30 de junho de 2015 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.
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Governador decepciona professores

Em recente assembleia realizada na UPPE-Sindicato, onde centenas de professores, de diversas regiões do estado, estiveram presentes a palavra chave foi "Decepção". A maioria dos educadores registrou sua indignação, devido ao não posicionamento do governador do estado acerca do reajuste salarial do magistério público do Estado do Rio de Janeiro. Além do aumento salarial, o enquadramento por formação, que consta no Plano de Carreira do Magistério, também não está sendo cumprido pelo governo, o que tem prejudicado inúmeros professores.  Outro ponto lembrado na assembleia foi a desativação dos postos de perícia médica no interior do estado, o que tem ocasionado o deslocamento de pessoas adoecidas para longos trajetos.

Considerando que o Estado do Rio de Janeiro possui uma das maiores economias dentre os entes federados, causa-nos profunda estranheza o não posicionamento por parte do governador que, em campanha eleitoral afirmou que educação seria uma de suas prioridades. Atualmente, o que temos são professores adoecidos, acuados pela violência e desvalorizados.

A UPPE-Sindicato, como representante oficial dos professores públicos no estado, continuará reivindicando o percentual de 22% de reajuste salarial para o magistério, por acreditar que, o primeiro passo, para o crescimento do Estado do Rio de Janeiro, em todos os aspectos só será possível com a valorização do magistério e o reconhecimento da Educação como prioridade.

 

Cumprimento do Plano de Carreira do Magistério

A Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), desde 2012, não tem cumprido a Lei nº 1614/90, que estabelece o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica. O não cumprimento das leis, por parte do estado, tem provocado inúmeras frustrações aos educadores.

Seguem abaixo os processos coletivos relativos ao "enquadramento por formação" que encontram-se em tramitação entre a Seeduc e a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), os quais já foram analisados, porém, até o momento , não foram concluídos:

 

·          E-03 /8990/2012 (aberto em 26/09/2012) - tramitação SEEDUC;

·          E-03 /001/2479/2013 (aberto em 26/03/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /001/7527/2013 (aberto em 27/08/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /1090/2014(aberto em 06/02/2014) - tramitação SEEDUC.

 

É necessário que a lei seja cumprida, tendo em vista que trata-se de um direito do professor!

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Encontro de professores na UPPES tem reajuste salarial como pauta principal


Assembleia deliberou 22% como percentual de reivindicação salarial para o magistério público estadual


        O 11º Encontro de Professores da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), realizado na sexta-feira (19/6), foi marcado pela cobrança dos educadores por melhorias para o professorado público fluminense. Durante seu pronunciamento, na abertura do encontro, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, enfatizou a necessidade de cobrar do governo estadual uma posição concreta em relação ao aumento salarial dos professores. "A data-base já passou e o governo ainda não se pronunciou sobre o reajuste do magistério. Temos cobrado, toda semana, na Comissão de Educação da Alerj, além de encaminharmos vários ofícios para o governador e para a Secretaria de Educação reivindicando a valorização dos professores", frisou.
        
        A sindicalista também consultou, durante a assembleia, aos professores presentes acerca do percentual a ser reivindicado para recomposição salarial da categoria. Os filiados presentes aprovaram o percentual de 22% de aumento nos vencimentos dos educadores.  "Esse percentual foi obtido através de uma análise realizada pelo sindicato, onde diversos aspectos da conjuntura econômica atual foram avaliados , além das perdas salariais do magistério", afirmou.
        
        Durante a reunião, os professores também tiveram a oportunidade de esclarecerem dúvidas sobre processos judiciais com a equipe do departamento jurídico da entidade. As advogadas Drª. Flávia Souza e Drª. Karla M. Batista apresentaram um balanço das Ações Judiciais da UPPES, como: processo 164, Nova Escola e Defesa do Consumidor. 
       
        O evento reuniu professores de diversas regiões do estado, que também aproveitaram a oportunidade para reencontrar amigos. Em sua décima primeira edição, o encontro faz parte do calendário de eventos da UPPES.  
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Presidente da UPPES participa de reunião em Campos dos Goytacazes

        A presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) se reuniu com os filiados em Campos dos Goytacazes para apresentar as principais ações realizadas pelo sindicato. Durante o encontro, os professores participaram da votação e aprovaram o percentual de 22% para a categoria, que será reivindicado pela instituição. 

        Na ocasião, o advogado da UPPES Alexandre Bezerra esclareceu as dúvidas dos professores em relação ao processo R$ 164,08, impetrado pelo departamento jurídico da instituição e que já está sendo pago. 

        A reunião contou com a participação das diretoras da UPPES: Neuza Caldas Maia e Célia Marins Peixoto. 
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Representantes da UPPES participam de Audiência Pública no Colégio Estadual Chico Anysio


Reunião contou com a participação do secretário Estadual de Educação Antonio Neto


        Audiência Pública da Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) tinha como tema a avaliação da implementação da Educação Integral através do Programa Dupla Escola, contou com a participação da secretária geral da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), Lucinda Bezerra de Meneses e da psicóloga Márcia Cardozo. Representando a UPPES, Márcia Cardozo destacou a importância do papel do educador na implantação do sistema de Educação Integral na Rede Estadual de Ensino. Segundo ela, é necessário acompanhar as demandas apresentadas pelos docentes e  ter uma atenção especial acerca da valorização salarial dos educadores. "No sindicato recebemos vários professores, que procuram o sindicato, no intuito de buscar um agente motivador. Na visão da UPPES, é importante que este projeto realizado aqui seja levado para toda rede e que  os professores que atuam nessas unidades obtenham salários dignos e não apenas gratificações, ou seja, é necessário garantir que esses ganhos sejam levados para a aposentadoria", assinalou.


        Durante seu pronunciamento, a psicóloga também destacou a questão da situação dos alunos que não fazem parte do projeto Dupla Escola. "Nossa preocupação também é com os jovens que não estão fazendo parte deste projeto. Como o estado tem tratado da qualidade do ensino para esses alunos? Temos, hoje,  no estado, uma grande dificuldade que é a permanência do jovem na escola. Como a secretaria tem trabalhado para oferecer a esses estudantes escola de qualidade e o incentivo de seguir em frente com seus estudos?" questionou.


        O secretário estadual de Educação, Antonio Neto, apresentou os resultados da unidade escolar, a qual tem servido de base para a ampliação e oferta de Educação Integral na rede estadual de Ensino. "Esse modelo educacional muda, completamente, a forma da organização escolar, ou seja, uma estrutura metodológica diferenciada. O professor, para trabalhar nesse modelo, tem que assimilar uma metodologia de aprendizagem inovadora. Hoje, a Educação Básica está estruturada de uma forma que pede um processo de aprendizado mais eficiente", destacou.


        De acordo com o secretário, a ideia é trabalhar na implementação gradativa de outras unidades de ensino, tendo como base a experiência do Colégio Estadual Chico Anysio. Para o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, caso seja comprovada a eficácia do projeto, será necessário um esforço da secretária para transformá-lo em um projeto de estado, a fim de  garantir sua continuidade. "Caso seja comprovado que este seja, de fato, o modelo que a rede necessita, é preciso transformá-lo em uma política de Estado, fazendo com que esse projeto educacional não seja interrompido pelos sucessivos governos, como já ocorreu nas últimas décadas", frisou.


        A Audiência Pública contou com a participação de alunos e professores da unidade, além dos deputados: Waldeck Carneiro, Dr. Jullianeli e Tio Carlos, todos membros da Comissão de Educação da Alerj, bem como a equipe técnica da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) .

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Por uma sociedade mais igualitária

*Teresinha Machado da Silva 

        A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi tema de debate, na Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no último dia 27 de maio.  Durante o debate, nós da  UPPE-Sindicato,  destacamos a situação salarial do magistério público no estado e o cumprimento das leis por parte das autoridades governamentais. O sindicato, como representante dos professores públicos, está ciente dos problemas que os educadores têm enfrentado, conhece o que eles precisam e sabe da situação precária das escolas. Desde 1988, quando foi permitido nos organizar em sindicato, a lei da data-base não tem sido cumprida. Pela lei, o sindicato deve ser recebido pelo governador, secretários de educação e planejamento para que seja discutido o percentual de reajuste necessário.


No último dia 26 de maio, os deputados aprovaram o projeto de lei que garante  auxílio educação aos magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde cada servidor passa a ter direito ao valor de R$953,47 por filho com idade entre 8 e 24 anos, sendo o limite de três dependentes por magistrado ou servidor. O custo desse auxílio será pago pelo Fundo Especial do Tribunal de Justiça, que é  composto pelo pagamento de taxas e custas judiciais pagas por quem vai ao Fórum buscar justiça, ou seja , por nós, cidadãos do Rio de janeiro. 

        Primeiramente, gostaríamos de deixar claro que não somos contra os benefícios que foram aprovados para os servidores do Poder Judiciário. É muito bom que eles possam receber um bom salário. Caso o servidor possua três filhos ele receberá, além do salário, o auxílio-educação de R$ 2860,41, enquanto o professor do estado tem o salário inicial de R$1.179,35. Acredito que se nós queremos uma sociedade mais igualitária temos que começar pelo serviço público, proporcionando maior igualdade entre os servidores. Gostaríamos de entender porque as leis que favorecem alguns servidores são aprovadas tão rapidamente, enquanto outras  que já existem não têm sido cumpridas, como é o caso do Plano de Carreira do Magistério Estadual. Desde 2012 não tem sido realizado o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica.

        Outro ponto que gostaríamos de destacar é o Ensino Integral, o qual foi citado inúmeras vezes durante a audiência. Apontadas como salvação para o  ensino público, sabe-se  que  as escolas de tempo  integral  não  garantem  melhores resultados  no  aprendizado. A expansão  da  jornada  pode  ser prejudicial  quando   não  é  pautada por uma política pública que  zele  pela  qualidade do ensino. Apenas aumentar  o  tempo  de  aula sem previsão do  que  deverá  ser ensinado  pode  prejudicar o  rendimento  do  estudante.

        Para haver condições adequadas para  a realização dessa proposta , almejando  um ensino  de  qualidade, são  necessários   mais  investimentos  do   governo  federal, dos estados e  também  dos municípios  na  adequação desses ambientes, na  aquisição  de  equipamentos  e recursos  utilizados e ,principalmente, na valorização do professor, que embora mal remunerado segue realizando um bom trabalho.  

        Recentemente, participamos de um debate, onde havia educadores do Ensino a Distância e ficamos impressionados ao saber que havia educadores que não estavam recebendo salário. Na rede pública de ensino, temos visto professores adoecendo, com carga horária excessiva, insatisfeitos e os alunos também, como consequência.

        Atualmente, o educador, de um modo geral, tem lidado com outros problemas que transcendem a sala de aula. O educador precisa competir com outra escola, uma que possui muitos recursos, ou seja, um poder muito desigual, que é a "escola do crime". Por que tantos jovens estão nas ruas cometendo inúmeros delitos?  Ao nosso modo de pensar faltam escolas atrativas e a presença dos pais, os quais estão cada vez mais ausentes. Precisamos buscar recursos para atrair mais professores, que serão educadores para vida dessas crianças que estamos perdendo para o crime.

        Precisamos refletir se estamos garantindo às  nossas crianças e adolescentes o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, entre outros previstos em nossa legislação. Assegurar todos esses direitos tem um alto custo.  É possível acreditar que esses recursos seriam mais bem investidos na educação e geração de oportunidades para jovens, que, hoje, são atraídos pelo crime. Queremos uma sociedade mais igualitária, justa e digna, onde todos possam ter as mesmas oportunidades  e é em prol disso que a UPPES tem trabalhado.

Publicado em 16 de junho de 2015 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 
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Lei das terceirizações: senadores respondem ofício enviado pela UPPES

Em resposta aos ofícios encaminhados pela UPPE-Sindicato,  posicionando-se contra o Projeto de Lei 4.330/2004, que amplia a terceirização da mão de obra nas empresas públicas e sociedades, nos âmbitos da União, Estados, Distrito Federal e municípios, os senadores enviaram mensagens de apoio ao sindicato. Assim como a diretoria da UPPES, os senadores rejeitam o projeto que prejudica o funcionalismo público e o direito dos trabalhadores. 

(Clique aqui e veja as mensagens enviadas pelos senadores)

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UPPES participa de Audiência Pública na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna

Entidade foi representada pela diretora Neuza Caldas Maia, conselheira Leila Meceni e pela psicóloga Márcia Cardozo.  Durante a reunião, conselheira da UPPES, professora Leila Meceni destacou a importância do teatro. "Conheço muito bem esse espaço físico tão nobre, o teatro. A UPPE-Sindicato é solidária à causa de vocês: alunos e professores. Lamentamos que a escola esteja passando por tantos problemas. Como professora e atriz, realizamos pela UPPE-Sindicato um trabalho de contação de histórias, em diversas unidades escolares do estado, por entender a importância desta atividade", afirmou.


A Audiência Pública, realizada pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), foi solicitada por alunos e professores da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, devido à carência de investimentos, problemas de infraestrutura e a falta de um projeto político pedagógico. Durante o debate eles apresentaram a realidade da entidade que tem sofrido, além de problemas estruturais, a falta de professores.


No mês de abril, alunos realizaram uma manifestação, na escadaria da Alerj, reivindicando melhorias.
Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a audiência contou com a participação dos deputados: Waldeck Carneiro, Flávio Serafini, bem como representantes da Faetec, Secretaria Estadual de Cultura e do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
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Professores: formadores dos demais profissionais 


*Teresinha Machado da Silva


        Na Reunião da Comissão de Educação, na Assembleia  Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) , em 20 de maio, ficamos surpresos e apreensivos , ao tomarmos ciência  da lastimosa  situação que os tutores da Fundação Cecierj têm enfrentado. Nunca poderíamos imaginar que existe situação na educação como aquela. Uma forma de educação a distância, considerada de grande importância, principalmente, para aquelas pessoas que não têm como frequentar o ensino regular por motivos diversos. 


        Os Tutores da Fundação Cecierj - Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro - participaram de uma audiência pública com deputados, na ALERJ, a fim de tratar dos atrasos salariais dos servidores, que, segundo eles, estão sem receber desde janeiro. A classe ainda denunciou a situação precária de trabalho e informou que a inadimplência vem interferindo na aplicação de provas presenciais aos alunos dos cursos. 


         A Fundação Cecierj , órgão vinculado à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia - (SECT),  é administradora do consórcio Cederj e  engloba oito  instituições  públicas  (CEFET, IFF, UENF, UERJ, UFF, UFRJ, UFRRJ e UNIRIO) para aplicação de aulas a distância. Desenvolve projetos  nas  áreas  de  Graduação a  Distância  (Consórcio Cederj); Divulgação Científica; Pré-Vestibular Social; Extensão (Formação Continuada de Professores) e Ceja – Ensino de Jovens e Adultos.


        Os servidores do Cederj não possuem direitos trabalhistas garantidos no contrato e o regime de contratação é através de bolsas, o que levou um dos Deputados presente na audiência a comparar  tal situação ao trabalho escravo. O parlamentar informou que é premente a necessidade  de  se  definir  uma política de Estado para a admissão  desses tutores. Informou, ainda, que  é preciso  formular  um novo  plano  de  contratação, avaliando a criação de uma carreira pública para o professor do CECIERJ, assim como acontece com os outros servidores da educação. Esperamos que esse discurso  seja,  realmente, colocado em prática e que não fique apenas nas palavras. Infelizmente, esses profissionais acabam submetendo-se a esse tipo de situação em razão  do grande desemprego que atinge todo o país.


        Nós, da UPPES, ficamos muito emocionados ao percebermos a sincera dedicação daqueles profissionais e, por outro lado,  muito decepcionados com o descaso do Governo com uma forma importantíssima  de educação pública que em outros países , como na Espanha por exemplo, tem apresentado  excelentes  resultados.


        A situação supracitada não é muito diferente do que assistimos nas escolas públicas do nosso país, as quais não possuem  infraestrutura  próxima da ideal para o ensino; não possuem  biblioteca, laboratório de informática, quadra esportiva, laboratório de ciências e dependências adequadas para atender a estudantes com necessidades básicas.


        A educação em nosso país encontra-se precária em todos os aspectos. O principal indicador de qualidade da educação básica (IDEB), divulgado ano passado, apontou queda no desempenho do ensino médio em 16 Estados. Professores estão desmotivados, com salários baixíssimos e estão abandonando a profissão. Essa evasão tem sido denunciada pela UPPES há muitos anos e é um dos fatores que contribuem para a triste realidade da superlotação das salas de aula. Diante desses aspectos, como fazer para despertar o interesse dos jovens para a carreira do magistério? 


        É necessário que os investimentos sejam urgentes e nossos governantes precisam entender que o primeiro passo para o desenvolvimento educacional é a valorização do magistério, que é um dos grandes desafios do PNE, o qual deve estar dentro do ciclo orçamentário de 2015.  Os governos deveriam ouvir mais seus professores estaduais e municipais, já que são eles que lidam com a realidade do contexto em  que estão inseridos, e são eles os agentes que formam a base de todos os profissionais desse país. 


        O mês de maio terminou e mais uma vez a Lei 1.608/90, que estabelece esse mês como data-base para reajuste do funcionalismo público, não foi cumprida. Não tivemos nenhuma resposta sobre o reajuste. Não por falta de empenho do Sindicato, que tem cobrado e continuará cobrando até que consigamos alcançar as melhorias necessárias.


Publicado em 2 de junho de 2015 na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.

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Processo 164: pagamentos seguem sendo efetuados


        Os filiados à União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) que deram entrada, através de Ação Judicial, para recebimento do abono de R$164,08, impetrado pelo Departamento Jurídico da entidade estão sendo convocados para recebimento dos valores devidos. Na última quinta-feira (28/05), mais um grupo de professores foi informado pelo departamento, para comparecer ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). O valor de aproximadamente R$ 5 mil, referente à ação, já está sendo recebido pelos 1.687 filiados que participaram do processo, de acordo com a ordem de convocação judicial.

        A UPPE-Sindicato entrará em contato com o filiado para informar a data, horário e local para comparecimento ao TJRJ. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo telefone: (21)2717-6025.

Objeto da Ação Judicial supracitada
        
        Em 1998, o governo Marcello Alencar concedeu ao professor da ativa um abono de R$164,08, excluindo do benefício o aposentado. A UPPES impetrou Mandado de Segurança que garantiu a inclusão do inativo, que passou a receber o provento, a partir de Janeiro de 1999. O estado, no entanto, continuou devendo nove meses do benefício a esses professores.
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Diretoria executiva da UPPES participa de audiência pública na Alerj

Representantes do sindicato participaram do debate sobre a Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Comissão de Educação

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi tema de debate, na Comissão de Educação, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quarta-feira (27/5). Durante o debate, a presidente da UPPE-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, destacou a situação salarial do magistério público no estado e o cumprimento das leis por parte das autoridades governamentais. "O sindicato, como representante dos professores públicos está ciente dos problemas que os educadores enfrentam, conhece o que eles precisam e como estão as escolas. Desde 1988, quando foi permitido nos organizar em sindicato, a lei da data-base não tem sido cumprida. Pela lei, o sindicato deve ser recebido pelo governador, secretários de educação e planejamento para que seja discutido o percentual de reajuste necessário", frisou.

Durante seu pronunciamento, a sindicalista enfatizou a lei recém-aprovada na Alerj que garante auxílio educação para magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde cada servidor passa a ter direito ao valor de R$953,47 por filho com idade entre 8 e 24 anos, sendo o limite de três dependentes por magistrado ou servidor. "Gostaria, primeiramente, deixar claro  que não sou contra os benefícios que foram aprovados para os servidores do poder judiciário, acho muito bom que possam receber um bom salário. No entanto, se o servidor possuir três filhos, ele receberá R$2.860,41, enquanto o professor do estado tem o salário inicial de R$1.179,35. Acredito que se nós queremos uma sociedade mais igualitária temos que começar pelo serviço público, dando maior igualdade entre os servidores e é em prol disso que a UPPES tem trabalhado", assinalou.

Outro ponto destacado pela presidente da UPPES foi o Ensino Integral, que foi citado inúmeras vezes durante a audiência. "Sou fã da escola integral, meus filhos estudaram na escola da grande educadora Myrthes Wenzel, no entanto, ressalto que o custo dela é mais alto.   É necessário haver todo um planejamento, toda uma equipe para receber esses alunos. É preciso analisar com muita cautela e observar se o Estado está em condições de oferecer esse ensino com qualidade. Acredito, firmemente, que da forma como está hoje, não podemos oferecer esta modalidade em todas as escolas. Em algumas, por experimentação, é razoável, porém em todas as escolas, acredito ser  precipitado", afirmou.

A educadora defendeu investimentos em educação e valorização salarial do professor público, como forma de avançar em todos os aspectos sociais. "O que precisa ser feito é valorizar e motivar os professores para trabalharem nas escolas. Recentemente, participamos de um debate, onde havia educadores do Ensino a Distância e ficamos impressionados ao saber que havia educadores que não estavam recebendo salário. Na rede pública de ensino, temos visto professores adoecendo, com carga horária excessiva, insatisfeitos e os alunos também, como consequência", destacou.

Segundo a presidente da UPPES, atualmente, o educador, de um modo geral, tem lidado com outros problemas que transcendem a sala de aula. "Hoje, o educador precisa competir com outra escola, uma que possui muitos recursos, ou seja, um poder muito desigual para nós, que é a "escola do crime". Precisamos buscar recursos para atrair cada vez mais professores, que serão educadores para vida dessas muitas crianças que estamos perdendo para o crime", salientou. A educadora também cobrou dos representantes governamentais o cumprimento do Plano de Carreira do Magistério Estadual. Segundo ela, desde 2012, não tem sido cumprido o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica.

O sindicato também foi representado na Audiência Pública, pelas diretoras da UPPES: Eliane da Costa Seabra, Lucinda Bezerra de Menezes, Sônia Sardela, Vanença Moraes, Abigail Rosa Amin e Neuza Caldas Maia.

A Audiência Pública foi presidida conjuntamente, pelos deputados: Pedro Fernandes, da Comissão de Orçamento e Comte Bittencourt, da Comissão de Educação. O encontro também contou com a participação dos deputados: Dr. Julianely, Waldeck Carneiro, Flávio Serafini, Tio Carlos e Ana Paula Rechuam, todos membros da Comissão de Educação da Alerj, além de representantes da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ)

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Campanha Salarial 2015

Governo informou que o reajuste salarial do magistério está sendo estudado dentro dos limites da arrecadação do estado, portanto, até o momento, não está definido o percentual que será aplicado.

A UPPE-Sindicato solicita 22% de recomposição salarial, como forma de sanar as perdas salariais do magistério fluminense. Outro ponto reivindicado pelo sindicato é a concessão do aumento salarial no mês de maio, como cumprimento da lei 1608/90, data-base para pagamento dos servidores públicos do estado.

Sindicato também reivindica cumprimento do Plano de Carreira do Magistério

A Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), desde 2012, não tem cumprido a Lei nº 1614/90, que estabelece o enquadramento do professor de um nível para outro superior, com base em maior grau de formação profissional específica. O não cumprimento das leis, por parte do estado, tem provocado inúmeras frustrações aos educadores.

Seguem abaixo os processos coletivos relativos ao "enquadramento por formação" que encontram-se em tramitação entre a Seeduc e a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), os quais já foram analisados, porém, até o momento , não foram concluídos:

·          E-03 /8990/2012 (aberto em 26/09/2012) - tramitação SEEDUC;

·          E-03 /001/2479/2013 (aberto em 26/03/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /001/7527/2013 (aberto em 27/08/2013) - tramitação SEPLAG;

·          E-03 /1090/2014(aberto em 06/02/2014) - tramitação SEEDUC.

É necessário que a lei seja cumprida, tendo em vista que  trata-se de um direito do professor!

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Coral da UPPES celebra o mês das mães com apresentação especial

        Diante de um público entusiasmado e pedestres que passavam pela Rua La Salle, os componentes do coral da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES) realizaram uma homenagem em comemoração ao mês das mães, na manhã desta terça-feira (26/5). 
       A tradicional apresentação, que acontece nas escadas da sede do sindicato, é semelhante ao que ocorre nos países da Europa, onde grupos musicais realizam espetáculos na frente das empresas e instituições. 
        
        O coral, que é regido pelo maestro Eduardo Lessa, encantou a plateia com um repertório dedicado a todas as mulheres, mães e professoras. Com canções como "Azulão" (Inezita Barroso), "Cirandas do Recife" (Alceu Valença), "Jangada" e "Marina" (Dorival Caymmi), além da famosa canção "Garota de Ipanema" (Tom Jobim) que emocionou todos. 
       
Ao final, a presidente da UPPES Teresinha Machado da Silva, agradeceu ao maestro e aos componentes pela bela homenagem e destacou "O Bom professor precisa ter um coração de mãe, quando um educador tem esse sentimento maternal ele ensina com amor".
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Presidente da UPPES pede empenho em favor da educação na Alerj

Durante Audiência Pública, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), realizada na quarta-feira (13), a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, defendeu empenho da sociedade em busca de uma educação de qualidade e boa formação dos alunos. A educadora participou do debate que discutia a Formação Profissional na área do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Durante seu pronunciamento, ela ressaltou a situação dos educadores em todas as esferas de atuação. "infelizmente as pessoas que trabalham na educação no Brasil, de um modo geral, acabam ficando  perdidos em meio a tantos problemas", frisou. 

A sindicalista também criticou a situação salarial dos professores da rede estadual de ensino. "Até o momento, o governo não se pronunciou acerca do reajuste salarial dos professores. Já enviamos vários ofícios e, não obtivemos nenhuma resposta, já que maio é o mês da data-base. Os professores estão em uma situação complicada, pois, tudo aumentou. Os preços das coisas dispararam", afirmou. A seu ver, o foco principal tem que estar voltado para a educação básica e a formação tecnológica e profissional complementar a ela.

A presidente da UPPES conclamou  todos para lutar em prol de melhorias para educação, de um modo geral. "Precisamos sair para uma ação. É preciso haver uma integração para buscar melhorias das condições educacionais. Os anos estão passando e as coisas só vêm piorando. Antes, tínhamos uma Universidade Estadual forte, hoje não temos mais. É preciso melhorar a educação em nosso país".  A sindicalista também criticou o piso nacional do magistério. "É uma vergonha R$ 1.917,78 como piso salarial para 40h de trabalho do professor", destacou.

A UPPE-Sindicato também contou com a representação da psicóloga Márcia Cardozo, que destacou a situação do magistério público e a permanência dos alunos dos cursos de formação profissional. "É preciso, além da oferta de formação profissional, observar a permanência desses jovens no mercado de trabalho. Pois, como acontece, às vezes, de o jovem  preparar-se para uma demanda específica de trabalho, depois de formado, a vaga não surge.Como ficam esses jovens?".

Presidida pelo deputado Comte Bittencourt, a audiência contou com a participação de representantes da Petrobras, Faetec, representantes do Conleste, bem como das instituições, Firjan e Senai, além dos deputados Flávio Serafini, Waldeck Carneiro e Dr. Jullianely. 
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UPPES participa de Audiência sobre Transporte Escolar

Entidade foi representada pela diretora Neuza Caldas Maia e pela psicóloga Márcia Cardozo

Ao participar da Audiência Pública, da Comissão de Educação da Alerj, a psicóloga da UPPES, Márcia Cardozo, chamou a atenção para o desenvolvimento pedagógico dos alunos, mediante as questões relacionadas ao transporte escolar. De acordo com a psicóloga, é necessário observar o tempo gasto entre as viagens, a qualidade e a segurança dos estudantes. "A preocupação da UPPE-sindicato é em relação aos alunos e, como essa questão dos transportes pode influenciar e interferir no seu desenvolvimento pedagógico", assinalou.

Outro ponto levantado por Márcia Cardozo, foi sobre o quanto é destinado ao transporte de alunos da rede pública de ensino. "Gostaríamos de saber o quanto é gasto, ou seja, quanto o estado investe em transporte de alunos?", questionou. O debate tinha como tema: O transporte Escolar nas cidades do interior do Estado e contou com a participação de secretários de Educação de diversos municípios do interior do Estado do Rio de Janeiro, representantes da Secretaria Estadual de Educação, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-RJ), bem como os deputados, Waldeck Carneiro, vice-presidente da Comissão de Educação, Dr. Jullianely e Flávio Serafini.

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UPPES participa de Audiência da Comissão de Educação sobre Agricultura Familiar na Merenda Escolar

Ao participar da Audiência Pública, da Comissão de Educação da Alerj, no dia 29/4, a presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, enfatizou a importância da iniciativa e estímulo aos pequenos produtores rurais, por meio da participação da Agricultura Familiar na Merenda escolar. "No interior do estado, a maior parte da renda da população está na agricultura ou na pecuária. É necessário observar a questão da logística e dar todo suporte a esses produtores", destacou.  Durante seu pronunciamento, a sindicalista apresentou dados relativos a pesquisas feitas pela diretoria regional do sindicato. "Dentre os dados coletados pela nossa diretoria regional, está também a questão da seca, ocorrida no último ano. Dentro destes aspectos, como fica o produtor? Achamos muito importante essa participação na Merenda Escolar. Defendemos a tese de que os diretores tenham autonomia para adquirir os alimentos através dos produtores locais", frisou.

Outro destaque apontado pela educadora foi acerca do suporte aos pequenos produtores e da importância do empenho em proporcionar melhorias aos agricultores. "Precisa haver todo amparo operacional. Esses pequenos produtores precisam receber os recursos, ou seja, não pode haver prejuízo. O alimento que se consome nas capitais é produzido no interior do estado. Por isso, prestamos nosso apoio a essa iniciativa e contamos com sua continuidade", assinalou.

A sindicalista também questionou a regularidade dos pagamentos por parte do governo. "Gostaria de saber se o governo paga, regularmente, aos agricultores, pois a exemplo do que tem acontecido na saúde, algumas prefeituras têm segurado as verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) e muitos hospitais estão sendo fechados. Já foi dito aqui que os valores pagos nem sempre são suficiente, portanto, gostaríamos de saber quem fiscaliza esses repasses", afirmou.

A UPPES também foi representada na audiência pela diretora Neuza Caldas Maia, pela diretora da subsede de Nova Friburgo Annita Ferro da Cunha e a representante regional Ruth Tavares.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt chamou a atenção para o cumprimento da lei que garante que, no mínimo, 30% do repasse do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinado à aquisição de merenda escolar seja investido na compra de alimentos cultivados por Agricultura Familiar.

Já o deputado Paulo Ramos destacou as colocações da presidente da UPPES. "É o conjunto que precisa ser visto. A valorização dos professores e dos demais profissionais da educação, merendeiras, porteiros entre outros", afirmou. O parlamentar também destacou a questão das terceirizações nas escolas. "Como discutir importância da merenda escolar, quando não temos merendeiras, pois foi terceirizado e a empresa não pagou aos funcionários"?

O debate contou com a participação de representantes da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), das Coordenadorias Regionais Metropolitanas e Secretaria Estadual de Educação, bem como dos deputados, Paulo Ramos, Dr. Julianely, Waldeck Carneiro e Flávio Serafini. 

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Palestra com o Dr. Augusto Cury é sucesso

O autor mais lido da década palestrou, pela primeira vez em Niterói, com apoio da UPPES

Quem compareceu ao Clube Português de Niterói, na noite de ontem (quinta-feira, dia 16), teve a oportunidade de conhecer melhor as funcionalidades da mente humana. O escritor, psiquiatra e psicoterapeuta, Dr. Augusto Cury, palestrou para uma plateia de aproximadamente mil pessoas. Na abertura do evento, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, saudou os presentes e enfatizou a importância da realização da palestra "Ansiedade: o mal do século". "Gostaria de agradecer a presença de todos. Fico muito feliz em ver este auditório repleto e de ter contribuído para que o Dr. Augusto Cury estivesse conosco no ano do aniversário de 70 anos da UPPES. Nós estamos trabalhando pela valorização do magistério e esperamos contar com todos vocês", afirmou.

Já o palestrante, enfatizou a importância da iniciativa da UPPES. "Gostaria de parabenizar solenemente esta magna educadora, professora Teresinha, presidente da UPPES,  toda diretoria e todos os professores públicos deste estado. Primeiramente, gostaria de enfatizar que sem o professores, nosso céu não teria estrelas e nossas manhãs não teriam orvalhos sociais", frisou

O evento contou com o apoio da UPPE-Sindicato e também faz parte das comemorações dos 70 anos da entidade, que se consolidou como o primeiro sindicato de servidores públicos do Brasil. 

Augusto Cury é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor e escritor. Seus livros já venderam mais de 20 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países.
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Livro da presidente da UPPES é premiado  

Durante o 11º Evento Cultural, realizado no auditório da Casa de Cultura Dr. Manoel Ligiéro, no município de Laje do Muriaé, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado - Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, recebeu  o prêmio "Melhores do Ano de 2014 do Rio de Janeiro", na categoria Livro Prosa, pela obra "Questão de Base Vol. 4". A coletânea conta com os artigos produzidos pela presidente, que são publicados, semanalmente, na Coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida. 

Para a educadora, a iniciativa do Congresso de Sociedade Cultura Latina - Seção Brasil (CSCL) e Senadoria Cultural do Estado do Rio de Janeiro é fundamental para o incentivo à leitura além de ser uma oportunidade para o reconhecimento dos alunos, professores e escritores  do Estado, que realizam diversas ações culturais. "O trabalho realizado pelos idealizadores do congresso serve de exemplo para todos nós. Sinto-me honrada de ter recebido o prêmio e feliz por encontrar grandes talentos do município e interior do Rio de Janeiro" disse. 

Durante o seu discurso, a presidente chamou a atenção para valorização da educação. "Nós precisamos dar mais atenção à educação do nosso país e aos professores, essa não é uma luta apenas do sindicato, e sim de toda a sociedade. É dentro da  sala de aula que o aluno aprende a conviver com as diferenças, isso é importante para que tenhamos no futuro uma sociedade igualitária. Espero ver o Brasil em primeiro lugar no ranking da educação." destacou. 

Além do quarto volume do livro "Questão de Base", a sindicalista entregou aos responsáveis do evento mais uma obra de sua autoria, "Ação, Reação e Verbo", que irá fazer parte do acervo do Centro Cultural. 

No evento, a professora Irinéa Pereira Gomes, filiada à UPPES, também recebeu Moção Honrosa, pela sua atuação como educadora e poetisa, sendo representada por Isabela Henriques. 
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Presidente da UPPES cobra reajuste salarial e cumprimento da data-base em Audiência Pública

Durante Audiência Pública da Comissão de Educação, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, cobrou o reajuste salarial para os professores da rede estadual de ensino, para que se cumpra a Lei 1.608/90, que estabelece o mês de maio como data-base para pagamento dos servidores. A audiência tinha como tema as perspectivas da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) para o Ano Letivo. 


Durante seu pronunciamento, a sindicalista destacou a necessidade de valorização salarial do professorado fluminense. "Nós gostaríamos de fixar na questão da data-base. Algo que está na nossa Carta Magna, que estabelece o mês de reajuste para os professores e o governo não vem cumprindo. Isso precisa ser discutido com o sindicato, juntamente com o governador e os deputados. Precisamos discutir sobre o percentual de reajuste e, principalmente, valorizar nossos educadores. Sem professor, não conseguiremos construir escola alguma", frisou. 


A presidente comparou o salário dos docentes com o de outras categorias de profissionais com nível superior. "Recentemente foi aprovado na Câmara dos Deputados os vencimentos do defensor público geral da União de R$33,7mil a partir de 2016, atualmente é de R$31 mil. Hoje, o piso inicial do professor é de R$1.179,35. Não estou afirmando que o defensor ganhe muito, é apenas um dado comparativo. O exemplo de minorar essas diferenças que existem em nosso país deve partir do governo. Os baixíssimos salários são uma das razões da evasão de professores e o magistério deixa de ser um atrativo para os jovens como profissão", assinalou.


De acordo com a educadora, todas as perspectivas apresentadas pela Seeduc, para os próximos quatro anos, só serão possíveis se também priorizarem a valorização do magistério. "Todas essas propostas da Secretaria de Educação, tudo que foi apresentado pelo secretário é possível, no entanto, tudo isso só irá avançar com dignos salários para os professores. Nesse aspecto contamos também com o apoio dos parlamentares, tanto no cumprimento da lei da data-base, como no reajuste salarial para os docentes", destacou.


A psicóloga da UPPES, Márcia Cardoso, também participou do debate e trouxe questões relativas à saúde emocional dos professores. "Só no ano passado, 1.200 professores afastaram-se da sala de aula por problemas emocionais, principalmente depressão. Se existe alguma política de acompanhamento desses educadores ela precisa ser revista, pois, atualmente, temos visto uma crescente nesses casos", afirmou. Para a psicóloga, a questão salarial, violência e condições de trabalho estão inteiramente ligadas aos problemas apresentados pelos docentes. "Para tudo que foi apresentado aqui, para todo esse planejamento educacional, teremos a figura do professor, que para consolidar os avanços desejados, precisará estar motivado, ter desenvolvido todas essas competências humanas necessárias para estar junto com os alunos e, para isso, precisa contar com o reconhecimento salarial e o apoio pedagógico. Aprendizagem depende de muitos fatores", salientou.


As questões levantadas pela UPPE-Sindicato também foram apoiadas pelo deputado Dr. Julianelly, que questionou à Seeduc sobre as perspectivas governamentais. "Não podemos esquecer, quando entramos nesse debate, quem é o principal ator da companhia, que é o professor. Hoje o que vemos é o professor doente, agredido em sala de aula, ganhando pouco e desmotivado. Se quisermos uma educação de qualidade, precisamos acabar com esses problemas", afirmou o parlamentar. Já o deputado Flávio Serafini destacou as perdas salariais do professor. "De 2006 para cá, os profissionais da Educação têm acumulado diversas perdas salariais. Há uma perda real desses educadores em relação à inflação. Não existe educação de qualidade sem a valorização dos profissionais de educação", destacou. O deputado Dr. Sadinoel assinalou, também, a necessidade de melhorias na rede estadual de ensino e também a valorização salarial dos professores. "Quando a professora e a psicóloga fazem um comparativo com o salário do defensor geral da União, constatamos que não é o salário do defensor que é alto, o do professor que é muito baixo".


A Audiência, presidida pelo deputado Comte Bittencourt, contou com a participação do secretário estadual de Educação, Antonio Neto, além de servidores técnicos da pasta, bem como o deputado Tio Carlos. 


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ATENÇÃO PROFESSORES!

Seplag retifica Informes de Rendimentos


A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) retificou o Informe de Rendimentos para a declaração do Imposto de Renda de 2015 de sete mil servidores. Do total, 95% pertence às secretarias de estado de Saúde,  Educação  e Obras. Os servidores ativos receberão  o documento através de seu órgão de origem. Já os aposentados e pensionistas  receberão através dos Correios. 


Para saber se o seu Informe de Rendimentos foi retificado, acesse o link: www.rj.gov.br/seplag  e clique no banner "Informe de Rendimentos - IR 2015", ao lado direito da página principal. Em seguida, abra o arquivo PDF e pressione "Ctrl F" para inserir o número da Identidade Funcional.


O Informe de Rendimentos também está disponível pela internet, é preciso acessar o Portal do Servidor 
( www.servidor.rj.gov.br )  e digitar o número da Identidade Funcional e a mesma senha usada para verificar o contracheque. 


O prazo para o envio da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) vai até o dia 30 de abril. 


Fonte:   Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) 

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Presidente da UPPES recebe prêmio cultural em Laje de Muriaé

O livro Questão de Base Vol.4 de autoria da educadora foi premiado na categoria Livro de Prosa

A presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato, Teresinha Machado da Silva, receberá, no dia 11 de abril, no município de Laje de Muriaé, o prêmio Melhores do Ano - 2014, pelo livro Questão de Base Volume 4. A premiação é uma iniciativa do Congresso de Sociedade de Cultura Latina e da Senadoria Cultural do Estado do Rio de Janeiro. Este ano, o evento será realizado na Casa de Cultura Professora Antonieta Olivier Pinto. O livro Questão de Base está no seu quarto volume e conta com uma coletânea de artigos de autoria da sindicalista, que são publicados, semanalmente, na coluna Sem Censura, do jornal Folha Dirigida.  ___________________________________________________________________
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Presidente da UPPES defende atenção especial para educação em Audiência Pública 

Debate tinha como tema a articulação da UNDIME com a Comissão de Educação no ano letivo de 2015

        A presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES) destacou a importância de se universalizar a responsabilidade da educação pública, durante Audiência da Comissão de Educação da Alerj, realizada na quarta-feira (18/3). Segundo a educadora e  de acordo com a Constituição Federal, a Educação é considerada responsabilidade de todas as esferas governamentais. "A divisão, que é normatizada pela constituição, tem fins didáticos. Municípios, governos estaduais e União têm responsabilidade solidária na oferta da educação pública para todos. Na prática, a Constituição Federal não é respeitada, quando não adotam a política de colaboração", destacou.

        A sindicalista salientou que é necessário garantir o pleno desenvolvimento educacional, em especial, nos municípios mais pobres do estado. "Quando um município não tem condição de arcar com os investimentos em educação, é dever do estado assegurar esta possibilidade, se ainda assim não for possível, é necessário recorrer ao governo federal”. Outro ponto destacado pela presidente foi o cumprimento do piso nacional do magistério e a valorização da categoria. "Muitos municípios estão pagando abaixo do piso determinado em lei, que é muito aquém de um salário adequado ao professor. É preciso garantir o investimento em educação e valorizar os educadores e, principalmente, cumprir a lei", frisou. 

        Sobre o reajuste salarial, a educadora frisou que é necessário garantir bons salários aos professores. "O reajuste salarial do professor é uma questão de sobrevivência. Os preços subiram como: transporte, alimentação, energia, etc".  Durante o debate, secretários do interior do estado relataram problemas com transporte de alunos, alguns afirmaram que chegam a buscá-los em transportes inadequados por não haver a oferta de veículos adequados e seguros para os alunos.  Na visão da educadora, é preciso garantir a segurança dos estudantes. "É um absurdo os alunos não contarem com uma condução segura. Nunca estivemos em situação tão dramática, as escolas estão enfrentando uma grave crise onde falta, praticamente, tudo", assinalou.

        O foco principal da reunião foi a municipalização de escolas do primeiro e segundo seguimento do Ensino fundamental.  De acordo com a superintendente de gestão de Ensino da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), Ana Paula Velasco, a Seeduc tem se articulado com os municípios para assegurar às secretarias municipais condições de receber os alunos oriundos da rede estadual. Já a presidente da União dos Dirigentes Municipais (Undime), Sandra Simões, afirmou que a entidade tem estabelecido um acompanhamento em todos os municípios para dar suporte. "Temos, hoje, apenas 2.213 alunos do primeiro seguimento do fundamental estudando em escolas estaduais, isso mostra que nossos municípios estão fazendo o seu papel", afirmou.

        Já o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, assinalou que é necessário que os municípios sinalizem para União, quando não conseguem cumprir o piso nacional, pois a lei determina. "Quando não há recursos no município para pagamento do piso, a União é obrigada a transferir os recursos, no entanto, só há o complemento se o município estiver em dia com as suas contas, portanto, tem que haver transparência", salientou. 

        A Audiência Pública contou com diversas representações de secretários municipais de educação, bem como representantes do Ministério Público-RJ e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ/Educação) e dos deputados Flávio Serafini, Waldeck Carneiro, Tio Carlos e Jullianeli, todos membros da Comissão de Educação.

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UPPES participa de audiência sobre alimentação escolar


Presidente do sindicato alertou sobre falta de merenda em unidades da rede

        

        A primeira Audiência Pública da Comissão de Educação da Alerj trouxe o tema -Alimentação Escolar - A regularização do repasse do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).  A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, apresentou queixas de escolas do interior do estado, que têm enfrentado problemas, devido à falta de repasse de verbas para as unidades de ensino da rede. A sindicalista também destacou a falta de estrutura para a fiscalização. "Quando soubemos do problema, por meio dos noticiários, fizemos uma pesquisa, por amostragem, em unidades de diferentes regiões do estado. Em algumas escolas constatamos que estavam servindo apenas lanche aos alunos, comprados através de verbas do ano passado (2014)", frisou.

       

        A sindicalista também assinalou que, em outras unidades, os alunos estavam sendo dispensados das aulas mais cedo, devido à falta de merenda. "Alguns fornecedores, no interior, estão fornecendo alimentos para pagamento posterior. Está faltando merenda na maioria das escolas. É muito grave que estudantes sejam liberados mais cedo por falta de alimentação". A presidente da UPPES também ressaltou a necessidade de proporcionar condições ao Conselho Estadual de Alimentação Escolar (CAE). "A UPPES já fez parte do CAE, no entanto, nós retiramos a representação do sindicato em 2012, pois constatamos a falta de estrutura para o desenvolvimento das atividades. Não era possível fazer a fiscalização. Tinha de visitar um grande número de unidades escolares", assinalou.

        
        Durante seu pronunciamento, a educadora ressaltou a atual conjuntura política brasileira, em meio a escândalos de corrupção e desvios de recursos públicos. "É vergonhoso ver nos noticiários tanto dinheiro público escoando pelos ralos e ter escolas dispensando alunos mais cedo por falta de verba para merenda", afirmou.


        A UPPES também foi representada na Audiência Pública, pela secretária Sônia Sardela, pela diretora de Biblioteca e Criatividades, Neuza Caldas Maia e a psicóloga Márcia Cardozo.

        
        A Audiência Pública, presidida pelo deputado Comte Bittencourt, contou com a participação de membros do Conselho de Alimentação Escolar, integrantes da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), representante da Comissão de Educação da Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público-RJ e dos deputados membros da Comissão de Educação da Alerj.

Jornal Extra - Edição de 15 de março de 2015

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Muito discurso e pouca ação

O discurso da presidente Dilma Roussef, no Dia Internacional da Mulher, soou decepcionante para quem assistiu. Em momento algum, a presidente enfatiza a importância das mulheres e sua colaboração para o mercado de trabalho, em especial o magistério, no qual, são maioria. O que gostaríamos de ouvir das autoridades governamentais é o que está sendo feito para garantir o direito dessas mulheres que, em todas as áreas, contribuem para a construção do país e o desenvolvimento da cidadania.

O que as mulheres brasileiras queriam constatar no discurso presidencial é a consolidação das conquistas salariais e benefícios para todas.  De fato, o que tem sido feito para garantir o direito das mulheres no Brasil?

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Presidente da UPPES critica piso nacional e cortes na Educação

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, criticou o reajuste de 13% no piso nacional do magistério público para o professor de 40h. De acordo com a educadora, o percentual ainda está muito longe do ideal. "O salário de R$1.917 deixa claro que, embora tenha sido anunciada como prioridade, na posse da presidente Dilma Roussef, a educação ainda continua em segundo plano", assinalou.  A sindicalista criticou a postura do governo federal no que diz respeito ao corte das verbas educacionais. "O país tem amargado as últimas posições nos rankings internacionais, no entanto, as autoridades brasileiras insistem em não valorizar o professor e em tirar recursos da educação", frisou.

 A crítica da presidente da UPPES sobre a contenção de despesas se dá mediante o anúncio do corte de R$7 bilhões na verba do setor educacional. "O aumento oferecido aos professores e o corte de verbas mensais contradizem com o slogan lançado pela presidente Dilma: Brasil, Pátria Educadora. Para ser uma Pátria educadora o país precisa, primeiramente, valorizar o magistério público. Nunca o professor foi tão vilipendiado", afirmou.

Segundo a sindicalista, o investimento na escola pública também precisa estar na pauta das prioridades orçamentárias dos governos, em todas as esferas: município, estado e governo federal; pois muitos municípios não conseguem cumprir o piso nacional. "Educação é responsabilidade da União, quando o município não consegue cumprir as metas, é dever dos governos estadual e federal intervir. Estamos cansados de muito discurso e pouca ação", salientou.

Outro ponto ressaltado pela presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, é a carga horária de 40 horas semanais. Segundo ela, é inadequada para o exercício do magistério e prejudicial para a saúde do professor. "Além de ser prejudicial à saúde do docente, também compromete a qualidade do ensino. O que temos, atualmente, no país, é a pouca importância prestada ao magistério. Dessa forma fica difícil atrair os jovens talentos para a profissão", disse.  

A educadora destacou que tem ciência da necessidade de investimentos em outras áreas, como segurança e saúde, no entanto, ressaltou que muitos problemas relativos à segurança pública e saúde também são resultados da falta de educação de qualidade para a população. "A escola é o principal mecanismo de formação cidadã. Países desenvolvidos começaram seu avanço investindo em educação e valorizando o professor".

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O Brasil e a pena de morte
 
  O Brasil assistiu, de forma apreensiva, o caso do brasileiro condenado à morte na Indonésia. As opiniões se dividiram. A presidente Dilma Roussef mobilizou a diplomacia brasileira, em busca de clemência. No entanto, nenhuma das tentativas de livrar o brasileiro do corredor da morte obteve sucesso. Em nota, a presidente do Brasil  disse estar consternada e indignada.
 
  No primeiro mês de 2015, 37 pessoas foram vítimas de bala perdida no Rio de Janeiro, seis delas morreram. Embora não exista oficialmente no Brasil, a pena de morte se faz presente diariamente  diante dos cidadãos brasileiros.  A população tem clamado, todos os dias, para que as autoridades governamentais se mobilizem a fim de garantir a segurança da sociedade.
 
  Quando as autoridades brasileiras irão se consternar e indignar com o cidadão de bem que morre vítima da violência diária em nosso país?
O investimento em Educação é um dos principais pilares de uma sociedade justa, segura e igualitária. Quando um país investe em educação, economiza em segurança pública.

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Presidente da UPPES defende mais investimento em educação para 2015

Ao participar da última Audiência Pública da Comissão de Educação da Alerj, a presidente da União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato (UPPES), Teresinha Machado da Silva, defendeu que, em 2015, o magistério possa receber o devido reconhecimento das autoridades governamentais. Em seu pronunciamento, a sindicalista destacou avanços obtidos através da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) e as dificuldades encontradas em relação à Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag). De acordo com a educadora, o Estado do Rio de Janeiro precisa voltar a ser referência educacional para o país. "É preciso entender que o principal investimento para o desenvolvimento é a educação", frisou.

A presidente da UPPES  relembrou a fala recente do senador Cristovam Buarque, em entrevista. "O país tem condições de estabelecer um piso de R$9.500,00 para os professores. Essa afirmativa é do senador Cristovam Buarque. Segundo ele, isso seria possível sem precisar mexer no percentual do PIB (Produto Interno Bruto) de 10%. Nós só iremos reverter os índices de analfabetismo e tantos outros problemas, quando investirmos em educação e valorizarmos o professor", destacou.

A sindicalista destacou que o piso salarial oferecido aos educadores ainda figura como um dos mais baixos dentre as categorias com nível superior. "O salário do professor não atrai as novas gerações. Poucos são os que ainda buscam o magistério. Um salário inicial de R$1.179,35 não é atrativo. Ainda lutamos pelo piso inicial de R$3 mil. Precisamos valorizar o magistério público", assinalou.

A realização da Audiência Pública é em respeito à Lei 5451/2009, que estabelece a apresentação, na Comissão de Educação, do relatório anual que contém os indicadores educacionais da Rede Estadual de Ensino. Durante a reunião, o presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt, afirmou que o Governo do Estado deve ser solidário aos municípios. "70% dos municípios têm orçamentos fracos, não é viável que a Secretaria não colabore com essas redes, se eximindo de certas obrigações".

A audiência contou com a participação da equipe técnica da Seeduc, na apresentação dos relatórios, além do deputado estadual Paulo Ramos.
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Professores recebem Prêmio de Educação Científica

A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva participou da cerimônia de entrega do Prêmio de Educação Científica da BG Brasil, realizada no Museu de Arte do Rio (MAR). A iniciativa é uma parceria entre o governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), BG Brasil e Fundação Victor Civita e tem como objetivo estimular o ensino de Ciências nas unidades da rede estadual de ensino.  O primeiro lugar foi conquistado pelo professor de biologia Leandro Costa, do Colégio Estadual Edmundo Bittencourt, em Teresópolis. O segundo lugar foi para a professora de biologia Luciana Baptista, do Ciep 117 - Carlos Drummond de Andrade, em Nova Iguaçu e a terceira colocação ficou com o professor de química, Cristiano Maciel, do Colégio Estadual José Francisco de Salles, em Campos dos Goytacazes.  De acordo com os organizadores da premiação, o projeto recebeu 43 inscrições em todo estado. Os três ganhadores, além de prêmio em dinheiro, foram contemplados com uma viagem educativa de oito dias a Londres, com todas as despesas pagas.
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A presidente da UPPES, Teresinha Machado da Silva, e a secretária geral do sindicato, Lucinda Bezerra de Menezes, marcaram presença na palestra realizada pelo escritor Augusto Cury, no Centro de Convenções de Vitória - Espírito Santo.

Augusto Cury dedica livro aos jovens 

A obra que faz parte do primeiro trabalho do escritor Augusto Cury na literatura juvenil estimula tanto a inteligência quanto a capacidade de preservar os recursos naturais e emocionais dos adultos e principalmente dos jovens.O mais recente livro "PETRUS LOGUS: O GUARDIÃO DO TEMPO" narra a história que aconteceu cem anos depois de uma grande catástrofe, a 3ª Grande Guerra, a humanidade ressurgiu das cinzas, mas ao invés de corrigir os erros, os perpetuou.

Na fascinante história, o príncipe ousado é filho do poderoso rei Apolo. Petrus rejeita o poder e as práticas do pai. Por isso, é ferido, caluniado, preso e condenado à Câmara dos Loucos. Petrus tem um enorme leão, e se ele se acalma, o leão aquieta e torna-se seu amigo, se ele é dominado pela raiva e vingança, o leão torna-se violento. 

E você domina a fera que está dentro de si? Embarque nessa aventura. 

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A professora Ruth Farah Nacif Lutterback é filiada à UPPES desde 1953. Atualmente reside no município de Cantagalo, Região Serrana do Rio de Janeiro. É membro do Colégio Eleitoral da FD e ABI para a escolha da Personalidade Educacional do Ano. A educadora é responsável pelo Departamento Cultural da ASSEXCA (Associação dos Experientes de Cantagalo), e Delegada da UBT (União Brasileira de Trovadores) de Cantagalo, que promove anualmente os Jogos Florais.  Confira  a poesia da professora.
 

Ligeiro Confronto 

Confirmando a opinião do que o poeta dizia,
"o Sol é homem machão e a Lua, mulher vadia".
Desde o começo do mundo, o Sol nos dá seu clarão.
A Lua, em sono profundo, nos deixa na escuridão.
O Sol é respeitador;  jamais teve a ousadia  de ver da noite o esplendor,
ou mesmo fazer espia.
Mas a Lua, audaciosa, anda pelo céu de dia;
não se importa a curiosa assim faltar com a harmonia.    
Das manchas que a Lua tem, a Ciência diz: talvez...  
Desconfia o Sol, porém, que alguma coisa ela fez.
Ele próprio desconfia  que ela tem um outro amor,
pois bem sabe que a vadia não vai aonde ele for.  
A verdade bem sabida, pela falta, se diria: 
Sem o Sol não temos vida e , sem  a Lua,  poesia.
Comparando essa aliança de sonho e realidade, 
o Sol é pai da Esperança e a Lua, mãe da Saudade! 
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Artigo da presidente da UPPES vira questão de vestibular

O artigo "Bibliotecas Escolares: Força Para o Livro" da presidente Teresinha Machado da Silva fez parte do processo seletivo da faculdade de medicina Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada na cidade de Barbacena em Minas Gerais.  

Perguntas relacionadas aos padrões da língua portuguesa e trechos do texto foram transformadas em questões da avaliação.  O artigo foi retirado do caderno de educação do jornal Folha Dirigida. 
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