VOZES DA UPPES: PROJETO RECEBE CÉLIO ERTHAL ROCHA

Projeto registra memórias da trajetória institucional e da educação pública fluminense

Em mais uma ação voltada à preservação de sua história e de sua contribuição para a educação fluminense, a UPPES recebeu, nesta semana, a visita do jornalista, defensor público e acadêmico, Célio Erthal Rocha para a gravação de depoimento para o projeto “Vozes da UPPES”, iniciativa que integra o processo de preservação de memórias da entidade.

Realizada no estúdio da UPPES TV, na sede estadual da UPPES, em Niterói, a gravação reuniu relatos sobre momentos marcantes da trajetória da instituição, destacando sua fundação, as lutas históricas em defesa do magistério público e importantes conquistas, como a aquisição do terreno e a construção da sede própria na Rua La Salle, no Centro de Niterói, além da implantação da subsede de Pendotiba.

Equipe de produção composta pelo gerente da UPPES TV, Lucas Cavalcante, Isabela Lobel, estagiária e pelo assessor de comunicação, Marcelo Motta

O depoimento também resgatou a atuação de personalidades que contribuíram para o fortalecimento da UPPES, ao longo das décadas. Sob a presidência do prof. Dr. Stelling, a UPPES vem promovendo uma série de ações alusivas aos seus 80 anos de existência, valorizando a memória institucional e reconhecendo a contribuição de educadores, dirigentes, colaboradores, parceiros e personalidades que ajudaram a construir a história da entidade.

O projeto “Vozes da UPPES” tem como objetivo reunir depoimentos que documentem experiências, conquistas e desafios enfrentados ao longo de oito décadas de atuação, constituindo um importante acervo histórico audiovisual para as futuras gerações de professores e pesquisadores da educação.

Célio Erthal Rocha é Advogado, Defensor Público aposentado, Jornalista e Escritor. Formou-se na Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense – UFF, chefiou o Departamento de Relações Públicas do Jornal O FLUMINENSE e a Comunicação Social do Governo do Estado do Rio de Janeiro e foi Assessor na Procuradoria-Geral de Justiça – PGJ/RJ.Foi Defensor Público do Estado do Rio de Janeiro – DPGE/RJ desde 1966 até sua aposentadoria junto à segunda instância no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro- TJ/RJ. É membro do Instituto Histórico e Geográfico de Niterói – IHGN e membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Bom Jardim – IHGBJ, além de fazer parte dos quadros da Academia Fluminense de Letras – AFL, ocupante da cadeira n.º 27, patronímica do poeta fluminense Luíz Pistarini.